Translate

Brasil

Brasil

21 de agosto de 2011

Oito frutas típicas do Brasil que fazem sucesso pelo mundo.

Além de exóticas, elas têm grande valor nutricional e esbanjam sabor

Elas ficaram tão famosas e requisitadas pelo mundo que hoje não é difícil encontrar alguém comendo açaí ou mangaba pelas ruas do Japão ou em algum país europeu.

As frutas típicas do Brasil são conhecidas por seu sabor exótico e pelas inúmeras combinações que permitem preparar pratos variados e gostosos.

Além destas qualidades, as frutas apresentam valores nutricionais importantes e devem ser incluídas com frequência no cardápio. "Além de saborosas, elas previnem doenças, se adequam a dieta e enchem o prato de energia", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella.

A seguir, conheça as vantagens de consumir oito frutas da biodiversidade brasileira:

O Acaí- Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. Cada 100g do fruto tem 262 calorias. "O açaí tem gorduras que fazem bem para a saúde e por isso deve ser incluído no cardápio, porém, o ideal é consumi-lo sem adição de complementos muito calóricos, isso ajuda a manter a dieta", sugere Robert Stella. Gorduras: 52%, Fibras: 25%, Proteínas: 10%.

O cupuaçu contém vitaminas, minerais e pectina, uma fibra solúvel que ajuda a manter bons níveis de colesterol. Além disso, sua polpa pode ser utilizada na preparação de sucos, sorvetes, vinhos, licores ou doces. As sementes podem substituir as do cacau na fabricação do chocolate e seu valor calórico é baixo. Cada 100 gramas da fruta tem 72 calorias. Carboidratos: 9,8 g, Proteínas: 1,2 g, Gorduras Totais: 1,1 g, Gorduras Saturadas: 0,0 g, Gorduras Trans: 0,0 g.






A castanheira do Pará é uma das mais importantes árvores amazônicas. Seu fruto é muito rico em gorduras e proteínas. Além disso, tem dois nutrientes especiais: o selênio e a vitamina E, antioxidantes que bloqueiam os radicais livres, que destroem as células e com o tempo são responsáveis pelo aparecimento de doenças cardiovasculares e câncer. O consumo de uma castanha-do-pará por dia é capaz de suprir a necessidade diária de selênio, mineral que reforça o sistema imunológico. Cada 100 gramas leva 400 calorias. Proteínas: 14g, Gorduras: 66g, Carboidratos: 13g, Gordura saturada: 16g, Gorduras Polinsaturadas: 21g, Gorduras Monoinsaturadas: 23g.


O caju é rico em carboidratos, fibras, minerais (como cálcio, fósforo e ferro), vitamina C e complexo B. Para se ter uma ideia, ele tem três vezes mais vitamina C do que a laranja. Enquanto 100 ml de suco desta última contém 60 mg dessa vitamina, a mesma quantidade de suco de caju concentra de 200 a 250 mg e oferece cerca de 47 calorias. "Além do sabor pra lá de agradável, o caju apresenta oxidantes importantes para a saúde e tem pouca gordura. Pode ser consumido em saldas, doces e sucos", explica Roberta Stella.

A jabuticaba-Fruta com elevado valor nutritivo, a jabuticaba é riquíssima em vitaminas do Complexo B, principalmente B2 e niacina, aparecendo em menor quantidade a vitamina C e, ainda, sais minerais (ferro, cálcio e fósforo). As vitaminas do Complexo B tem como principais funções evitar problemas de pele, reumatismo, são essenciais ao crescimento e evitam a queda dos cabelos. Cada 100 gramas da fruta têm cerca de 40 calorias.

A carambola é fonte de vitaminas A e C. Fornece ainda sais minerais como cálcio, ferro e fósforo. Tem sabor agridoce e sua cor varia do verde ao amarelo, dependendo do seu grau de maturação. A polpa é propícia para sucos e geleias. 100 gramas de carambola fornecem 29 calorias. "Além de saborosa e leve, a fruta apresenta função diurética ajudando no combate a retenção de líquidos", explica a nutricionista.




