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26 de setembro de 2011

Doença celíaca

Minha querida amiga Taty (Tatiana Nogueira -Nutricionista), enviou-me, este texto.


A doença celíaca (DC) é uma intolerância permanente ao glúten, caracterizada por atrofia total ou subtotal da mucosa do intestino delgado proximal e consequente má absorção de alimentos, em indivíduos geneticamente susceptíveis.
A DC pode se apresentar sob as seguintes formas: clássica, não clássica e assintomática. Samuel Gee, em1888, descreveu a forma clássica da doença, a qual se inicia nos primeiros anos de vida com diarreia crônica, vômitos, irritabilidade, anorexia, déficit de crescimento, distensão abdominal, diminuição do tecido celular subcutâneo e atrofia da musculatura glútea.
Esta forma de apresentação foi a mais frequente nos três estudos brasileiros realizados na década de 1980. A forma não clássica da DC manifesta-se mais tardiamente, com quadro mono ou paucissintomático. Os pacientes deste grupo podem apresentar manifestações isoladas, como por exemplo baixa estatura, anemia por deficiência de ferro refratária à ferroterapia oral, hipoplasia do esmalte dentário, constipação intestinal, osteoporose, esterilidade, uretralgia ou artrite e epilepsia associada a calcificação intracraniana. O reconhecimento da forma assintomática da doença, especialmente entre familiares de primeiro grau de pacientes celíacos, tornou-se mais fácil a partir do desenvolvimento de marcadores sorológicos específicos para a DC.

No Brasil, estudos recentes entre doadores de sangue demonstraram prevalência de 1/681, 1/273 e até 1/214, sugerindo que esta também não é doença rara em nosso país.
Deve ser enfatizado que, apesar da existência dos inúmeros novos métodos sorológicos não invasivos de rastreamento para o diagnóstico da DC, é imprescindível a realização da biópsia de intestino delgado, obtida de preferência junção duodeno-jejuna. 

O tratamento da DC consiste na introdução de dieta isenta de glúten de forma permanente, devendo-se, portanto, excluir da dieta os seguintes cereais e seus derivados: trigo, centeio, cevada, malte, aveia.
A necessidade de esclarecer as causas e as manipulações dietéticas necessárias para o tratamento da DC, aos pacientes e seus familiares mais próximos, levou à criação das associações de celíacos. Em São Paulo, em 1985, a Disciplina de Gastroenterologia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM) criou o “Clube dos Celíacos”, organizando reuniões com grupos de mães de pacientes com DC, para intercâmbio de informações, especialmente para a troca de receitas de alimentos sem glúten e para esclarecimento das dúvidas a respeito da doença.

Reforça-se a necessidade de ampla divulgação, tanto entre os próprios celíacos e familiares, quanto da população em geral sobre a doença e até entre médicos e demais profissionais de saúde, dos critérios para o correto diagnóstico dessa doença, visto que o déficit de conhecimento tanto da população em geral quanto dos profissionais de saúde com relação à doença celíaca, pode estar gerando não só diagnósticos inapropriados em indivíduos saudáveis, condenando-os à dieta restritiva desnecessária, mas também impedindo que verdadeiros celíacos sejam diagnosticados.

Referências:
SDEPANIAN, V. L.; MORAIS, M. B.; FAGUNDES-NETO,U. Doença celíaca: características clínicas e métodos utilizados no diagnóstico de pacientes cadastrados na Associação dos Celíacos do Brasil. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro,p.331-8.2001.Disponível em < 


CASSOl, CA.; DE PELLEGRIN, CP.; WAHYS, MLC.; PIRES, MMS.; NASSAR, SM.
 Perfil clínico dos membros da Associação dos Celíacos do Brasil – Regional de Santa Catarina (ACELBRA-SC). 

Departamento de Pediatria. Florianópolis, SC. v. 44 – no.3 – jul./set. 2007.Disponível em:< http://www.scielo.br/pdf/ag/v44n3/a15v44n3.pdf >.

16 de setembro de 2011

Dor de cabeça?



Confira os nutrientes que podem reduzir os sintomas da dor de cabeça

São muitas as causas da enxaqueca, ou mesmo de uma simples dor de cabeça: falta de sono, estresse, variações de temperatura, hábitos alimentares... Ainda há, no caso das mulheres, aquela dor de cabeça típica do período pré-menstrual. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, 15% da população do planeta sofre desse mal, o que inclui, aproximadamente, 25 milhões de brasileiros afetados pela doença.

Além de usar medicamentos e evitar as causas acima, um dos poderosos remédios contra a enxaqueca pode ser o mesmo hábito que a provoca - a alimentação. Você sabia que alguns nutrientes têm o poder de aliviar os sintomas e reduzir essa complicação? Veja quais são e por quê:

Selênio contra os radicais livres
Presente principalmente em salmão, ostras cruas, castanha do Pará, fígado de boi e farelo de trigo, o selênio é um mineral capaz de retirar os metais tóxicos do corpo. "Esses metais tóxicos, quando se depositam em nosso organismo, não só contribuem para o aumento dos radicais livres como podem causar sintomas de enxaqueca, além de elevar o risco de doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilibrio Nutricional.
A recomendação mínima diária de ingestão desse nutriente é de cerca de 55mcg para adultos, que é o equivalente a menos de uma castanha - fácil, não?

Magnésio para relaxar
O papel do magnésio no combate às dores de cabeça e enxaquecas foi demonstrado em uma série de estudos. De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, a concentração de magnésio em nosso corpo afeta os receptores de serotonina - substância responsável por regular a percepção a dor e disposição - bem como outros receptores e neurotransmissores relacionados à enxaqueca.

"O magnésio também tem ação relaxante, o que pode amenizar a dor de cabeça quando a causa for por estresse, ansiedade e TPM", conta Roseli Rossi.

A recomendação diária é de 400mg para homens adultos e 350mg para mulheres adultas, o que equivale a, aproximadamente, três conchas cheias de feijão preto ou 300g de espinafre, por exemplo. Além desses dois alimentos, as principais fontes de magnésio são castanhas de caju, amêndoas, semente de abóbora, pistache, alcachofra, espinafre e chocolate meio amargo.

Aproveite a ação anti-inflamatória do Ômega3
O consumo em excesso de alimentos inflamatórios, como carboidratos refinados, gorduras e embutidos, provoca a produção de substâncias pró-inflamatórias, que causam a dilatação dos vasos e, consequentemente, a dor de cabeça. Nesse caso, o ômega3 é o melhor remédio. "Ele tem ação anti-inflamatória, combatendo essas substâncias causadoras de enxaqueca", afirma a nutricionista Roseli Rossi.

