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23 de novembro de 2017

Benefícios do chá de aroeira

O chá, banho e compressas feitos com a aroeira mansa conseguem tratar vários problemas internos e também externos no organismo




Muito usada na medicina alternativa, à aroeira mansa é uma árvore de pequeno porte que possui diversas propriedades em suas folhas e casca. Os benefícios trazidos pela planta são inúmeros e podem ser aproveitados na forma de chá e também como banhos e compressas.
Mas para conseguir usufruir dos benefícios da aroeira mansa é importante conseguir diferenciá-la da aroeira branca ou brava. Essas costumam causar efeitos diferentes, provocando sintomas como edemas, eritemas e urticária.
Mas também são espécies de aroeira mansa: a aroeira do campo, almecegueira e lentisco, rasteira, mole e algumas outras.

A aroeira mansa tem propriedades capazes de combater diarreia, corrimento vaginal, contribui para o aumento do fluxo menstrualcombate fungos e bactérias, tem ação adstringente, é balsâmica, diurética, purgativa, estomáquica, tônica, vulnerária e anti-inflamatória.

O tratamento natural feito com a planta é indicado para pessoas que sofrem de azia, gastrite, cistite, uretrite, diarreia, gonorreia, febrereumatismo, gota, dor de dente e ciática, tosse, bronquite e íngua.
As folhas da aroeira são balsâmicas e podem ser usadas para tratar problemas como feridas, erisipela, inflamação na pele, infecções cutâneas causadas por bactérias, entre outras.
Para tratar problemas dermatológicos, usa-se o chá das folhas como forma de compressa. O mesmo acontece quando o caso é de doenças reumáticas, artrite, distensão de tendões, dores ciáticas e gota. Além de fazer a compressa e massagem, pode-se fazer também banho quente com o chá.
Já quando usado na forma de infusão, o chá de aroeira pode ajudar no tratamento de doenças internas, como do trato urinário, problemas com os órgãos digestivos, diarreias entre outras.
E além de tratar diversas doenças, o chá de aroeira também pode ser usado por quem pretende perder peso. Graças à ação diurética da bebida, ingerir o chá de aroeira diariamente vai ajudar a diminuir a retenção de líquido, ajudando, inclusive, a desinchar a barriga, por exemplo.
Para conseguir um efeito emagrecedor mais eficaz e saudável, basta aliar o consumo da bebida com uma dieta saudável e a prática diária de exercícios físicos.

Além da erva possuir efeitos similares ao do bálsamo, à aroeira ainda ajuda a eliminar fungos e bactérias do organismo.
Devido ao seu poder antibacteriano, antifúngico, anti-inflamatório e cicatrizante, ao consumir o chá feito com a erva o útero fica mais saudável e limpo. As mulheres que estão em processo de gestação não devem consumir à Aroeira.


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Segundo texto sobre a aroeira:


A aroeira, pertencente à família das Anacardiaceae, é uma árvore de pequeno porte, com folhas pequenas, e tipicamente brasileira.

Benefícios e propriedades


Ela é bastante usada na confecção de remédios naturais para males diversos devido às suas inúmeras propriedades que variam entre tônicas, adstringentes, depurativas, anti-inflamatórias, antioxidantes e até mesmo cicatrizantes. A maioria destas propriedades está nas suas folhas e cascas e são, geralmente, aproveitadas na forma de chá ou como banhos e compressas. Suas folhas são balsâmicas, que têm aroma e propriedades do bálsamo, e esta propriedade é indicada para o tratamento de feridas, e infecções na pele provocadas por bactérias, por exemplo.
Como dito anteriormente, a aroeira é utilizada na medicina popular na forma de chá, ou compressa. O chá é feito a partir das folhas e cascas da planta e segue um procedimento bem simples de preparo.


Outras indicações e propriedades:

·         diurético,
·         laxante,
·         afrodisíaco,
·         gota,
·         ínguas,
·         feridas,
·         inflamações diversas,
·         leucorreia,
·         problemas urinários,
·         sífilis.

Como fazer o chá de aroeira?

É simples! Basta acrescentar cerca de 100 gramas das folhas da planta a um litro de água e leva-lo ao fogo até que atinja a fervura.
Para uso das casca - coloque em um litro de água, cerca de 20 a 30 gramas da casca de aroeira (3 a 4 pedaços da mesma), e deixe que permaneça ao fogo por pelo menos 5 minutos.

Preparo de banhos

Basta cozinhar 25 gramas da casca de aroeira e banhar-se por um tempo mínimo de 15 minutos com o líquido numa temperatura morna. Os banhos são eficazes no tratamento de males como reumatismo e infecções de pele.
Como com todas as plantas medicinais, os benefícios da aroeira somente poderão ser aproveitados se utilizados da maneira correta.

