Translate

Brasil

Brasil

28 de setembro de 2010

Uso da Insulina



Vamos conhecer um pouco mais sobre este medicamento, através da pesquisa a seguir:



Diabetes: orientações para quem usa insulinaA insulina é um hormônio fabricado naturalmente por algumas células localizadas no pâncreas. Pessoas portadoras de Diabetes que necessitam utilizar insulina, o fazem porque seu organismo não a produz ou produz em quantidade insuficiente, necessitando de complementação diária.
A insulina é um MEDICAMENTO!!!
Surgiu para salvar vidas. Antes de sua descoberta, as pessoas afetadas pela diabetes morriam à mingua, sem que se pudesse fazer nada por elas.
Como todo medicamento, a insulina só deve ser utilizada quando prescrita por um médico.
O uso da insulina não cura o Diabetes, pois essa é uma doença crônica, onde a cura ainda não foi descoberta. Assim, ela deve ser administrada todos os dias, às vezes, mais de uma vez ao dia. Sua ação é de redução dos níveis de glicose do sangue, protegendo a pessoa das complicações da doença.
Existem vários tipos de insulina. As mais usadas atualmente são as insulinas humanas tipo NPH, de ação mais lenta e a regular de ação rápida, utilizada para correção da glicemia elevada.
A concentração das insulinas no Brasil vem em U-100, isto é, para cada 1ml correspondem 100 unidades de insulina. Elas se apresentam em frascos de 10 ml, logo, contendo 1000 unidades para utilização em seringas.
Os frascos fechados de insulina devem ser armazenados em geladeira entre 2º a 8ºC, fora da embalagem térmica ou de isopor, longe do congelador, de preferência na gaveta ou próximo a ela, longe da porta também, pois lá não temos como manter uma temperatura adequada.
Uma vez congelada, a insulina perde suas propriedades de tratamento, podendo ser desprezada.
Se a insulina não puder ser guardada em geladeira, procure um lugar fresco, limpo e que não pegue sol diretamente para armazená-la. Ela pode ser mantida em temperatura ambiente, entre 15º e 30ºC.
Uma vez aberto o frasco de insulina, ele deverá ser utilizado no período de 30 dias, por isso, para seu controle, marque a data de abertura no frasco.
Evite transportar o frasco de insulina quando a temperatura ambiente estiver acima de 40ºC e use sempre uma caixa de isopor ou bolsa térmica. Se o transporte for de longa distância, além da embalagem térmica, utilize gelo reciclável separado do frasco de insulina por isolante para evitar seu congelamento. Nunca utiliza gelo seco.

Para a aplicação da insulina:
• Inicialmente, lave suas mãos cuidadosamente;
• Retire o frasco de insulina da geladeira de 10 a 20 minutos antes, pois a insulina gelada causa dor e irritação após a aplicação;
• Separe todo o material que irá utilizar: seringa, agulhas, algodão e álcool 70%;
• Gire o frasco de insulina leitosa (NPH) com movimentos suaves das mãos, sem agitar, pois o excesso de agitação também torna a substância inútil. Ela não deve espumar;
• A insulina transparente (Regular) não necessita de homogeneização prévia;
• Promova a desinfecção da tampa emborrachada do frasco de insulina com algodão embebido em álcool 70%;
• Pegue a seringa de insulina e puxe o êmbolo até a graduação correspondente à dose prescrita, tomando o cuidado de não tocar na parte interna do êmbolo;
• Retire o protetor da agulha e injete o ar dentro do frasco até o final. A introdução de ar no frasco facilita a aspiração e ajuda na retirada correta da dose de insulina;
• Sem retirar a seringa vire o frasco de cabeça para baixo e puxe o êmbolo até a dose prescrita. Se bolhas de ar aparecerem, dê pequenos golpes na seringa com as pontas dos dedos. Quando as bolhas saírem confira se a quantidade de insulina aspirada é a prescrita e, se necessário, corrija;
• Retire a seringa com a agulha do frasco e proteja-as, preparando-se para a aplicação.
Locais de aplicação de insulina:
Face anterior e lateral externa da coxa, face posterior do braço, quadrante superior lateral externo das nádegas e regiões lateral direita e esquerda do abdome, de 4 a 6 cm distante da cicatriz umbilical como na figura:
É muito importante fazer o rodízio do local de aplicação visando a melhor absorção da insulina e a prevenção de complicações como a lipodistrofia.