Entre as fontes de ômega3 estão salmão, sardinha, arenque, atum e semente de linhaça. A recomendação diária para adultos é de 1 a 2g, o equivalente a comer 100g de salmão.

Vitamina B12 mantem o cérebro funcionando!
A nutricionista Roseli Rossi afirma que a vitamina B12 é fundamental para o pleno funcionamento do sistema nervoso, evitando alterações de sensibilidade no corpo, que podem causar crises de enxaqueca.

"O sistema nervoso pode ser comparado com um sistema elétrico, onde os nervos são os cabos por onde a eletricidade passa", explica a nutricionista. Ao redor dos nossos nervos, existe uma "capa de gordura", chamada bainha de mielina, que é fundamental para a passagem do estímulo nervoso e a proteção do nervo.

"Na falta de B12, ocorre a desmielinização, que é uma espécie de defeito na bainha de mielina", completa Roseli.

São boas fontes de vitamina B2: Levedo de Cerveja. A recomendação diária é de 2,4mcg em adultos.

Invista nos antioxidantes
"As substâncias antioxidantes têm o poder de fazer a varredura do excesso de radicais livres e outras substâncias tóxicas em nosso organismo", afirma a nutricionista Roseli Rossi. Essa ação contribui para o equilíbrio metabólico e o melhor funcionamento da circulação, além de ser anti-inflamatória.

"Essas propriedades funcionais podem amenizar o sintoma de dor, interferindo indiretamente, portanto, na incidência de enxaquecas", completa Roseli.

Os antioxidantes estão presentes em diversas vitaminas, por isso o ideal é incluir muitas frutas, legumes e verduras no cardápio. Cenoura, mamão, abobrinha, vegetais e frutas alaranjadas, germe de trigo, óleos vegetais, vegetais de folhas verdes, oleaginosas e frutas vermelhas são ótimas fontes.

Modere os carboidratos
Os carboidratos são a principal fonte de energia do nosso corpo. Tanto a falta quanto o excesso desse nutriente podem ser um gatilho para disfunções metabólicas, tendo como um dos sintomas a dor de cabeça. Por isso, nada de cortar os carboidratos da dieta - mas, sim, maneirar na ingestão.

As principais fontes de carboidratos são pães, arroz e massas, de preferência todos integrais, que fornecem mais fibras.
Coma de três em três horas
De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, comer de três em três horas é importante para manter os níveis glicêmicos do organismo. Quando ficamos sem comer por muito tempo, sofremos uma hipoglicemia - baixa dos níveis glicêmicos - que pode causar dor de cabeça e pressão baixa.

(POR CAROLINA GONÇALVES )

21 de agosto de 2011

Oito frutas típicas do Brasil que fazem sucesso pelo mundo.

Além de exóticas, elas têm grande valor nutricional e esbanjam sabor

Elas ficaram tão famosas e requisitadas pelo mundo que hoje não é difícil encontrar alguém comendo açaí ou mangaba pelas ruas do Japão ou em algum país europeu.

As frutas típicas do Brasil são conhecidas por seu sabor exótico e pelas inúmeras combinações que permitem preparar pratos variados e gostosos.

Além destas qualidades, as frutas apresentam valores nutricionais importantes e devem ser incluídas com frequência no cardápio. "Além de saborosas, elas previnem doenças, se adequam a dieta e enchem o prato de energia", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella.

A seguir, conheça as vantagens de consumir oito frutas da biodiversidade brasileira:

O Acaí- Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. Cada 100g do fruto tem 262 calorias. "O açaí tem gorduras que fazem bem para a saúde e por isso deve ser incluído no cardápio, porém, o ideal é consumi-lo sem adição de complementos muito calóricos, isso ajuda a manter a dieta", sugere Robert Stella. Gorduras: 52%, Fibras: 25%, Proteínas: 10%.

O cupuaçu contém vitaminas, minerais e pectina, uma fibra solúvel que ajuda a manter bons níveis de colesterol. Além disso, sua polpa pode ser utilizada na preparação de sucos, sorvetes, vinhos, licores ou doces. As sementes podem substituir as do cacau na fabricação do chocolate e seu valor calórico é baixo. Cada 100 gramas da fruta tem 72 calorias. Carboidratos: 9,8 g, Proteínas: 1,2 g, Gorduras Totais: 1,1 g, Gorduras Saturadas: 0,0 g, Gorduras Trans: 0,0 g.






A castanheira do Pará é uma das mais importantes árvores amazônicas. Seu fruto é muito rico em gorduras e proteínas. Além disso, tem dois nutrientes especiais: o selênio e a vitamina E, antioxidantes que bloqueiam os radicais livres, que destroem as células e com o tempo são responsáveis pelo aparecimento de doenças cardiovasculares e câncer. O consumo de uma castanha-do-pará por dia é capaz de suprir a necessidade diária de selênio, mineral que reforça o sistema imunológico. Cada 100 gramas leva 400 calorias. Proteínas: 14g, Gorduras: 66g, Carboidratos: 13g, Gordura saturada: 16g, Gorduras Polinsaturadas: 21g, Gorduras Monoinsaturadas: 23g.


O caju é rico em carboidratos, fibras, minerais (como cálcio, fósforo e ferro), vitamina C e complexo B. Para se ter uma ideia, ele tem três vezes mais vitamina C do que a laranja. Enquanto 100 ml de suco desta última contém 60 mg dessa vitamina, a mesma quantidade de suco de caju concentra de 200 a 250 mg e oferece cerca de 47 calorias. "Além do sabor pra lá de agradável, o caju apresenta oxidantes importantes para a saúde e tem pouca gordura. Pode ser consumido em saldas, doces e sucos", explica Roberta Stella.

A jabuticaba-Fruta com elevado valor nutritivo, a jabuticaba é riquíssima em vitaminas do Complexo B, principalmente B2 e niacina, aparecendo em menor quantidade a vitamina C e, ainda, sais minerais (ferro, cálcio e fósforo). As vitaminas do Complexo B tem como principais funções evitar problemas de pele, reumatismo, são essenciais ao crescimento e evitam a queda dos cabelos. Cada 100 gramas da fruta têm cerca de 40 calorias.

A carambola é fonte de vitaminas A e C. Fornece ainda sais minerais como cálcio, ferro e fósforo. Tem sabor agridoce e sua cor varia do verde ao amarelo, dependendo do seu grau de maturação. A polpa é propícia para sucos e geleias. 100 gramas de carambola fornecem 29 calorias. "Além de saborosa e leve, a fruta apresenta função diurética ajudando no combate a retenção de líquidos", explica a nutricionista.