A mangaba- Em dias de calor, saborear o suco de mangaba é uma boa pedida, pois a fruta é refrescante e ameniza os efeitos da alta temperatura. Mas não é só o suco que possui admiradores. Os doces e as sobremesas também enchem a boca d'água daqueles que apreciam a mangaba.Cada 100 gramas da fruta possui cerca de 65 calorias. Informação nutricional por 100g de mangaba: Energia: 66,21 Kcal, Proteínas: 1,20 g, carboidratos: 10,2 g e fibras:3,40 g.



Graviola- Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros da graviola. A polpa é branca, macia e fibrosa. Pode ser consumida in natura, mas é bastante apreciada em sucos, geleias e sorvetes. Cerca de 100 gramas de graviola fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C.

Por - NATALIA DO VALE
------------------------------------------------------------------

NÓS PRECISAMOS SABER:



A Universidade de Harvard dá o veredicto: uma dieta pobre em carboidratos pode afetar a saúde das artérias, aumentando em 15% as chances de desenvolver a arteriosclerose. Fuja dos riscos comendo pão, espinafre, batata, couve-flor, nabos e cereais, por exemplo
Mas o consumo de carboidratos deve ser balanceado. Segundo pesquisa feita pela Universidade de Washington, nos EUA, a gengiva e os dentes sofrem por conta da fácil fermentação desses nutrientes, o que favorece a proliferação de bactérias na boca. O ideal é escovar os dentes após as refeições e nunca esquecer as visitas ao dentista, pelo menos, duas vezes ao ano.

Estudo publicado no periódico Circulation, da Associação Americana para estudos do Coração, revela que o ácido glutâmico, presente em proteínas de origem veagetl, é um dos micronutrientes que ajuda a controlar a pressão arterial. Tofu, leite de soja, sementes de girassol, gergelim, cogumelo, sementes, oleaginosas (castanha, noz, avelã, pinhão), aveia integral, germe de milho, frutas oleaginosas (abacate, coco), batata, arroz integral, lentilha são boas fontes de proteína vegetal.

Um estudo feito pela Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugere que o consumo de flavonóides pode retardar em até 8% a oxidação do colesterol ruim (LDL). Frutas, vegetais, chás, vinhos, nozes, sementes, raízes e o chocolate preto (quanto mais amargo, melhor) contêm flavonóides.

A vitamina D foi um dos nutrientes mais estudado em 2009. Um estudo feito pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, aponta que a vitamina ajuda na proteção da massa óssea, diminuindo fraturas. Outra pesquisa, feita pela Universidade de Michigan, revela que 20% dos casos de hipertensão nas mulheres são ocasionados pela falta de vitamina D no organismo. Óleo de fígado de peixe, peixes de água salgada (sardinha, arenque, salmão), ovos, carne, leite e manteiga trazem doses de vitamina D. Mas, para ela ser sintetizada pelo organismo, você precisa passar pelo menos 10 minutos diários sob o sol.


Suplementos de vitamina C merecem atenção, segundo estudo sueco publicado no American Journal of Clinical Nutrition. De acordo com o estudo, mulheres que tomavam altas doses da vitamina aumentam as chances de desenvolveram catarata na velhice. Porém, as fontes naturais da vitamina não apresentaram riscos e retardam o envelhecimento. Abacaxi, acerola, agrião, alface, goiaba, laranja, limão, kiwi, pimentão, rúcula, alho, cebola, repolho e espinafre são alimentos ricos em vitamina C (ou ácido ascórbico).

A falta de consumo de ômega-3, gordura que beneficia o cérebro, pode ser decisiva para o surgimento de doenças mentais segundo estudo feito por cientistas do National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, nos Estados Unidos. De acordo com os especialistas, a ausência deste ácido graxo pode estar associada ao aparecimento de problemas no funcionamento do cérebro.