Deve-se organizar as aplicações por região escolhida, explorando uma determinada área até que se esgote as possibilidades de aplicação, respeitando-se o intervalo de 2 cm entre aplicações em um mesmo local.
A aplicação feita no abdome é a de maior velocidade de absorção, seguida dos braços, coxas e nádegas.
Não é aconselhável realizar a aplicação de insulina logo após a prática esportiva, pois o fluxo sanguíneo está aumentado, o que aumenta a velocidade de absorção.
Técnica de aplicação de insulina:
• Com as mãos limpas e a insulina já preparada, limpe o local escolhido para aplicação com algodão;
• Faça uma prega cutânea na pele do local escolhido e introduza a agulha em ângulo de 90 graus soltando a prega logo após;
• Injete a insulina delicadamente e retire a agulha da pele.
O descarte da seringa e agulha não deve ser feito no lixo normal, pois pode machucar quem recolhe e manipula o lixo.
Arrume uma garrafa plástica usada (a melhor é a de água sanitária) e vá descartando ali suas agulhas e seringas. Quando a garrafa estiver cheia, tampe-a e leve ao posto de saúde mais próximo de sua casa para que eles possam descartar no local apropriado.
Seringas e agulhas descartáveis de insulina podem ser reutilizadas em nível doméstico, desde que guardados alguns cuidados como a higiene das mãos e a proteção da agulha com sua capa própria.
Cuidado para não se machucar na hora de re-encapar a agulha. Se você estiver fazendo a insulina em alguém, peça para a própria pessoa re-encapar a agulha.
O Ministério da Saúde considera possível a reutilização das seringas pela mesma pessoa até oito aplicações em ambiente doméstico. Em caso de hospitais, unidades e postos de saúde exija sempre uso único de seringas e agulhas.
Em casa, as seringas e agulhas podem ser guardadas em local limpo á temperatura ambiente ou junto com a insulina na geladeira.
Na reutilização da agulha, não é necessária a limpeza com álcool, pois este retira a camada de silicone da agulha, o que torna a aplicação mais dolorosa.
Para quem usa canetas para aplicar insulina:
• Prepare a insulina e os materiais como já descrito acima;
• Retirar a tampa da caneta;
• Separe a caneta em duas partes (corpo e parte mecânica);
• Gire o parafuso interno até ficar completamente dentro da parte mecânica;
• Acomode o refil de insulina no corpo da caneta;
• Recoloque a parte mecânica ao corpo da caneta;
• Conecte a agulha na caneta;
• Selecione 2 unidades e pressione completamente o botão injetor. Repita a operação até o aparecimento de uma gota de insulina na ponta da agulha;
• Selecione o número de unidades de insulina necessárias;
• Introduza a agulha no subcutâneo;
• Pressione o botão injetor;
• Após a administração, aguarde 5 segundos antes de retirar a agulha;
• Retire a agulha e pressione o local por mais 5 segundos;
• Retire e descarte a agulha utilizada;
• Recoloque a tampa da caneta;
• Guarde a caneta em uso em temperatura ambiente (nunca poderá ser guardada no refrigerador)
Abaixo você assiste a um filme de aproximadamente 14 minutos sobre a aplicação de insulina, apresentado pelo Dr. Walter Minicucci.
A produção é uma iniciativa da Editora Lua.
http://www.youtube.com/watch?v=YBS_B9I8W54

Dicas úteis no uso da insulina.

Como a insulina deve ser armazenada ? A insulina pode ser armazenada em temperatura ambiente. Ela permanece em boas condições por 30 dias em um lugar frio e seco (2,5°C - 30°C). Ampolas não abertas de insulina devem ser armazenadas em geladeira e são válidas até a data de validade da caixa. Uma vez aberta, a ampola de insulina mantida em geladeira é válida por três meses ou um mês se estiver fora da geladeira.


Quando a insulina se torna "ruim" ? Não utilize a insulina Regular se ela se tornar turva e/ou expirar a validade. Não use a insulina NPH ou Lenta se ela cristalizar ou aparecerem depósitos na parte inferior da ampola, se ela congelar, ou se expirar a validade.


O que acontece se eu trocar a minha insulina ? Mudanças no tipo e/ou fonte da espécie podem resultar na necessidade de uma alteração na dose. Qualquer alteração de insulina deve ser feita apenas sob supervisão médica.

E sobre misturar insulinas ? Regular e NPH - injetar imediatamente após a mistura. Regular e Lenta - injetar imediatamente após a mistura, evite misturar e guardar para uso posterior. Regular e Ultra Lenta - misture e injete em até 5 minutos ou aplique em duas injeções diferentes. Seja coerente em sua escolha.


Como eu jogo fora as seringas ? Jogue fora imediatamente após o uso em um recipiente opaco, resistente a perfuração e durol. As seringas não devem ser reembaladas antes de serem jogadas fora. Não existe a necessidade de se quebrar a agulha após o uso e não é recomendado, mas se desejar fazê-lo, você deve utilizar um aparelho específico que pode ser comprado em farmácias. Quando o recipiente estiver quase cheio, ele deve ser coberto, lacrado e jogado fora conforme normas de despejo de material hospitalar.


Eu posso reutilizar as seringas ? As seringas devem ser utilizadas apenas uma vez, por causa da esterilização e a seringa reutilizada não é garantida. Entretanto, para alguns esse procedimento parece ser seguro e prático. Se na opinião de seu médico a múltipla utilização da seringa é aceitável, ele não deve durar mais que um dia e os seguintes procedimentos devem ser tomados: Armazene a seringa em temperatura ambiente. Coloque o protetor da agulha quando não estiver usando. Não embeba a agulha no álcool. Mantenha a seringa seca e limpa. Sopre a seringa com ar para evitar que a agulha entupa. Jogue fora se a agulha entortar ou encostar em outra superfície que não a pele. Certifique-se que a região em torno do local da aplicação não possui nenhum tipo de irritação ou infecção.
---------------------------------------------------------------------------

O uso de insulina pode causar hipoglicemia. Em terapias que visam a redução abrupta da glicemia ou injetar uma dose e não se alimentar.
A hipoglicemia causa :
Tremores, ansiedade, nervosismo
Palpitações, taquicardia
Sudorese, calor
Palidez, frio, languidez
Pupilas dilatadas
Fome, borborigma ("ronco" na barriga)
Náusea, vômito, desconforto abdominal
Atividade mental anormal, prejuízo do julgamento
Indisposição não específica, ansiedade, alteração no humor, depressão, choro, medo de morrer
Negativismo, irritabilidade, agressividade, fúria
Mudança na personalidade, labilidade emocional
Cansaço, fraqueza, apatia, letargia, sono, sonho diurno
Confusão, amnésia, tontura, delírio
Olhar fixo, visão embaçada, visão dupla
Atos automáticos
Dificuldade de fala, engolir as palavras
Ataxia, descoordenação, às vezes confundido com embriaguez
Déficit motor, parálise, hemiparesia
Parestesia, dor de cabeça
Estupor, coma, respiração difícil
Convulsão focal ou generalizada
----------------------------------------------------------------------------------
A insulina é uma importante aliada de sua saúde.
Conhecer um pouco mais sobre ela e tirar vantagens desse conhecimento, colocando-o em prática no seu dia-a-dia, contribui para sua auto-suficiência e qualidade de vida.
Insulina é um hormônio necessário ao metabolismo normal de carboidratos, proteínas e gorduras.
A insulina é obtida por extração em pâncreas bovino e suíno ou produzida quimicamente, idêntica à insulina humana, por tecnologia do DNA recombinante, por modificação química da insulina suína. Análogos de insulina são desenvolvidos pela mudança da seqüência de aminoácidos na molécula de insulina.
A insulina é disponível nos tipos de ação rápida, curta, intermediária e longa, que podem ser aplicadas separadamente ou misturada na mesma seringa. Insulina Regular é de curta ação. Insulina Lenta e NPH são intermediárias. Insulina Glargina e Ultralenta, são de longa ação.
Existem preparações que misturam proporcionalmente quantidades predeterminadas de insulina de ação intermediária e de curta ou rápida ação (ex. 70% NPH / 30% regular).
Diferentes tipos e espécies de insulina têm propriedades farmacológicas diferentes. A mudança de espécie de insulina em farmácia ou posto de saúde não deve ser feita sem prescrição de um médico, e deve ser informado ao paciente que tipo de mudança está sendo feita.
Estocagem. A insulina em uso deve ser mantida em temperatura ambiente, para limitar irritação no local da injeção, o que pode ocorrer se a insulina estiver fria. Já os frascos que não estiverem em uso devem permanecer refrigerados, evitando-se temperaturas menores que 22º C ou maiores que 30º C.
Recomenda-se que o paciente inspecione o frasco antes de cada aplicação para verificar mudanças físicas (congelamento, precipitação ou mudança na clareza ou cor). Exame visual deve mostrar que as insulinas rápidas e de curta duração, assim como a Glargina, são claras e transparentes, e os outros tipos, uniformemente turvos (cor de água de arroz).
Seringas. Devem ser utilizadas seringas com graduação para unidades de insulina.
As seringas para insulina possuem capacidade para 0,3; 0,5 e 1 ml; que aplicam até 30; 50 e 100 unidades, respectivamente.
As seringas nunca devem ser utilizadas por duas ou mais pessoas, pelo risco de transmitir doenças (ex. AIDS). Ao se viajar para outro país, leve estoque de seringas, que podem não ser encontradas no país de destino.
Reutilização. Um item importante a ser lembrado, quando se pensa em reutilizar seringas e agulhas, é a possibilidade de não se ter garantida a esterilidade. A maioria das insulinas tem aditivos bacteriostáticos que inibem o crescimento das bactérias comumente encontradas na pele. Portanto esta reutilização pode levar a um maior risco de infecção, em especial para alguns indivíduos.
Alternativas à seringa. Vários tipos de aparelhos parecidos com canetas estão disponíveis no mercado, dentro dos quais se colocam frascos especiais de insulina, para ser administrada através de agulhas especiais.
Em muitos pacientes estes aparelhos têm demonstrado melhor acerto nas aplicações de insulina e na aderência ao tratamento.
________________________________________
COMO CONSERVAR E TRANSPORTAR SUA INSULINA
Para garantir as propriedades da insulina é necessário que o transporte e o armazenamento seja feito de maneira adequada. Veja as orientações abaixo:
Transporte
Por até 7 dias é permitido transportar insulina sem refrigeração, seguindo as recomendações abaixo:
• Não expor a temperaturas acima de 40ºC;
• Nunca expor diretamente ao sol;
• Preferir transporte noturno;
• Nunca congelar;
• Não transportar com gelo seco;
• Não deixar o veículo estacionado ao sol;
• Colocar na geladeira, logo que chegar ao destino;
Em viagem
• Transportar em caixa de isopor ou bolsa térmica (não colocar gelo);
• Se não tiver isopor ou bolsa térmica, leve a insulina junta a você, onde não receba luz solar;
• A insulina que está em uso deverá ficar no lugar mais fresco da casa, em temperatura ambiente (entre 15º a 30ºC).
Em casa
• Não congelar;
• Não expor à luz solar:
• Não expor à temperaturas altas (ex. 40ºC);
• Armazenar na geladeira (porta ou parte inferior) em temperatura entre 2º e 8ºC.


Fonte: Alguns sites da wrb.


-----------------------------------------------------------------------------------
INSULINA INALÁVEL. VEJA QUE INTERESSANTE:

Insulina Inalável – Já é uma realidade?
A resposta por mais surpreendente que pareça, é sim. Entretanto, não é possível adquirí-la em uma farmácia, associação de diabetes ou loja especializada, pois a Insulina Inalada ainda está em fase de teste.
Diferente do que normalmente ouvimos sobre suprimentos para diabetes que estão em fase de teste, que ninguém nunca viu, poucos têm alguma informação confiável e que aparecerão no mercado em 10 ou 20 anos, a Insulina Inalada já está em fase final de testes e muitas pessoas já estão usando, dentro de protocolos de pesquisa.
No Brasil, a Insulina Inalada que está sendo testada é a EXUBERA, a qual já estou usando há aproximadamente 6 meses. Os investimentos em Insulina Inalada pelo mundo são muito grandes e já existem, pelo menos, quatro diferentes marcas sendo testadas, que são as seguintes:
EXUBERA – Insulina inalada em pó, desenvolvida pela Aventis, Pfizer Pharma em cooperação com a Inhale Therapeutics System.
AERx – Insulina humana líquida em aerosol, desenvolvida pela Novo Nordisk e Aradigm Corporation.
AIR – Droga com tecnologia de dispersão pulmonar, desenvolvida pela Eli Lilly e Alkermes.
AERODOSE – Micropartículas secas dispersas por um sistema de cartuchos, desenvolvida pela Aerogen, Disetronic e Pharmaceutical Discovery.

Decepcionando a expectativa de muitos, a Insulina Inalada não substitui todas as aplicações de insulina, porque esse tipo de insulina é de ação exclusivamente ultra-rápida, como a lispro ou aspart, obrigando seus usuários a continuarem se aplicando a insulina de ação lenta ou basal (NPH, L, U).

Insulinas inaláveis de ação lenta ainda estão em fase de testes mais atrasados. De qualquer forma, para quem prefere evitar algumas aplicações, a Insulina Inalada acaba sendo uma boa opção.

Contudo, o uso dessa insulina não é para qualquer um. Para participar do protocolo de pesquisa é necessário passar por uma série de testes, como o de capacidade pulmonar. Assim, quem tem uma baixa capacidade pulmonar não pode utilizar esse tipo de insulina.

Uma dúvida muito freqüente, também, é a forma de inalação. A Insulina Inalada não é aspirada por via nasal e, sim, por via oral. Quanto aos efeitos colaterais, posso dizer que no meu caso, ao começar a usar essa insulina, como deve ocorrer com a maioria, houve algum incômodo, como: tosses ao inalar e dificuldade de inalar quantidades um pouco maiores. Porém, depois de um mês meu organismo já estava totalmente adaptado e aceitando a inalação sem incômodos.

Mas então, por que a Insulina Inalada ainda não está sendo comercializada? Diversos testes por todo o mundo já foram realizados, o que nos deixa mais tranqüilos em fazer parte do protocolo, e não houveram intercorrências graves descritas.

Contudo, para a aprovação final, está sendo realizado este teste em diversos países do mundo, durante dois anos, para certificar, de uma vez por todas, que o uso prolongado da Insulina Inalada é seguro.

Assim, ficamos aguardando e torcendo para que em breve essa nova possibilidade de tratamento do diabetes seja aprovada e esteja disponível para todos.

Fonte: Jornal da ADJ
www.adj.org.br
Colaboração: Mark Thomaz Ugliara Barone (Diretoria Jovem da ADJ)


---------------------------------------------------------------------------------------------

Aqui está uma receita deliciosa indicada também para quem é diabético, experimente! foi enviada por NOURA

BOLO DE BANANA SEM AÇUCAR E SEM FARINHA.

* 4 bananas prata ou nanica bem maduras (quase a ponto de estragar mesmo, tem que ser bem madurinha)
* 1/2 xícara de uvas passas sem caroço
* 3 ovos
* menos que 1/2 xícara de óleo
* 2 xícaras de aveia ( pode ser em grãos finos ou grossos)
* 2 colheres (sopa) de fermento em pó

Bater no liquidificador as bananas, a uva passa, os ovos e o óleo. Numa tigela colocar essa mistura e acrescentar a aveia e o fermento mexendo bem devagar. Untar uma fôrma e levar ao forno por 20 minutos.

O bolo fica bem docinho por causa das bananas bem maduras e da uva passa, por isso não é necessário açúcar, nem adoçante. E para eliminarmos esse carboidrato simples que é a farinha de trigo, substituímos por aveia que contém fibras, é muito mais nutritiva e o melhor: não engorda

21 de setembro de 2010

MEL DE ABELHAS




O mel é a uma substância viscosa, aromática e açucarada obtida a partir do néctar das flores que as abelhas melificam.
Seu aroma, paladar, coloração, viscosidade e propriedades medicinais estão diretamente relacionadas com a fonte de néctar que o originou e também com a espécie de abelha que o produziu.
O néctar é transportado para a colméia, onde irá sofrer mudanças em sua concentração e composição química, para então ser armazenado nos alvéolos. Entretanto, mesmo durante o seu transporte para a colméia, secreções de várias glândulas, principalmente das glândulas hipofaringeanas, são acrescentadas, introduzindo aos materiais originais enzimas como a invertase. A enzima invertase adicionada pelas abelhas transforma 3/4 da sacarose inicial do néctar coletado nos açúcares invertidos glicose e frutose, ao mesmo tempo, que açúcares superiores são sintetizados, não sendo presentes no material vegetal original. Sua ação é contínua até que o "amadurecimento" total do mel ocorra.


Propriedades terapêuticas
Esse item tem a finalidade de informar sobre as diversas pesquisas que já foram e que vêm sendo desenvolvidas a respeito da utilização do mel com fins terapêuticos. Entretanto, qualquer produto ou substância que seja utilizada para fins curativos deve ter o devido consentimento médico.
A utilização dos produtos das abelhas com fins terapêuticos é denominada APITERAPIA, que vem-se desenvolvendo consideravelmente nos últimos anos, com a realização de inúmeros trabalhos científicos, cujos efeitos benéficos à saúde humana têm sido considerados por um número cada vez maior de profissionais da saúde. Países como a Alemanha já a adotaram como prática oficial na sua rede pública de saúde.
Especificamente ao mel, atribuem-se várias propriedades medicinais, além de sua qualidade como alimento. Apesar de o homem fazer uso do mel para fins terapêuticos desde tempos remotos, sua utilização como um alimento único, de características especiais, deveria ser o principal atrativo para o seu consumo.
Infelizmente, a população brasileira, de maneira geral, não o encara dessa forma, considerando-o mais como um medicamento do que como alimento, passando a consumi-lo apenas nas épocas mais frias do ano, quando ocorre um aumento de casos patológicos relacionados aos problemas respiratórios. No Brasil seu consumo como alimento ainda é muito baixo (aproximadamente 300 g/habitante/ano), principalmente ao se comparar com países como os Estados Unidos e os da Comunidade Européia e África, que podem chegar a mais de 1kg/ano por habitante.




A cristalização do mel (popularmente chamado de mel “açucarado”) é uma garantia da pureza do mesmo, podendo ser utilizado desse modo sem perda de nenhum dos seus benefícios; todo mel é originalmente liquido, mas devido à alta concentração de glicose e frutose diluído em 18% ou 20% de água a tendência é esses açucares se concentrarem formando uma pasta ou ate se solidificando totalmente e a baixa temperatura favorece o processo, para torná-lo liquido basta aquecer em banho Maria a no Maximo 40° . a maneira mais correta de se certificar da pureza do mel é com análise laboratorial, que irá identificar se o mesmo foi fraudado com adição de açúcar de cana ou outros.
O mel de abelhas sempre foi considerado um alimento dos mais completos e nutritivos que a humanidade tem noção. É constituído por: vitaminas B, B1, B2, B5, B6, BC, etc; sais minerais: cálcio, fósforo, enxofre, potássio, cloro, sódio, magnésio, ferro, manganês, cobre, silício, bório, nitrogênio, e outros presentes em pequenas quantidades; ácidos: málico, cítrico, fórmico, tânico, cúprico, oxálico, fosfórico, bútrico, acético, láctico, valerânico, e propiônio e outros elementos.
O mel possui, portanto, uma propriedade grandemente EMBELEZADORA já que, se o aplicarmos regularmente sobre o rosto, ele pode reafirmar a pele e prevenir as RUGAS, tornando mais suave a pele seca. Aplique uma máscara de mel sobre o rosto e pescoço, duas vezes por semana, deixando atuar durante quinze minutos, no mínimo. Depois, retire com uma toalha úmida e verá os resultados.



Texto:Por Eduardo Passos da Silva(Apicultor)

14 de setembro de 2010

PÓLEN





O pólen 
é de fundamental 
 é a parte masculina do sistema reprodutivo das flores que com ele fazem a fecundação e a geração de frutos, que por sua vez são sementes para gerar novas plantas e novas flores e novos frutos e perpetuar o ciclo da vida e para contribuir nesse ciclo as plantas necessitam realizar uma fecundação cruzada, ou seja o pólen da flor de uma planta fecundada com a flor de outra planta, há a necessidade do vento, dos pássaros e principalmente dos insetos e em especial das abelhas fazendo uma parceria perfeita, pois as flores oferecem o néctar para atrair os polinizadores que no caso das abelhas o utiliza para fazer mel que é sua fonte de energia e nesse mesmo processo coletam o pólen para na colmeia junto com o mel formar o “pão da abelha” que é a mistura de pólen e mel reunindo a energia do mel com a proteína, vitamina aminoácidos e demais qualidades inerentes ao pólen, “pão” este que é o alimento das abelhas a partir de seu terceiro dia de desenvolvimento ainda no favo de cria e após o nascimento por toda sua vida.
O pólen tem uma grande quantidade de proteína (cerca de 35%) na sua composição, pelo que pode ser um bom complemento para quem tem uma alimentação vegetariana ou macrobiótica. Contém ainda uma grande variedade de aminoácidos, entre os quais se destacam: Triptofano, Metionina, Histidina, Leutina, Isoleudna, Treonina, Fanilalanina; contém igualmente Acido glutâmico, Arginina, Cistína, Lisína, etc.

Segundo pesquisadores do Royal Society of Naturalists, várias gerações de camundongos, que viveram exclusivamente do pólen das abelhas e água, jamais apresentaram sintoma algum de carência ou disfunção, mas sim um grande aumento de fertilidade e desenvolvimento corpóreo.
De acordo com Aschenasy Leru, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, sua concentração de aminoácidos é de cinco a sete vezes superior ao bife, ovos ou queijos.
Para Schmidt e Buchmann (1992) essa superioridade nutricional é constada não só em
relação ao bife e feijões, chegando a ter até dez vezes mais tiamina (vitamina B1) e
riboflavina (vitamina B2), mas também à galinha, pão integral, maçã, repolho e tomate crus. 35g de pólen por dia suprem as necessidades proteicas de uma pessoa.


O pólen é um verdadeiro tesouro enzimático de mais de 5.000 enzimas e coenzimas
- moléculas proteicas, sem as quais a vida seria inoperante, por serem fundamentais ao bom funcionamento do organismo.
O pólen contém uma quantidade considerável de rutina, e que confere ao pólen uma das mais preciosas virtudes, o combate à fragilidade capilar. Com efeito, a rutina reforça a parede dos vasos sanguíneos, e é incorporada em suplementos alimentares e produtos farmacêuticos destinados ao tratamento da fragilidade vascular.
O Pólen é bastante rico em vitaminas tendo na sua constituição betacaroteno (provitamina A), e a maior parte das vitaminas do complexo B (B1, B2, B5 ou PP, B6, etc…) e as vitaminas C, D, E e P.
Encontram-se ainda no pólen fermentos, que ajudam à digestão dos açúcares atuando sobre a utilização dos fosfatos pelo organismo; do mesmo modo, o pólen contém ainda substâncias hormonais, em que algumas são fatores de crescimento e outras estimulantes endócrinos.
Uma das principais qualidades do pólen é a sua contribuição na estabilização do equilíbrio nervoso. É recomendado para a astenia, ou neurastenia, depressão e esgotamento, fadiga nervosa e intelectual.
O pólen atua no sentido da estabilização do equilíbrio e da harmonia. Assim, pode ser utilizado, ao mesmo tempo, contra o emagrecimento e no tratamento da obesidade; este fato deve-se, sem dúvida, à sua influência sobre o sistema glandular.
Esta ação harmonizadora nota-se igualmente na regularização das funções intestinais; o pólen actua de uma forma tão eficaz em relação à prisão de ventre, como em casos de diarreia. Graças à sua atividade bacteriostática (especialmente em presença do colibacilo), o pólen é ainda um protetor da flora intestinal, opondo-se as putrefação (entre outros, nos casos de colite).
O pólen é também um elemento protetor, que se opõe ao desenvolvimento de certas variedades microbianas. Estimula as funções gástricas (com efeitos favoráveis sobre o apetite, a digestão e as evacuações). Contribui para a regeneração do sangue, especialmente no aumento da taxa de hemoglobina; assim, pode utilizar-se o pólen com bons resultados em casos de anemia, enfraquecimento e excesso de fadiga.


MODO DE USAR :


* Como preventivo e complemento alimentar : Tomar uma colher de sobremesa pela manhã e outra a noite .
* Para coadjuvante nos tratamento de algum distúrbio : Tomar 03 colheres de sobremesa ao dia de preferência com as principais refeições .
* Para facilitar seu uso e também seu sabor indicamos fazer um composto de mel com pólen a 20% e tomar deste composto como adoçante
Pode ser usado em associação com outros alimentos como c/ cereais , sucos , vitaminas, leite ou saladas .
USO EXTERNO- Tratamento de peles secas e com tendência a escamar .
USO : extrato glicólico de pólen de 3 a 6% em base de creme própria para este tipo de pele.

- Tratamento de cabelos secos, quebradiços e com tinturas.

USO: extrato glicólico de pólen de 3 a 6% em base de shampoo ou condicionador

OBS: Para melhor efeito o paciente deve fazer o uso do pólen em sua alimentação
Devido sua composição observa uma melhora visível da sedosidade da pele e brilho dos cabelos.

* Pólen in Natura, pode ser misturado em saladas, café da manhã, etc. Por apresentar sabor agradável, muitas pessoas utilizam desta forma.

Uma chamada de atenção, o pólen tem pouca resistência à umidade, e por isso deve ser conservado num frasco de boca larga hermético.


EDUARDO PASSOS DA SILVA
Apicultor