A mangaba- Em dias de calor, saborear o suco de mangaba é uma boa pedida, pois a fruta é refrescante e ameniza os efeitos da alta temperatura. Mas não é só o suco que possui admiradores. Os doces e as sobremesas também enchem a boca d'água daqueles que apreciam a mangaba.Cada 100 gramas da fruta possui cerca de 65 calorias. Informação nutricional por 100g de mangaba: Energia: 66,21 Kcal, Proteínas: 1,20 g, carboidratos: 10,2 g e fibras:3,40 g.



Graviola- Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros da graviola. A polpa é branca, macia e fibrosa. Pode ser consumida in natura, mas é bastante apreciada em sucos, geleias e sorvetes. Cerca de 100 gramas de graviola fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C.

Por - NATALIA DO VALE
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NÓS PRECISAMOS SABER:



A Universidade de Harvard dá o veredicto: uma dieta pobre em carboidratos pode afetar a saúde das artérias, aumentando em 15% as chances de desenvolver a arteriosclerose. Fuja dos riscos comendo pão, espinafre, batata, couve-flor, nabos e cereais, por exemplo
Mas o consumo de carboidratos deve ser balanceado. Segundo pesquisa feita pela Universidade de Washington, nos EUA, a gengiva e os dentes sofrem por conta da fácil fermentação desses nutrientes, o que favorece a proliferação de bactérias na boca. O ideal é escovar os dentes após as refeições e nunca esquecer as visitas ao dentista, pelo menos, duas vezes ao ano.

Estudo publicado no periódico Circulation, da Associação Americana para estudos do Coração, revela que o ácido glutâmico, presente em proteínas de origem veagetl, é um dos micronutrientes que ajuda a controlar a pressão arterial. Tofu, leite de soja, sementes de girassol, gergelim, cogumelo, sementes, oleaginosas (castanha, noz, avelã, pinhão), aveia integral, germe de milho, frutas oleaginosas (abacate, coco), batata, arroz integral, lentilha são boas fontes de proteína vegetal.

Um estudo feito pela Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugere que o consumo de flavonóides pode retardar em até 8% a oxidação do colesterol ruim (LDL). Frutas, vegetais, chás, vinhos, nozes, sementes, raízes e o chocolate preto (quanto mais amargo, melhor) contêm flavonóides.

A vitamina D foi um dos nutrientes mais estudado em 2009. Um estudo feito pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, aponta que a vitamina ajuda na proteção da massa óssea, diminuindo fraturas. Outra pesquisa, feita pela Universidade de Michigan, revela que 20% dos casos de hipertensão nas mulheres são ocasionados pela falta de vitamina D no organismo. Óleo de fígado de peixe, peixes de água salgada (sardinha, arenque, salmão), ovos, carne, leite e manteiga trazem doses de vitamina D. Mas, para ela ser sintetizada pelo organismo, você precisa passar pelo menos 10 minutos diários sob o sol.


Suplementos de vitamina C merecem atenção, segundo estudo sueco publicado no American Journal of Clinical Nutrition. De acordo com o estudo, mulheres que tomavam altas doses da vitamina aumentam as chances de desenvolveram catarata na velhice. Porém, as fontes naturais da vitamina não apresentaram riscos e retardam o envelhecimento. Abacaxi, acerola, agrião, alface, goiaba, laranja, limão, kiwi, pimentão, rúcula, alho, cebola, repolho e espinafre são alimentos ricos em vitamina C (ou ácido ascórbico).

A falta de consumo de ômega-3, gordura que beneficia o cérebro, pode ser decisiva para o surgimento de doenças mentais segundo estudo feito por cientistas do National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, nos Estados Unidos. De acordo com os especialistas, a ausência deste ácido graxo pode estar associada ao aparecimento de problemas no funcionamento do cérebro.

MINHA VIDA


2 de agosto de 2011

TABAGISMO



Devido às recorrentes campanhas antitabaco, os tabagistas passaram a ser estigmatizados


Historia


O tabagismo é uma toxicomania caracterizada pela dependência física e psicológica do consumo de nicotina, substância presente no tabaco.
Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, os cigarros contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas, sendo uma delas, a nicotina, responsável pela dependência.
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, o tabagismo é o responsável por cerca de 30% das mortes por cancro (câncer no Brasil), 90% das mortes por cancro do pulmão, 25% das mortes por doença coronariana, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crónica e 25% das mortes por derrame cerebral. Ainda de acordo com a OPAS, não existem níveis seguros de consumo do tabaco.
As doenças ocasionadas pelo consumo de tabaco matam 3 milhões de pessoas no mundo anualmente, com uma projeção estimada de óbitos em torno de 10 milhões até o ano 2020 - das quais 7 milhões ocorrerão nos países em desenvolvimento. Vale dizer que o tabagismo, hoje, mata mais que a soma das mortes por AIDS, cocaína, heroína, álcool, suicídios e acidentes de trânsito. As doenças causadas pelo tabaco são responsáveis por perdas econômicas de aproximadamente US$ 200 bilhões de dólares, no mundo.
O método de avaliação de Fagerström é, hoje, utilizado por especialistas, para ajudar a definir a melhor estratégia para quem quer largar o cigarro. Trata-se de um questionário utilizado por médicos a fim de determinar se uma pessoa está seriamente viciada na nicotina.


O hábito de fumar se iniciou na Europa em 1580, introduzido por Walter Raleigh, pessoa de confiança na corte de Elizabeth I da Inglaterra. Os cigarros se popularizaram a partir de 1881, quando foi inventada a máquina que os manufaturava.


Tabagismo no Brasil
No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano são decorrentes do tabagismo. A proporção de fumantes no país é de 23,9% da população. Segundo dados da PNAD, em 2008, o Brasil tinha 24,6 milhões de fumantes habituais com idade a partir de 15 anos ou 17,2% da população de pessoas dessa faixa etária, sendo 15,1% fumantes diários.
Cerca de 90% dos fumantes tornam-se dependentes da nicotina entre os 5 e os 19 anos de idade. Há 2,8 milhões de fumantes nessa faixa etária, mas a maior concentração de fumantes está na faixa etária de 20 a 49 anos.
A região Sul do país é a que apresenta maior proporção de dependentes - 45% dos fumantes. Em 2008, a região Sul, com 19,3%, tinha o maior porcentual de fumantes corrente..
No Nordeste, os fumantes dependentes são 31%. Os moradores da zona rural também fumam mais que os das zonas urbanas.
O fumo é responsável por 95% dos casos de câncer de boca; 90% das inflamações de mama; 80% da incidência de câncer no pulmão; por 97% dos casos de câncer da laringe; 50% dos casos de câncer de pele; 45% das mortes por doença coronariana (infarto do miocárdio) e também 25% das mortes por doença vascular-cerebral (derrames cerebrais).
Segundo uma pesquisa realizada em 20 países, o brasileiro, com 91%, é o que mais se arrepende de ter começado a fumar. Entre os fumantes brasileiros do estudo internacional, 63% apóiam campanhas e leis contra o fumo e 82% relatam que o fumo já lhes causou algum problema de saúde.
O Brasil é o maior exportador e quarto maior produtor mundial de tabaco - depois da China, EUA e Índia.