MINHA VIDA


2 de agosto de 2011

TABAGISMO



Devido às recorrentes campanhas antitabaco, os tabagistas passaram a ser estigmatizados


Historia


O tabagismo é uma toxicomania caracterizada pela dependência física e psicológica do consumo de nicotina, substância presente no tabaco.
Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, os cigarros contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas, sendo uma delas, a nicotina, responsável pela dependência.
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, o tabagismo é o responsável por cerca de 30% das mortes por cancro (câncer no Brasil), 90% das mortes por cancro do pulmão, 25% das mortes por doença coronariana, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crónica e 25% das mortes por derrame cerebral. Ainda de acordo com a OPAS, não existem níveis seguros de consumo do tabaco.
As doenças ocasionadas pelo consumo de tabaco matam 3 milhões de pessoas no mundo anualmente, com uma projeção estimada de óbitos em torno de 10 milhões até o ano 2020 - das quais 7 milhões ocorrerão nos países em desenvolvimento. Vale dizer que o tabagismo, hoje, mata mais que a soma das mortes por AIDS, cocaína, heroína, álcool, suicídios e acidentes de trânsito. As doenças causadas pelo tabaco são responsáveis por perdas econômicas de aproximadamente US$ 200 bilhões de dólares, no mundo.
O método de avaliação de Fagerström é, hoje, utilizado por especialistas, para ajudar a definir a melhor estratégia para quem quer largar o cigarro. Trata-se de um questionário utilizado por médicos a fim de determinar se uma pessoa está seriamente viciada na nicotina.


O hábito de fumar se iniciou na Europa em 1580, introduzido por Walter Raleigh, pessoa de confiança na corte de Elizabeth I da Inglaterra. Os cigarros se popularizaram a partir de 1881, quando foi inventada a máquina que os manufaturava.


Tabagismo no Brasil
No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano são decorrentes do tabagismo. A proporção de fumantes no país é de 23,9% da população. Segundo dados da PNAD, em 2008, o Brasil tinha 24,6 milhões de fumantes habituais com idade a partir de 15 anos ou 17,2% da população de pessoas dessa faixa etária, sendo 15,1% fumantes diários.
Cerca de 90% dos fumantes tornam-se dependentes da nicotina entre os 5 e os 19 anos de idade. Há 2,8 milhões de fumantes nessa faixa etária, mas a maior concentração de fumantes está na faixa etária de 20 a 49 anos.
A região Sul do país é a que apresenta maior proporção de dependentes - 45% dos fumantes. Em 2008, a região Sul, com 19,3%, tinha o maior porcentual de fumantes corrente..
No Nordeste, os fumantes dependentes são 31%. Os moradores da zona rural também fumam mais que os das zonas urbanas.
O fumo é responsável por 95% dos casos de câncer de boca; 90% das inflamações de mama; 80% da incidência de câncer no pulmão; por 97% dos casos de câncer da laringe; 50% dos casos de câncer de pele; 45% das mortes por doença coronariana (infarto do miocárdio) e também 25% das mortes por doença vascular-cerebral (derrames cerebrais).
Segundo uma pesquisa realizada em 20 países, o brasileiro, com 91%, é o que mais se arrepende de ter começado a fumar. Entre os fumantes brasileiros do estudo internacional, 63% apóiam campanhas e leis contra o fumo e 82% relatam que o fumo já lhes causou algum problema de saúde.
O Brasil é o maior exportador e quarto maior produtor mundial de tabaco - depois da China, EUA e Índia.

Tabaco

Nicotiana obtusifolia
Classificação científica

Reino:
Plantae

Divisão:
Magnoliophyta

Classe:
Magnoliopsida

Ordem:
Solanales

Família:
Solanaceae

Género:
Nicotiana

Tabaco é o nome comum dado às plantas do género Nicotiana L. (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul, das quais é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América utilizavam o tabaco com fins medicinais, em cerimônias. Foi trazido para a Europa pelos espanhóis no início do século XVI. Era mascado, ou então aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um diplomata francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome da nicotina) aspirava-o moído rapé e percebeu que aliviava suas enxaquecas. Desta forma, enviou uma certa quantidade para que a então rainha da França, Catarina de Médicis, o experimentasse no combate às suas enxaquecas. Com o sucesso deste tratamento, o uso do rapé começou a se popularizar.
O hábito de fumar o tabaco como mera demonstração de ostentação se originou na Espanha com a criação daquilo que seria o primeiro charuto. Tal prática foi levada a diversos continentes e, somente por volta de 1840, começaram os relatos do uso de cigarro. Neste ponto, a finalidade terapêutica original do tabaco já havia perdido seu lugar na sociedades civilizadas para o hábito de fumar por prazer. Embora o uso do cigarro tenha tomado enormes proporções a partir da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi apenas em 1960 que foram publicados os primeiros relatos científicos que relacionavam o cigarro ao adoecimento do fumante. Deve-se observar que o uso constante e desinibido do cigarro provaca maléficios à saude, além de vicia-lo, fato publicado amplamente.