 



5 de junho de 2017

ENDOMETRIOSE

Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.
Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.
É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.
Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.
Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP


SINTOMAS

Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade. Aproximadamente 20% das mulheres têm apenas dor, 60% têm dor e infertilidade, e 20% apenas infertilidade.
Existem mulheres que sofrem dores incapacitantes e outras que não sentem nenhum tipo de desconforto. Entre os sintomas mais comuns estão:
• Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
• Dor pré-menstrual;
• Dor durante as relações sexuais;
• Dor difusa ou crônica na região pélvica;
• Fadiga crônica e exaustão;
• Sangramento menstrual intenso ou irregular;
• Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
• Dificuldade para engravidar e infertilidade.
A dor da endometriose pode se manifestar como uma cólica menstrual intensa, ou dor pélvica/abdominal à relação sexual, ou dor “no intestino” na época das menstruações, ou, ainda, uma mistura desses sintomas.

DIAGNÓSTICOS

O diagnóstico de suspeita da endometriose é feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.
Atenção especial deve ser dada ao exame de toque, fundamental no diagnóstico da endometriose profunda. Em alguns casos, o médico ginecologista solicitará uma ressonância nuclear magnética e a ecocoloposcpia.

Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

EXAMES

A endometriose ainda é uma doença difícil de diagnosticar por meio do exame físico, ou seja, realizado durante a consulta ginecológica de rotina. Dessa forma, os exames de imagem são mais adequados para indicar a possível existência do problema, que será confirmada posteriormente por meio de exames laboratoriais específicos.
Entre os exames de imagem que podem sinalizar a endometriose, destacam-se:
Ultrassonografia transvaginal – Procedimento de menor custo, que permite a identificação de endometriomas, aderências pélvicas e endometriose profunda.
Ressonância magnética – Exame mais caro, a ressonância magnética apresenta melhores taxas de sensibilidade e especificidade na avaliação de pacientes com endometrioma e endometriose profunda.
Para identificar a existência da endometriose, outros exames complementares ainda podem ser solicitados pelo médico, como a ultrassonografia transretal, a ecoendoscopia retal e a tomografia computadorizada. Após a identificação de alguma alteração, o médico poderá optar por realizar uma biópsia da lesão encontrada, de modo a confirmar o diagnóstico. Essa avaliação será realizada por meio de exames chamados laparoscopia e laparopotomia.
Laparoscopia – Permite tanto o diagnóstico como o tratamento da paciente. O procedimento é realizado através de pequenas incisões na barriga, e a introdução de instrumentos telescópicos para a visualização, e se for o caso, para a retirada das lesões. A laparoscopia também permite a coleta de material para avaliação histológica e o tratamento cirúrgico das lesões. O ideal é que seja realizado após o término da fase de avaliação por meio dos métodos de imagem, permitindo que o diagnóstico e o tratamento possam ser feitos de maneira integrada – e evitando, assim, múltiplos procedimentos. A Laparoscopia é mais vantajosa que a Laparotomia, porque envolve um menor tempo de hospitalização, anestesia e recuperação, além de permitir uma melhor visualização dos focos da doença.
Laparotomia – É o procedimento tradicional e considerado mais invasivo em comparação à Laparoscopia.  Envolve uma incisão abdominal maior para acessar os órgãos internos, e pode ser indicada pelo médico dependendo das necessidades da paciente.
Hoje em dia, no entanto, existem diversos tipos de tratamentos não invasivos, que podem reduzir o número total de procedimentos a que a paciente é submetida. Vale ressaltar que a endometriose é uma doença crônica, e por isso o acompanhamento médico contínuo é fundamental.






Fonte:
PASSOS, Eduardo Pandolfi. et al. Videolaparoscopia. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 302-322.
SOUZA, Carlos Augusto B. et al. Endometriose. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 144-158.
UENO, Jogi. Laparoscopia x Laparotomia. Disponível em: < http://laparoscopiaginecologica.net.br/2013/07/laparoscopia-x-laparotomia/>. Acesso em 18 jul. 2013.