Tabaco

Nicotiana obtusifolia
Classificação científica

Reino:
Plantae

Divisão:
Magnoliophyta

Classe:
Magnoliopsida

Ordem:
Solanales

Família:
Solanaceae

Género:
Nicotiana

Tabaco é o nome comum dado às plantas do género Nicotiana L. (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul, das quais é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América utilizavam o tabaco com fins medicinais, em cerimônias. Foi trazido para a Europa pelos espanhóis no início do século XVI. Era mascado, ou então aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um diplomata francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome da nicotina) aspirava-o moído rapé e percebeu que aliviava suas enxaquecas. Desta forma, enviou uma certa quantidade para que a então rainha da França, Catarina de Médicis, o experimentasse no combate às suas enxaquecas. Com o sucesso deste tratamento, o uso do rapé começou a se popularizar.
O hábito de fumar o tabaco como mera demonstração de ostentação se originou na Espanha com a criação daquilo que seria o primeiro charuto. Tal prática foi levada a diversos continentes e, somente por volta de 1840, começaram os relatos do uso de cigarro. Neste ponto, a finalidade terapêutica original do tabaco já havia perdido seu lugar na sociedades civilizadas para o hábito de fumar por prazer. Embora o uso do cigarro tenha tomado enormes proporções a partir da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi apenas em 1960 que foram publicados os primeiros relatos científicos que relacionavam o cigarro ao adoecimento do fumante. Deve-se observar que o uso constante e desinibido do cigarro provaca maléficios à saude, além de vicia-lo, fato publicado amplamente.


Consumo


Embora seja possível, atualmente, comprar cigarros em maços de 20, esse produto não foi criado dessa forma. Posteriormente à utilização de rapé (tabaco em pó para se cheirar) com finalidades terapêuticas, o cigarro passou a ser consumido apenas por prazer, enrolado manualmente ou com a ajuda de máquinas de enrolar. Cada vez mais, o fumar foi se assumindo como uma forma de afirmação na sociedade, status e até mesmo sensualidade. Pode-se considerar que o ato de fumar está, muitas vezes, mais ligado ao ritual que envolve o ato de fumar do que à própria nicotina.
O tratamento do tabaco utilizado na produção de cigarros introduz substâncias cancerígenas que tornam-se ainda mais daninhas durante sua combustão, podendo prejudicar o organismo de diversas formas.
Atualmente, devido ao maior conhecimento das consequências maléficas da inalação do fumo e ao incômodo provocado pela fumaça, foram criadas zonas de não fumantes em muitos locais públicos em diversos países.
Associadas a essas medidas de contenção do consumo de cigarros, existem iniciativas de sensibilização do fumante, como as vistas na Europa e no Brasil, que expõem avisos visíveis nos maços de cigarro e nos seus espaços publicitários com as consequências maléficas de seu consumo.

Efeitos para o organismo

Efeitos à saúde causados pelo fumo do tabaco


O pulmão humano é composto de pequenas estruturas, os alvéolos pulmonares, responsáveis pelas trocas gasosas do sangue. O fluxo de sangue e a irrigação sanguínea entre o coração e o pulmão são intensos. A fumaça do cigarro prejudica diretamente o funcionamento da circulação coração-pulmão. Com o passar do tempo os alvéolos pulmonares vão sendo cimentados pelos componentes da fumaça do cigarro, deixando de fazer sua função. O organismo então passa a ter menor oxigenação dos tecidos, resultando em maior facilidade de cansaço para o fumante. O cigarro também causa inúmeros danos ao coração e pulmão, tal como infarto e câncer.
Os maus efeitos à saúde causados pelo fumo de tabaco se referem diretamente à tabagismo assim como à inalação de fumaça ambiente (tabagismo passivo). A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 16% da população brasileira é fumante. A OMS também estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo. Desta forma, o tabagismo é uma importante causa de morte prematura em todo o mundo.
O tabagismo passivo (ou fumo passivo) refere-se ao ato de inalar a fumaça de qualquer substância fumígera proveniente de um fumante, fazendo com que os malefícios do fumo ocorram mesmo em não-fumantes.


Impacto à saúde


De acordo com pesquisa realizada no Brasil pelo Instituto Nacional do Câncer, ao menos sete brasileiros que não fumam morrem a cada dia por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco.

Os não fumantes, que presenciam fumantes, ou passam tempos mesmo que esporadicos, proximo a esses, pode ter os seguintes sintomas:

- Coceira nos olhos;
- Tosse interminente;
- Odores na laringe;
- Odores nos membros e vestes;
- Trombose nas vias aeras;
- Odores capilares; - Falta de apetite;
- Falta de olfato;
- Falta de paladar;

Cigarro mata sete fumantes passivos por dia, apontam dados do Inca Agência Estado

São Paulo - Estatísticas para comprovar os males do tabaco para a saúde não faltam. Órgãos que estudam o tabagismo apontam que cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em razão do problemas causados pelo fumo. O impacto do cigarro entre os não-fumantes também é considerável. Cerca de sete não-fumantestima que 16% da população brasileira é fumante. A OMS também estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo. Desta forma, o tabagismo é uma importante causa de morte prematura em todo o mundo.
O tabagismo passivo (ou fumo passivo) refere-se ao ato de inalar a fumaça de qualquer substância fumígera provenientede um fumante, fazendo com que os malefícios do fumo ocorram mesmo em não-fumantes.

Impacto à saúde

De acordo com pesquisa realizada no Brasil pelo Instituto Nacional do Câncer, ao menos sete brasileiros que não fumam morrem a cada dia por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco.

Os não fumantes, que presenciam fumantes, ou passam tempos mesmo que esporadicos, proximo a esses, pode ter os seguintes sintomas:

- Coceira nos olhos;

- Tosse interminente;
- Odores na laringe;
- Odores nos membros e vestes;
- Trombose nas vias aeras;
- Odores capilares; - Falta de apetite;
- Falta de olfato;
- Falta de paladar;

Cigarro mata sete fumantes passivos por dia, apontam dados do IncaAgência Estado


São Paulo - Estatísticas para comprovar os males do tabaco para a saúde não faltam. Órgãos que estudam o tabagismo apontam que cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em razão do problemas causados pelo fumo. O impacto docigarro entre os não-fumantes também é
es morrem por dia em decorrência da inalação da fumaça do cigarro, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).