Consumo


Embora seja possível, atualmente, comprar cigarros em maços de 20, esse produto não foi criado dessa forma. Posteriormente à utilização de rapé (tabaco em pó para se cheirar) com finalidades terapêuticas, o cigarro passou a ser consumido apenas por prazer, enrolado manualmente ou com a ajuda de máquinas de enrolar. Cada vez mais, o fumar foi se assumindo como uma forma de afirmação na sociedade, status e até mesmo sensualidade. Pode-se considerar que o ato de fumar está, muitas vezes, mais ligado ao ritual que envolve o ato de fumar do que à própria nicotina.
O tratamento do tabaco utilizado na produção de cigarros introduz substâncias cancerígenas que tornam-se ainda mais daninhas durante sua combustão, podendo prejudicar o organismo de diversas formas.
Atualmente, devido ao maior conhecimento das consequências maléficas da inalação do fumo e ao incômodo provocado pela fumaça, foram criadas zonas de não fumantes em muitos locais públicos em diversos países.
Associadas a essas medidas de contenção do consumo de cigarros, existem iniciativas de sensibilização do fumante, como as vistas na Europa e no Brasil, que expõem avisos visíveis nos maços de cigarro e nos seus espaços publicitários com as consequências maléficas de seu consumo.

Efeitos para o organismo

Efeitos à saúde causados pelo fumo do tabaco


O pulmão humano é composto de pequenas estruturas, os alvéolos pulmonares, responsáveis pelas trocas gasosas do sangue. O fluxo de sangue e a irrigação sanguínea entre o coração e o pulmão são intensos. A fumaça do cigarro prejudica diretamente o funcionamento da circulação coração-pulmão. Com o passar do tempo os alvéolos pulmonares vão sendo cimentados pelos componentes da fumaça do cigarro, deixando de fazer sua função. O organismo então passa a ter menor oxigenação dos tecidos, resultando em maior facilidade de cansaço para o fumante. O cigarro também causa inúmeros danos ao coração e pulmão, tal como infarto e câncer.
Os maus efeitos à saúde causados pelo fumo de tabaco se referem diretamente à tabagismo assim como à inalação de fumaça ambiente (tabagismo passivo). A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 16% da população brasileira é fumante. A OMS também estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo. Desta forma, o tabagismo é uma importante causa de morte prematura em todo o mundo.
O tabagismo passivo (ou fumo passivo) refere-se ao ato de inalar a fumaça de qualquer substância fumígera proveniente de um fumante, fazendo com que os malefícios do fumo ocorram mesmo em não-fumantes.


Impacto à saúde


De acordo com pesquisa realizada no Brasil pelo Instituto Nacional do Câncer, ao menos sete brasileiros que não fumam morrem a cada dia por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco.

Os não fumantes, que presenciam fumantes, ou passam tempos mesmo que esporadicos, proximo a esses, pode ter os seguintes sintomas:

- Coceira nos olhos;
- Tosse interminente;
- Odores na laringe;
- Odores nos membros e vestes;
- Trombose nas vias aeras;
- Odores capilares; - Falta de apetite;
- Falta de olfato;
- Falta de paladar;

Cigarro mata sete fumantes passivos por dia, apontam dados do Inca Agência Estado

São Paulo - Estatísticas para comprovar os males do tabaco para a saúde não faltam. Órgãos que estudam o tabagismo apontam que cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em razão do problemas causados pelo fumo. O impacto do cigarro entre os não-fumantes também é considerável. Cerca de sete não-fumantestima que 16% da população brasileira é fumante. A OMS também estima que em países desenvolvidos, 26% das mortes masculinas e 9% das mortes femininas podem ser atribuídas ao tabagismo. Desta forma, o tabagismo é uma importante causa de morte prematura em todo o mundo.
O tabagismo passivo (ou fumo passivo) refere-se ao ato de inalar a fumaça de qualquer substância fumígera provenientede um fumante, fazendo com que os malefícios do fumo ocorram mesmo em não-fumantes.