PREVENÇÃO
A endometriose é uma doença benigna, que se caracteriza pela proliferação do tecido chamado endométrio para fora da cavidade uterina, local em que ele normalmente se desenvolve. O crescimento do endométrio faz parte do ciclo reprodutivo da mulher. Ao longo desse período, o tecido cresce, e quando não ocorre gravidez ele é eliminado em forma de menstruação. Entretanto, em algumas mulheres algumas células desse tecido migram no sentido oposto, podendo subir pelas tubas e chegar à cavidade abdominal, multiplicando-se e provocando a endometriose.
Não há consenso médico sobre as causas que levam ao desenvolvimento da endometriose, de modo que ainda é difícil falar diretamente em prevenção. Entretanto, diversos estudos sobre as características das mulheres que têm a doença ajudam a medicina a se aproximar de maiores respostas.
Enquanto alguns fatores de risco para a endometriose são bem conhecidos, ainda não é claro como determinados comportamentos, tais como o uso de determinados medicamentos, drogas, entre outros fatores, poderiam aumentar ou diminuir as chances de desenvolver a doença.
Alguns estudos associam o padrão menstrual à ocorrência de endometriose: pacientes com fluxo mais intenso e mais frequente teriam mais risco de apresentar a doença.
A relação entre o uso de pílula anticoncepcional e a endometriose ainda é polêmica: há pesquisadores que encontraram aumento de risco, e outros que indicaram a redução ou ausência de efeito. Como alguns anticoncepcionais orais são utilizados por mulheres que apresentam cólicas menstruais (dismenorreia primaria), e a endometriose causa dor pélvica (dismenorreia e dispareunia), a pílula é muitas vezes prescrita para mulheres que têm a doença, sem que se tenha descoberto alguma relação de causa e efeito entre elas.
Filhas e irmãs de pacientes com endometriose têm maior risco de também desenvolver o problema. A identificação genética poderia ajudar a entender melhor a doença, mas é ainda difícil saber o quanto os genes realmente são relevantes em relação a outros fatores, como etnia e fatores ambientais.
Consumir muito álcool e cafeína são hábitos que têm sido associados ao aumento do risco ou piora do quadro de endometriose, enquanto fazer atividades físicas parece diminuir as chances de desenvolver a doença.
Com um debate científico ainda bastante acalorado sobre as causas da endometriose, o melhor que as pacientes podem fazer para manter a saúde em dia é consultar regularmente o ginecologista. Observar os sintomas e conhecer seu corpo também são atitudes que ajudam a perceber alterações, indicando a necessidade de voltar mais cedo ao consultório.


Fontes:
SOUZA, Carlos Augusto B. et al. Endometriose. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 144-158.
VARELLA, Drauzio. Endometriose: entrevista. Disponível em: < http://drauziovarella.com.br/mulher-2/endometriose-3/>. Acesso em 19 jul. 2013.


TRATAMENTOS E CUIDADOS
Dois tipos de tratamento podem ser usados para combater as dores da endometriose: medicamentos ou cirurgia. Cada um deles tem suas especificidades, e cabe ao ginecologista avaliar a gravidade da doença em cada caso e recomendar o melhor tratamento. Vale lembrar que, dependendo da situação, ambos os procedimentos são feitos de maneira integrada.
Tratamento cirúrgico:
Nesse procedimento, a endometriose é removida por meio de uma cirurgia chamada laparoscopia. Em alguns casos, é possível eliminar apenas os focos da doença ou as complicações que ela traz – como cistos, por exemplo. No entanto, em situações mais sérias, o procedimento precisará até remover os órgãos pélvicos afetados pela enfermidade. Dependendo das condições da doença, é possível recorrer a tratamento por laparoscopia, com laser.
Também é possível a realização da videolaparoscopia, na qual diagnosticará o número de lesões, aderências, a obstrução tubária e já tratar a doença.
Tratamento com medicamentos:
Existem diversos medicamentos disponíveis no mercado para tratar a endometriose, como: analgésicos, anti-inflamatórios, análogos de GNHR, Danazol e Dienogeste. Atualmente também é possível reduzir os sintomas utilizando o DIU com levonorgestrel.
Antes de começar o tratamento, caso a paciente deseje engravidar, poderá ser indicado o encaminhamento para um Centro de Reprodução Humana, pois a melhor alternativa para a mulher que possui endometriose e deseja ter filhos é a fertilização in vitro. Isso porque a presença da endometriose não afeta as taxas de gravidez quando escolhido esse método.
É importante compreender que não existe cura permanente para a endometriose. O objetivo do tratamento é aliviar a dor e amenizar os outros sintomas, como favorecer a possibilidade de gravidez e diminuir as lesões endometrióticas.
Fonte: Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

CONVIVENDO

Se a doença for detectada logo no início, o tratamento poderá ser instituído precocemente, aumentando a efetividade de alívio dos sintomas. Para isso, a mulher deverá relatar ao médico as situações atípicas e quaisquer outros problemas que possam ser sintoma da endometriose.
O objetivo é auxiliar as mulheres com endometriose ou suspeita da doença, além de seus médicos, na coleta e organização de informações relacionadas ao ciclo menstrual, como dor, impactos nas rotinas diárias e padrão de sangramento. Dessa forma, a conversa com o especialista fica mais fácil.