Ainda de acordo com o Inca, 22 pessoas morrem por hora vítimas do cigarro no País. Cerca de 90% dos pacientes com câncer de pulmão são fumantes. O tabagismo também favorece o surgimento de outros tipos de tumores, como os cânceres de esôfago, laringe, faringe, boca e mama. E, de acordo com o instituto, 24% das crianças são, de alguma forma, fumantes passivas e estão sujeitas aos efeitos nocivos do tabaco. O tratamento de pessoas com câncer em decorrência do tabaco consome cerca de R$ 373 mil dos cofres da Secretaria de Estado da Saúde por dia, segundo o governo.


O prejuízo à saúde também foi fator decisivo para que garçons se posicionassem a favor da lei antifumo, mesmo sob ameaça da redução de empregos no setor. O resultado de uma consulta feita pelo Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Restaurantes, Bares e Lanchonetes de São Paulo (Sinthoresp), foi unânime na categoria. "Não podemos ser contra a lei. Antes do trabalho vem a saúde do trabalhador”, diz o presidente do Sinthoresp, Francisco Lacerda.


Pesquisa feita pela equipe do médico Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa de Álcool e Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 1998, ou seja, já posterior à lei que instituiu uma área separada para fumantes em bares e restaurantes, apontou 50% mais monóxido de carbono no organismo de garçons do que de quem trabalha em locais sem cigarro. Com isso, os garçons teriam mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e até câncer, diz o médico. Ele lembra que das 5 mil substâncias tóxicas do cigarro, 50 são cancerígenas. “O impacto na saúde de pessoas que trabalham ou moram onde há fumantes é inegável.”


Fumo passivo modifica genes no pulmão e pode levar ao câncer


Cientistas da Universidade Cornell, em Nova York, afirmam em estudo publicado ontem que o contato com a fumaça do cigarro, ainda que por fumo passivo ou ocasional, causa mudanças genéticas no pulmão.

Em artigo publicado no "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine", os pesquisadores afirmaram também que essas alterações expõem as pessoas a risco de câncer de pulmão e à doença pulmonar obstrutiva crônica, problema que limita o fluxo de ar, dificultando a respiração.
Segundo os autores, essa é a primeira vez que se encontram provas biológicas dos efeitos do fumo passivo, efeitos esses que já haviam sido relatados em muitos estudos epidemiológicos.
"Até nos níveis mais baixos de exposição, encontramos efeitos diretos no funcionamento dos genes das células que revestem as vias respiratórias", afirmou Ronald Crystal, líder da pesquisa e chefe do departamento de medicina genética de Cornell, em comunicado divulgado pela universidade.
O médico disse também que o efeito genético é menor do que o observado em pessoas que fumam com frequência, mas isso não significa que não haja efeitos prejudiciais para a saúde.
"Alguns genes das células que revestem as vias respiratórias são muito sensíveis à fumaça de cigarro, e mudanças no funcionamento desses genes são o primeiro sinal de "doença biológica" nos pulmões."
A pesquisa foi feita por meio de testes em 121 pessoas divididas em três categorias: não fumantes, fumantes ativos e fumantes com baixa exposição à fumaça.
Foram testados níveis de nicotina e cotinina, marcadores do cigarro no organismo, para determinar em qual categoria cada participante se encaixaria.
O genoma de cada um foi analisado para detectar quais genes foram ativados ou desativados nas vias respiratórias. Todos os níveis de nicotina e cotinina tiveram relação com alguma anormalidade genética.
Segundo o líder do estudo, isso mostra que não há níveis seguros para a exposição à fumaça. A descoberta deve dar mais subsídios para a implementação de leis que restringem o fumo em ambientes públicos, como já acontece no Estado de São Paulo desde o ano passado.

Estudo associa fumo passivo a doença mental


Sabe-se que os fumantes sofrem de índices maiores de depressão e outros problemas mentais; agora, um novo estudo relata que até mesmo os fumantes passivos possuem um risco significativamente mais alto e maior probabilidade de serem hospitalizados por doenças mentais.

O estudo analisou dados da Pesquisa Escocesa de Saúde, entre 1998 e 2003, uma observação periódica de uma amostra nacionalmente representativa de cerca de 5.560 adultos não-fumantes e 2.595 fumantes. Os pesquisadores usaram um questionário com 12 itens para avaliar a saúde mental, incluindo problemas de sono e sintomas de depressão e ansiedade. Os níveis salivares de cotinina, um subproduto da nicotina, foram usados para medir a exposição à fumaça de cigarro.
Fumantes passivos tiveram probabilidade 1,5 vezes maior de sofrer de sintomas de transtorno psicológico em comparação aos não-fumantes que não se expuseram à fumaça, segundo o estudo. E o risco aumenta quanto maior for a exposição ao fumo passivo.
Embora as hospitalizações psiquiátricas tenham sido raras em geral, os não-fumantes que se expuseram à fumaça também tiveram quase três vezes mais chances de darem entrada num hospital psiquiátrico, de acordo com o estudo, que foi publicado online em 7 de junho no "Archives of General Psychiatry".
Embora se conheça há muito tempo a associação entre o tabagismo e problemas de saúde mental, os pesquisadores nunca puderam estabelecer se as pessoas com doença mental têm maior tendência a adotar o hábito de fumar, ou se o fumo pode de fato ajudar a causar a doença mental, disse Mark Hamer, o principal autor do estudo e pesquisador sênior da University College London.
"Esta pesquisa de alguma forma sugere que a nicotina tem algum tipo de impacto na saúde mental", disse Hamer. "Mas, é claro, precisamos investigar mais".

Efeito tranquilizador do cigarro é mito, pelo menos a longo prazo


Os benefícios de parar de fumar -redução no risco de câncer e muitos outros problemas de saúde - são bem conhecidos. Porém, para milhões de fumantes o efeito tranquilizador de um cigarro pode ser motivo suficiente para voltar ao hábito.

No entanto, estudos descobriram que, na realidade, fumar surte o efeito oposto, fazendo com que os níveis de stress aumentem no longo prazo. Para os dependentes, o único stress que ele alivia é a abstinência entre cigarros.
Num recente estudo, conduzido na London School of Medicine and Dentistry, pesquisadores acompanharam 469 pessoas que tentaram parar de fumar após serem hospitalizadas por problemas cardíacos. No início, os participantes tinham níveis parecidos de stress e, no geral, acreditavam que fumar os ajudava a lidar com isso.
Um ano depois, 41% tinham conseguido manter a abstinência. Após controlar diversos fatores, os cientistas descobriram que os abstêmios apresentavam "uma queda significativamente maior no stress percebido", de quase 20%, em comparação aos fumantes, que apresentaram pequenas mudanças.
A hipótese dos cientistas era de que os fumantes lidavam com os desconfortáveis desejos entre um cigarro e outro várias vezes ao dia, enquanto os abstêmios, depois de sofrerem com a abstinência inicial, gozavam de maior liberdade em relação aos desejos por nicotina e haviam, consequentemente, eliminado uma frequente e importante fonte de stress.
Outros estudos também descobriram que os fumantes enfrentam níveis elevados de stress e tensão entre cigarros, e níveis mais baixos após deixarem de fumar.
Assim, o efeito tranquilizador do cigarro é um mito, ao menos no longo prazo.

Garoto de 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia
(link do vídeo no final desta postagem)

Um garoto de apenas 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia. O primeiro cigarro lhe foi oferecido pelo próprio pai, quando tinha um ano e seis meses de vida, segundo informações do site do jornal inglês "Daily Mail". O problema é recorrente no país, onde 25% das crianças entre 3 e 15 anos já experimentaram um cigarro.

Ardi Rizal vive na província Musi Banyuasin e fuma apenas uma marca, que dá um custo de 3,78 libras por dia aos pais.
Agentes locais ofereceram um carro novo para a família Rizal com a condição do menino largar o vício, mas seus pais se sentem incapazes de detê-lo, por causa da birra que o menino faz.
Sua mãe declarou ao jornal que o filho está totalmente viciado e que, se ele não recebe cigarros, fica bravo, grita e bate a cabeça contra a parede, dizendo que se sente tonto e doente.
Apesar disso, seu pai Mohammed diz que ele lhe parece muito saudável e não vê problemas no hábito do filho.
De acordo com dados da Agência Central de Estatísticas, 25% das crianças do país, entre 3 e 15 anos, já experimentaram cigarro, sendo que 3,2% são fumantes ativas. O percentual de fumantes entre 5 e 9 anos aumentou de 0,4% em 2001 para 2,8% em 2004.
Um vídeo de um menino de 4 anos de idade soprando anéis de fumaça, também na Indonésia, apareceu brevemente no YouTube em março, causando protestos, antes de ser removido do site.
Defensores das crianças culpam a crescente pressão sobre elas para fumar em um paí onde um terço da população consomem tabaco e os cigarros podem ser compradas por apenas alguns centavos.
O presidente da Comissão de Proteção à Criança da Indonésia, Seto Mulyadi, culpa o aumento da publicidade agressiva e os pais fumantes e declarou que uma lei de proteção às crianças e fumantes passivos deve ser imediatamente introduzida no país.
Uma lei de saúde aprovada em 2009 reconhece formalmente que o fumo é viciante, e uma coalizão anti-tabagismo está empurrando restrições mais severas ao fumo em lugares públicos, além de proibições de publicidade e avisos maiores dos danos nas embalagens de cigarro.
Mas um projeto de lei sobre o controle do tabagismo foi paralisado por causa da oposição da indústria do tabaco.
O projeto pretende proibir a publicidade de cigarros e patrocínios, fumar em público e adicionar imagens gráficas às embalagens.
Um funcionário do Ministério da Indústria disse ao "Daily Mail" que o governo iniciou um plano para tentar limitar o número de fumantes, incluindo a queda de produção para 240 bilhões de cigarros neste ano, em contraposição aos 245 bilhões em 2009.
Ainda afirmou que quando a publicidade do cigarro for proibida, não haverá mais crianças que terão a saúde comprometida pelo fumo. Mas acredita que a imposição de uma mensagem antifumo será difícil no país, o terceiro maior consumidor de tabaco do mundo.


Fontes de pesquisa:


Wikipédia, a enciclopédia livre.
DO "THE NEW YORK TIMES" (Folha.com)
ANAHAD O'CONNOR DO "THE NEW YORK TIMES"

Para amigos fumantes, uma mensagem pessoal:

Amem-se e amem ao próximo verdadeiramente e parem de fumar!



Garoto de 02 anos fumandohttp://www.youtube.com/watch?v=7YJbHcFPXkU

Sites que poderão lhe ajudar a parar de fumar. Navegue e coloque em prática,


Tratamentos naturais para parar de fumar:

http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/tratamento-tabagismo-parar-de-fumar.html

Pare de fumar em cinco dias:

http://www.artenosite.com.br/pareidefumar/pagcomo5dias.htm

30 de julho de 2011

PÊRA



Informações sobre a Pêra, características, vitaminas, benefícios e propriedades

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:


Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Gênero: Pyrus

INFORMAÇÕES


• A pêra é um fruto muito nutritivo de sabor adocicado.
• Possui uma casca fina que pode ser, de acordo com a espécie, de cor amarela, verde ou vermelha.
• A polpa também varia de acordo com a variedade, podendo ser macia, dura ou granulosa.
• As variedades mais conhecidas no Brasil são: pêra willians, pêra-d'água, pêra de pé curto e pêra red (casca vermelha).
• É rica em sais minerais como, por exemplo, sódio, potássio, ferro, magnésio e cálcio.
• As vitaminas encontradas na pêra são do tipo A, C e do complexo B.
• Cada 100 gramas deste fruto apresenta, aproximadamente, 52 calorias.
• É uma fruta rica em fibras, contribuindo para o bom funcionamento intestinal.
• É uma fruta típica de regiões de clima temperado.
• Na culinária, é utilizada para a fabricação de geléias, compotas, sorvetes e outros doces.
• A árvore que produz este fruto chama-se pereira.
Fonte: sua pesquisa.com
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Fatos nutricionais das pêras
Pêra (Pyrus communis) é uma fruta parente da maçã. Uma característica distinta das pêras, além do formato, e a textura macia, a qual é o resultado de conversão do amido em açúcar. Quando prontas para comer as pêras têm um sabor doce e perfume que encanto os sentidos. Há mais de 3.000 variedades conhecidas de pêras o que estende as épocas de colheita e as disponibiliza em várias cores e tamanhos.
Pêra é uma escolha saudável
A pêra não tem colesterol, sódio ou gordura saturada. Ela oferece uma fonte rápida e natural de energia, devido às grandes quantidade de frutose e glicose. Além disso pêra tem mais levulose, o mais doce açúcar natural, do que qualquer outra fruta. A pêra é um alimento que têm uma grande quantidade de nutrientes.
Pêra e fibras
Uma pêra pesando 166 gramas provê 2,3 gramas brutas de fibras e 4 gramas de fibras alimentares. As fibras não contêm calorias, e são um elemento necessário para uma dieta saudável pois ajudam a sustentar os níveis de açúcar no sangue. Uma dieta rica em fibras também ajuda a diminuir o risco de câncer de cólon e reduzir o colesterol.
Pêra e potássio
Uma pêra de tamanho médio oferece 210 mg de potássio. Embora o potássio seja facilmente perdido através de transpiração por estilo de vida ativa e exercícios físicos, ele é necessário para manter os batimentos cardíacos, contração muscular, transmissão nervosa e metabolismo de carboidratos e proteínas. Pêras são uma excelente fonte para reabastecimento de potássio.
Pêra e Vitamina C
Uma pêra de tamanho médio oferece 7 mg de vitamina C, ou 10% das necessidades diárias. Como uma vitamina antioxidante, a vitamina C é essencial para o metabolismo normal e reparação de tecidos, ajudando a prevenir os danos dos radicais livres (sub-produtos destrutivos do metabolismo). A vitamina C melhora o sistema imunológico e promove a cicatrização de cortes e machucados, além de porteger contra várias doenças infecciosas.
Selecionar, lavar e comer as pêras


Ao selecionar as pêras evite as com cortes ou machucados e cores marrom escuras. Seleciona pêra que seja levemente verde, porque elas amadurecem mais rápido depois de colhidas. Procure por pêras com casca não desbotada. Não há necessidade de descascar a pêra e sua casca é uma fonte adicional de fibras. Sempre lave todas a frutas e vegetais frescos antes de comer.
O melhor mês pra encontrá-las no comércio é sempre no começo do ano, porém estendendo-se até setembro. Enfim, é uma fruta, saborosa e repleta de benefícios!
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Fatores nutricionais da pêra:
Tamanho da porção: 1/2 xícara, cortada (83g)
Quantidade por porção %-Necessidades Diárias *
Calorias 50
Gordura total 0g 0%
Sódio 0mg 0%
Carboidratos 13g 4%
Fibras alimentares 3g 12%
Açúcares 8g
Proteínas 0g
Vitamina A 0%
Vitamina C 6%
Cálcio 0%
Ferro 2%
* % das necessidades Diárias baseado em dieta de 2 mil calorias.
Fonte: Copacabana Runners (Corrida e saúde)
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Os Benefícios da pêra:
• Artrite e gota
• Anemia e Astenia (é um termo empregado na impossibilidade de exercer atividades do habituais ou seja debilidade, fraqueza)
• Cistite
• Diabetes
• Distúrbio digestivos
• Esgotamento
• Enxaquecas
• Edema nos doentes cardíacos e renais
• Gravidez
• Intolerância aos medicamentos
• Menopausa
• Náuseas e vômitos
• Perda de Peso
• Prisão de ventre
• Reumatismos
Dicas Terapêuticas:
Diabetes – A pêra só é permitida ao diabético graça a frutose ou levulose existente.
Distúrbio digestivo – Recomenda come-la cozida.
Enxaqueca – Cozida em pouco água.
Gravidez – A pêra facilita o funcionamento do intestino.
Perda de Peso – Um estudo revelou que dietas ricas em frutas, como maças pêras, ajudavam as mulheres com idade entre 30 aos 50 anos a perderem peso. Este mesmo estudo revelou uma diminuição significativa da glicose no sangue e do mal colesterol nas pessoas que consumiram duas ou três frutas diferentes(maças, pêras e outras)
Revista- viva melhor
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13 de julho de 2011

BANANA


Comer pelo menos uma banana diariamente faz muito bem para saúde. Pode ser pura, Vitamina de banana, salada de frutas com banana, banana frita, torta de banana ou qualquer outra forma de fazer comidas com banana.
No mundo são cultivados mais de 100 espécies de bananeiras e as mais tradicionais que conhecemos no Brasil são: Banana nanica, banana prata, banana da terra, banana maçã, banana de são tomé, banana ouro e banana sapo.
Banana nanica é conhecida por muitos como banana d’água, banana anã e banana chorona. Cada cacho desta banana dá até 200 unidades.
Banana prata é também chamada de banana anã grande e cada uma chega até 15 cm de comprimento.
Banana da terra é a mesma banana chifre de boi ou pacovan, esta chega a medir 30 cm de comprimento e uma pesa até 500 gramas.
Banana maçã é também conhecida como banana branca, recomendada para crianças e bebês.
Banana de São Tomé que alguns conhecem como banana curta e banana do paraíso, tem sua polpa amarelada, com cheiro forte.
Banana ouro, a mesma inajá, banana dedo de moça, banana mosquito ou banana imperador. Está é nanica e chega no máximo a 10 cm de comprimento.
Banana sapo, é de formato curto e grosso e muito usada para tratamento de animais domésticos.
Para a saúde a banana tem uma função muito boa por ser rica em potássio, são boas para auxiliar no tratamento da pressão arterial, controle da diarréia, para melhorar o humor das pessoas e ajudam no sono. Segundo estudos recentes, a banana ajuda na musculatura e é muito boa para o coração e para diminuir o colesterol no sangue.
A banana é um alimento altamente energético com aproximadamente 22% de hidratos de carbono e de fácil absorção pelo organismo, tem vitaminas C, A, B1, B2, B6, D e E, e minerais: potássio, fósforo, cálcio e ferro.
Ingerindo uma banana de 130 gramas: Informação Nutricional
Calorias 120 cal
Carboidratos 28gr
Proteínas 1gr
Gordura 1gr
Potássio 370mg
Vitamina C 20mg
Ferro 1,6mg
Sódio 0mg
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Frutas são saudáveis para saúde mantendo o bom funcionamento de seu organismo. A banana é indicada para evitar problemas de cãibras e consumida por atletas pelo menos 3 por dia.
A banana é considerada o alimento básico para milhões de pessoas pelo mundo, principalmente em países em desenvolvimento. O consumo em muitos lugares é na forma verde, podendo ser fritas, cozidas, guisadas e assadas. Bananas verdes são cortadas em fatias e fritas igual a batata, fica com um sabor parecido e tem valor calórico e nutricional também parecidos.
Dieta da banana verde, dieta da banana matutina, dieta de frutas para emagrecer são largamentes utilizados por pessoas que lutam contra a balança e se seguidas a risca dão um ótimo resultado.

Receita simples da dieta da banana

De manhã cedo come só bananas, pode ser uma ou mais e depois toma um cópo de água morna. O almoço e o jantar podem ser normais como o de costume e sempre vai dormir até as 23 horas. Esta receita virou febre no japão e foi desenvolvida e testada pelo casal Hitoshi e Sumiko Watanabe, ele é um estudioso de medicina preventiva e ela é farmacêutica. Além de emagrecer com saúde ainda limpa, desintoxica, fortifica, amacia, endurece e reanima as pessoas que andam desanimadas com seu peso.
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O que é que a banana (verde) tem
Vitaminas, minerais, carboidratos... Com uma qualidade nutricional impressionante, a fruta antes de amadurecer serve de base para uma infinidade de pratos - acredite, vai de doces simples como brigadeiro até pães e delícias da alta gastronomia - e ainda faz um bem enorme para a saúde
A banana é a quarta cultura mais importante do planeta, só perde para o arroz, o trigo e o milho. Cerca de 300 milhões de cachos da fruta são produzidos por ano e 85% da produção mundial é destinada ao consumo familiar. Só que 60% da produção de banana verde no Brasil - do campo até a comercialização - é desperdiçada. Mas você deve estar se perguntando: o que fazer com a banana verde a não ser esperar que amadureça? A resposta é: tudo o que se possa imaginar na culinária. Quem percebeu essa versatilidade do alimento e vem trabalhando na idéia há 10 anos é Heloísa de Freitas Valle, ex-bananicultora do Vale do Ribeira, no estado de São Paulo, criadora do Projeto Pró-Banana Verde. Acredite, por meio de um processo de extração da polpa da banana verde - que ela batizou de biomassa -, é possível fazer brigadeiro, quindim, pães, bolos, molhos, geléias, kibe, maionese, macarrão e agora mais recentemente, pelas mãos do chef de cozinha Renato Caleffi, do restaurante Casuale e do Thai Day Spa (SP), até mesmo pratos sofisticados de uma tendência que ele chama de alta gastronomia funcional. E tudo muito gostoso (eu provei alguns petiscos e fiquei impressionada com o sabor, que nem de longe lembra banana).
Os benefícios vão muito além da função multiuso da fruta. "A banana verde possui alto teor de amido resistente (AR), um tipo de carboidrato - portanto fonte de energia - que funciona como alimento probiótico, beneficiando a flora intestinal. Com o amadurecimento, o AR cai de 26% para 2%. Ainda contém minerais e vitaminas A, do complexo B e C", explica a nutricionista Flávia Zibordi Camargo, da EMF Consultoria em Alimentos (SP). Graças a essas propriedades, o 'ouro verde do Brasil' atua na manutenção da saúde, prevenindo males crônicos como o câncer, doenças do cólon, dislipidemias e distúrbios coronários. Outra vantagem do AR, segundo a especialista, é que ele possui baixo índice glicêmico, podendo ser consumido por portadores de diabetes tipo 2. Esse carboidrato também tem grande poder de saciedade, o que o torna um elemento interessante em dietas que combatem a obesidade.
A primeira receita
Defensora entusiasmada da banana verde, Heloísa de Freitas Valle destaca ainda a palatabilidade da fruta. "Ela fica bem em qualquer tipo de preparo" afirma. E pensar que tudo começou por força de uma circunstância. No ano de 1994, seu sítio foi assaltado e os ladrões levaram inclusive todo seu estoque de mantimentos. "Quando cheguei, depois de um dia de trabalho, vi que para comer só havia bananas verdes da plantação. Mandei buscar um cacho e improvisei uma receita. Cozinhei a fruta, passei pela peneira e daquela polpa fiz uma sopa creme. E sabe que me deu a maior disposição?", lembra. Curiosa, foi testando outras preparações. Mas além da atividade culinária, buscou respaldo científico para entender por que a banana verde dava aquele pique e quais outros benefícios continha. A Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista, e a Universidade de São Paulo (USP) mostraram interesse e colaboraram com suas descobertas, analisando o uso da fruta na indústria alimentícia. Mais tarde, Heloísa escreveu o livro Yes, Nós Temos Banana, pela Editora Senac. Hoje ela ministra palestras e relata seu sucesso com o 'ouro verde' em todo o país - recentemente, inclusive, marcou presença no primeiro Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, em São Paulo. E por meio da Associação Brasileira de Fomento à Banana Verde, entidade fundada em 2003, quer contribuir para programas de combate à fome e desnutrição. "Uma das idéias é enriquecer o pão francês, um alimento barato e acessível a toda a população. Usar a biomassa na merenda escolar também seria excelente", diz.
Um toque de mestre
O chef Renato Caleffi, que já atuou em grandes restaurantes paulistanos, sempre achou que a gastronomia, além de levar prazer às pessoas, poderia contribuir para a correta alimentação. Por isso, há algum tempo vem realizando pesquisas na área de alimentos funcionais e desenvolvendo pratos que se encaixam em uma tendência que ele passou a chamar de 'alta gastronomia funcional'.
Quando conheceu o Projeto Pró-Banana Verde, se encantou com a biomassa. "Trata-se de uma verdadeira massa de modelar. Além de ser rica em nutrientes, não tem cheiro e nem sabor, permitindo que eu viaje na elaboração das receitas. Minha intenção é quebrar a monotonia nutricional, oferecendo um prato bonito e saboroso, com saúde entre seus ingredientes", fala o chef, que também prepara um livro para mostrar algumas de suas criações.
Fonte- VIVA SAUDE
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Receitas com bananas verdes:

MAIONESE

Maionese feita sem ovos: acompanha petiscos ou pode ser usada em saladas

INGREDIENTES
• 3 bananas verdes
• 1 xícara (chá) de vinagre
• 1/2 xícara (chá) de óleo ou azeite de oliva
• 2 colheres (chá) de mostarda
sal

COMO FAZER
Bata o vinagre, óleo ou azeite, mostarda e sal no liqüidificador. Deixe o ligado e acrescente as bananas cozidas e quentes até formar um creme espesso. A maionese serve de acompanhamento para petiscos ou pode ser usada em saladas.

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Essa receita Super Funcional é do Alessander Guerra

BOLO DE FARINHA DE BANANA VERDE

Ingredientes:1 ovo grande caipira ou orgânico
¼ de xícara de açúcar mascavo light
01 xícara de farinha de banana verde
01 xícara de farinha de arroz integral
1 xícara de chá verde¼ de xícara de óleo de canola ou soja1 colher de sopa de levedo de cerveja1 colher de sopa de fermento em pó1 colher de chá de bicarbonato de sódioBananas cortadas em rodelas


Modo de Preparo:Antes de iniciar esta receita, ligue o forno (180°C). Bata o ovo com o açúcar, acrescente o óleo e misture bem. Em seguida, acrescente o chá e as farinhas. Bata por 3 minutos até ficar homogêneo. Após bater bem, acrescente o fermento em pó. Bata por mais 2 minutos. Coloque numa forma untada com óleo de canola ou soja, adicione a massa, acrescente por cima as rodelas de banana e asse até dourar.