Impacto à saúde

De acordo com pesquisa realizada no Brasil pelo Instituto Nacional do Câncer, ao menos sete brasileiros que não fumam morrem a cada dia por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco.

Os não fumantes, que presenciam fumantes, ou passam tempos mesmo que esporadicos, proximo a esses, pode ter os seguintes sintomas:

- Coceira nos olhos;

- Tosse interminente;
- Odores na laringe;
- Odores nos membros e vestes;
- Trombose nas vias aeras;
- Odores capilares; - Falta de apetite;
- Falta de olfato;
- Falta de paladar;

Cigarro mata sete fumantes passivos por dia, apontam dados do IncaAgência Estado


São Paulo - Estatísticas para comprovar os males do tabaco para a saúde não faltam. Órgãos que estudam o tabagismo apontam que cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em razão do problemas causados pelo fumo. O impacto docigarro entre os não-fumantes também é
es morrem por dia em decorrência da inalação da fumaça do cigarro, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).


Ainda de acordo com o Inca, 22 pessoas morrem por hora vítimas do cigarro no País. Cerca de 90% dos pacientes com câncer de pulmão são fumantes. O tabagismo também favorece o surgimento de outros tipos de tumores, como os cânceres de esôfago, laringe, faringe, boca e mama. E, de acordo com o instituto, 24% das crianças são, de alguma forma, fumantes passivas e estão sujeitas aos efeitos nocivos do tabaco. O tratamento de pessoas com câncer em decorrência do tabaco consome cerca de R$ 373 mil dos cofres da Secretaria de Estado da Saúde por dia, segundo o governo.


O prejuízo à saúde também foi fator decisivo para que garçons se posicionassem a favor da lei antifumo, mesmo sob ameaça da redução de empregos no setor. O resultado de uma consulta feita pelo Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Restaurantes, Bares e Lanchonetes de São Paulo (Sinthoresp), foi unânime na categoria. "Não podemos ser contra a lei. Antes do trabalho vem a saúde do trabalhador”, diz o presidente do Sinthoresp, Francisco Lacerda.


Pesquisa feita pela equipe do médico Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa de Álcool e Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 1998, ou seja, já posterior à lei que instituiu uma área separada para fumantes em bares e restaurantes, apontou 50% mais monóxido de carbono no organismo de garçons do que de quem trabalha em locais sem cigarro. Com isso, os garçons teriam mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares e até câncer, diz o médico. Ele lembra que das 5 mil substâncias tóxicas do cigarro, 50 são cancerígenas. “O impacto na saúde de pessoas que trabalham ou moram onde há fumantes é inegável.”


Fumo passivo modifica genes no pulmão e pode levar ao câncer


Cientistas da Universidade Cornell, em Nova York, afirmam em estudo publicado ontem que o contato com a fumaça do cigarro, ainda que por fumo passivo ou ocasional, causa mudanças genéticas no pulmão.

Em artigo publicado no "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine", os pesquisadores afirmaram também que essas alterações expõem as pessoas a risco de câncer de pulmão e à doença pulmonar obstrutiva crônica, problema que limita o fluxo de ar, dificultando a respiração.
Segundo os autores, essa é a primeira vez que se encontram provas biológicas dos efeitos do fumo passivo, efeitos esses que já haviam sido relatados em muitos estudos epidemiológicos.
"Até nos níveis mais baixos de exposição, encontramos efeitos diretos no funcionamento dos genes das células que revestem as vias respiratórias", afirmou Ronald Crystal, líder da pesquisa e chefe do departamento de medicina genética de Cornell, em comunicado divulgado pela universidade.
O médico disse também que o efeito genético é menor do que o observado em pessoas que fumam com frequência, mas isso não significa que não haja efeitos prejudiciais para a saúde.
"Alguns genes das células que revestem as vias respiratórias são muito sensíveis à fumaça de cigarro, e mudanças no funcionamento desses genes são o primeiro sinal de "doença biológica" nos pulmões."
A pesquisa foi feita por meio de testes em 121 pessoas divididas em três categorias: não fumantes, fumantes ativos e fumantes com baixa exposição à fumaça.
Foram testados níveis de nicotina e cotinina, marcadores do cigarro no organismo, para determinar em qual categoria cada participante se encaixaria.
O genoma de cada um foi analisado para detectar quais genes foram ativados ou desativados nas vias respiratórias. Todos os níveis de nicotina e cotinina tiveram relação com alguma anormalidade genética.
Segundo o líder do estudo, isso mostra que não há níveis seguros para a exposição à fumaça. A descoberta deve dar mais subsídios para a implementação de leis que restringem o fumo em ambientes públicos, como já acontece no Estado de São Paulo desde o ano passado.

Estudo associa fumo passivo a doença mental


Sabe-se que os fumantes sofrem de índices maiores de depressão e outros problemas mentais; agora, um novo estudo relata que até mesmo os fumantes passivos possuem um risco significativamente mais alto e maior probabilidade de serem hospitalizados por doenças mentais.

O estudo analisou dados da Pesquisa Escocesa de Saúde, entre 1998 e 2003, uma observação periódica de uma amostra nacionalmente representativa de cerca de 5.560 adultos não-fumantes e 2.595 fumantes. Os pesquisadores usaram um questionário com 12 itens para avaliar a saúde mental, incluindo problemas de sono e sintomas de depressão e ansiedade. Os níveis salivares de cotinina, um subproduto da nicotina, foram usados para medir a exposição à fumaça de cigarro.
Fumantes passivos tiveram probabilidade 1,5 vezes maior de sofrer de sintomas de transtorno psicológico em comparação aos não-fumantes que não se expuseram à fumaça, segundo o estudo. E o risco aumenta quanto maior for a exposição ao fumo passivo.
Embora as hospitalizações psiquiátricas tenham sido raras em geral, os não-fumantes que se expuseram à fumaça também tiveram quase três vezes mais chances de darem entrada num hospital psiquiátrico, de acordo com o estudo, que foi publicado online em 7 de junho no "Archives of General Psychiatry".
Embora se conheça há muito tempo a associação entre o tabagismo e problemas de saúde mental, os pesquisadores nunca puderam estabelecer se as pessoas com doença mental têm maior tendência a adotar o hábito de fumar, ou se o fumo pode de fato ajudar a causar a doença mental, disse Mark Hamer, o principal autor do estudo e pesquisador sênior da University College London.
"Esta pesquisa de alguma forma sugere que a nicotina tem algum tipo de impacto na saúde mental", disse Hamer. "Mas, é claro, precisamos investigar mais".

Efeito tranquilizador do cigarro é mito, pelo menos a longo prazo


Os benefícios de parar de fumar -redução no risco de câncer e muitos outros problemas de saúde - são bem conhecidos. Porém, para milhões de fumantes o efeito tranquilizador de um cigarro pode ser motivo suficiente para voltar ao hábito.

No entanto, estudos descobriram que, na realidade, fumar surte o efeito oposto, fazendo com que os níveis de stress aumentem no longo prazo. Para os dependentes, o único stress que ele alivia é a abstinência entre cigarros.
Num recente estudo, conduzido na London School of Medicine and Dentistry, pesquisadores acompanharam 469 pessoas que tentaram parar de fumar após serem hospitalizadas por problemas cardíacos. No início, os participantes tinham níveis parecidos de stress e, no geral, acreditavam que fumar os ajudava a lidar com isso.
Um ano depois, 41% tinham conseguido manter a abstinência. Após controlar diversos fatores, os cientistas descobriram que os abstêmios apresentavam "uma queda significativamente maior no stress percebido", de quase 20%, em comparação aos fumantes, que apresentaram pequenas mudanças.
A hipótese dos cientistas era de que os fumantes lidavam com os desconfortáveis desejos entre um cigarro e outro várias vezes ao dia, enquanto os abstêmios, depois de sofrerem com a abstinência inicial, gozavam de maior liberdade em relação aos desejos por nicotina e haviam, consequentemente, eliminado uma frequente e importante fonte de stress.
Outros estudos também descobriram que os fumantes enfrentam níveis elevados de stress e tensão entre cigarros, e níveis mais baixos após deixarem de fumar.
Assim, o efeito tranquilizador do cigarro é um mito, ao menos no longo prazo.

Garoto de 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia
(link do vídeo no final desta postagem)

Um garoto de apenas 2 anos fuma 40 cigarros por dia na Indonésia. O primeiro cigarro lhe foi oferecido pelo próprio pai, quando tinha um ano e seis meses de vida, segundo informações do site do jornal inglês "Daily Mail". O problema é recorrente no país, onde 25% das crianças entre 3 e 15 anos já experimentaram um cigarro.

Ardi Rizal vive na província Musi Banyuasin e fuma apenas uma marca, que dá um custo de 3,78 libras por dia aos pais.
Agentes locais ofereceram um carro novo para a família Rizal com a condição do menino largar o vício, mas seus pais se sentem incapazes de detê-lo, por causa da birra que o menino faz.
Sua mãe declarou ao jornal que o filho está totalmente viciado e que, se ele não recebe cigarros, fica bravo, grita e bate a cabeça contra a parede, dizendo que se sente tonto e doente.
Apesar disso, seu pai Mohammed diz que ele lhe parece muito saudável e não vê problemas no hábito do filho.
De acordo com dados da Agência Central de Estatísticas, 25% das crianças do país, entre 3 e 15 anos, já experimentaram cigarro, sendo que 3,2% são fumantes ativas. O percentual de fumantes entre 5 e 9 anos aumentou de 0,4% em 2001 para 2,8% em 2004.
Um vídeo de um menino de 4 anos de idade soprando anéis de fumaça, também na Indonésia, apareceu brevemente no YouTube em março, causando protestos, antes de ser removido do site.
Defensores das crianças culpam a crescente pressão sobre elas para fumar em um paí onde um terço da população consomem tabaco e os cigarros podem ser compradas por apenas alguns centavos.
O presidente da Comissão de Proteção à Criança da Indonésia, Seto Mulyadi, culpa o aumento da publicidade agressiva e os pais fumantes e declarou que uma lei de proteção às crianças e fumantes passivos deve ser imediatamente introduzida no país.
Uma lei de saúde aprovada em 2009 reconhece formalmente que o fumo é viciante, e uma coalizão anti-tabagismo está empurrando restrições mais severas ao fumo em lugares públicos, além de proibições de publicidade e avisos maiores dos danos nas embalagens de cigarro.
Mas um projeto de lei sobre o controle do tabagismo foi paralisado por causa da oposição da indústria do tabaco.
O projeto pretende proibir a publicidade de cigarros e patrocínios, fumar em público e adicionar imagens gráficas às embalagens.
Um funcionário do Ministério da Indústria disse ao "Daily Mail" que o governo iniciou um plano para tentar limitar o número de fumantes, incluindo a queda de produção para 240 bilhões de cigarros neste ano, em contraposição aos 245 bilhões em 2009.
Ainda afirmou que quando a publicidade do cigarro for proibida, não haverá mais crianças que terão a saúde comprometida pelo fumo. Mas acredita que a imposição de uma mensagem antifumo será difícil no país, o terceiro maior consumidor de tabaco do mundo.


Fontes de pesquisa:


Wikipédia, a enciclopédia livre.
DO "THE NEW YORK TIMES" (Folha.com)
ANAHAD O'CONNOR DO "THE NEW YORK TIMES"

Para amigos fumantes, uma mensagem pessoal:

Amem-se e amem ao próximo verdadeiramente e parem de fumar!



Garoto de 02 anos fumandohttp://www.youtube.com/watch?v=7YJbHcFPXkU

Sites que poderão lhe ajudar a parar de fumar. Navegue e coloque em prática,


Tratamentos naturais para parar de fumar:

http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/tratamento-tabagismo-parar-de-fumar.html

Pare de fumar em cinco dias:

http://www.artenosite.com.br/pareidefumar/pagcomo5dias.htm