Fontes:
Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP
Lima, Geraldo Rodrigues de; Girão, Manoel J.B.C.; Baracat, Edmund Chada. Endometriose. In: Ginecologia de Consultório. 2003.1ª Edição. P.165-173. Editora de Projetos Médicos. São Paulo-SP.



22 de fevereiro de 2017

AMORA MIURA

Aplicações e benefícios

O chá é muito usado para melhorar o funcionamento dos rins e do fígado, além de ajudar a diminuir a pressão arterial, a taxa de glicemia, combater a obesidade e auxiliar na reposição hormonal. Pode ser usada ainda para combater a queda de cabelos com massagens no couro capilar. Além disso, recomenda-se o gargarejo com chá morno para eliminar as secreções catarrais de vias respiratórias altas. Rica em proteínas e sais minerais, ajuda ainda a regular o intestino, possui efeito bactericida e anti-inflamatório, além de prevenir a osteoporose.  O chá, conhecido por sua grande quantidade de nutrientes, possui 22 vezes mais cálcio que o leite, além do potássio, magnésio, ferro natural, proteína, fibra, zinco e levedura.

Chá de amora miura e o emagrecimento

O chá de amora miura ajuda a diminuir a retenção de líquidos, diminuindo o inchaço do corpo, sem o sabor amargo dos outros chás emagrecedores. Com sabor de fruta, é um excelente regulador do intestino, ajudando a diminuir a absorção de gorduras. Rica em vitamina C, ajuda a combater o colesterol alto, além de contribuir, graças às suas propriedades antioxidantes, com a beleza da pele e dos cabelos. É eficaz ainda na decomposição do açúcar delgado, prevenindo a obesidade.

Como preparar?


Para preparar o chá de amora miura, use a proporção de duas colheres de sopa de erva para cada litro de água. Em um recipiente, coloque a água ainda fria e a erva. Leve ao fogo, e ao alcançar fervura, cronometre mais, aproximadamente dez minutos. Em seguida, deixe amornar, coe e consuma. O consumo ideal é de três a cinco xícaras ao dia,durante 90 dias seguidos, você sentirá resultados surpreendentes e não há contra indicações. 

Contra indicações e informações

O chá deve ser consumido como uma forma de complementar a alimentação, e não com função de medicamento. Consulte sempre o seu médico antes de consumir qualquer medicamento, seja natural ou industrializado.
A amora miura não possui contraindicações, e pode ser tomado por qualquer paciente. Para auxiliar a perda de peso, o chá de amora miura deve ser administrado junto à uma alimentação saudável e acompanhamento de uma dieta, alcançando dessa forma resultados mais rápidos.
Outra indicação da infusão das folhas de amora miura é para a regulação hormonal. 


A eficácia testada e aprovada do Chá de Amora Miura se deu primeiramente pelo Ministério da Saúde do Japão, vindo a ser divulgado pelo Canal de Tv Japonesa NHK, após analisadas as amostras das folhas da Amora Miura, pôde-se se comprovar através de estudos que realmente ele tem efeitos poderosos para controle e prevenção sobre:


· Possui a DNJ, Inibidora da Taxa de Glicose com a liberação Natural de insulina;

· Melhora do funcionamento do Fígado e dos Rins, inibindo o acúmulo de gordura e colesterol nestes orgãos;

· Ele Possui 22 vezes mais cálcio que o leite, além de conter mais potássio, magnésio e ferro natural, proteína, fibra, zinco e levedura;

· Inibi o acúmulo de gordura no corpo e aumenta o volume de gordura eliminada, inibindo principalmente o acúmulo de gordura nas vísceras, e evitando assim a obesidade;

· Através de Melhoria das taxas de colesterol e gorduras neutras no sangue;

· Efeito de normalização e de inibição de elevação arterial, por possuir o ácido y-aminobutírico (GABA) um hipotensor;

· Regula os hormônios atuando com eficácia nos sintomas da menopausa;

· Por possuir grande quantidade de fibras alimentares, e outras propriedades facilitando o trânsito intestinal e melhora da prisão de ventre. Ainda diminui os bacilos nocivos sem afetar o benéficos, mantendo a flora intestinal em boas condições.

· Estudos revelam que o Chá de Amora Miura tem efeito de inibir a proliferação de fungos, bem como efeitos bactericida/anti-inflamatórios;

·TODOS ESSES DADOS FORAM RETIRADOS DE PESQUISAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE JAPONESA: