Escutamos falar de sustentabilidade o tempo todo e queremos fazer nossa parte para um mundo melhor. Mas como? Neste artigo você vai encontrar dicas práticas para deixar sua casa ou apartamento um pouco mais sustentável. Assim ajudamos o planeta, nos sentimos melhor conosco e damos mais um passo em direção ao destino que todos desejam: a felicidade.
Quando falamos em sustentabilidade temos que levar em conta três fatores: o meio ambiente, as pessoas e as finanças. O nosso querido planeta está sofrendo porque gastamos água e energia em excesso, consumimos muito e produzimos grandes quantidades de lixo. Levando isso em consideração, confira abaixo dicas ambientais que cabem no bolso e deixam seu lar mais ecológico.
Quando falamos em sustentabilidade temos que levar em conta três fatores: o meio ambiente, as pessoas e as finanças. O nosso querido planeta está sofrendo porque gastamos água e energia em excesso, consumimos muito e produzimos grandes quantidades de lixo. Levando isso em consideração, confira abaixo dicas ambientais que cabem no bolso e deixam seu lar mais ecológico.
Lixo e desperdício
A primeira dica para quem quer desperdiçar menos é implantar no lar um sistema de tratamento de lixo orgânico, conhecido como minhocas. A ideia é jogar todo o lixo em uma caixinha onde vivem minhocas. Os animais - silenciosos e limpos - têm a função de deglutir todo o lixo. Eu uso há mais de um ano, jogo papel, jornal, frutas, pão velho, bolo, cascas, saquinho de chá e coador de papel com borra de café. Só não vale: plásticos, carnes, cítricos, baterias e derivados do leite. As caixinhas com as minhocas vêm pelo Correio (isso mesmo) e você ajuda a diminuir a quantidade de lixo depositado no planeta.
E o que fazer com computadores e objetos eletrônicos velhos?
Entidades não-governamentais, como a CDI, promovem trabalhos sociais e aceitam doações de aparelhos eletrônicos de pessoas e empresas.
E o que fazer com computadores e objetos eletrônicos velhos?
Entidades não-governamentais, como a CDI, promovem trabalhos sociais e aceitam doações de aparelhos eletrônicos de pessoas e empresas.
Água
é outra coisa que não podemos dar ao luxo de gastar ou estragar, certo? Todo mundo já sabe que deveríamos tomar banhos mais curtos, mas ninguém faz. Então está na hora de começar. Compromisso é sempre a chave da mudança!
Além disso, podemos fazer o seguinte: descarte o óleo de cozinha de forma correta. Já vimos muitas campanhas sobre isso, mas as pessoas ainda não se habituaram. Mas é simples. Basta esperar o óleo esfriar e em seguida guardar em uma garrafa pet. A maioria dos restaurantes aceita que você deixe de vez em quando um litro de óleo lá. Esses estabelecimentos não reutilizarão o óleo, simplesmente darão a ele o destino correto, como são obrigados por lei. Se morar na região de São Paulo e cidades vizinhas, veja a lista de locais de coleta de óleo no Instituto Triângulo e na ONG Trevo. No Rio de Janeiro você pode vender seu óleo usado aqui. O Instituto Akatu também dá alguns endereços de entrega nas cidades no Brasil. Quem tem tiver terreno em casa também pode jogar um pouco de óleo na terra, pois será absorvido e utilizado pelas plantas. Mas cuidado para não exagerar na quantidade.
é outra coisa que não podemos dar ao luxo de gastar ou estragar, certo? Todo mundo já sabe que deveríamos tomar banhos mais curtos, mas ninguém faz. Então está na hora de começar. Compromisso é sempre a chave da mudança!
Além disso, podemos fazer o seguinte: descarte o óleo de cozinha de forma correta. Já vimos muitas campanhas sobre isso, mas as pessoas ainda não se habituaram. Mas é simples. Basta esperar o óleo esfriar e em seguida guardar em uma garrafa pet. A maioria dos restaurantes aceita que você deixe de vez em quando um litro de óleo lá. Esses estabelecimentos não reutilizarão o óleo, simplesmente darão a ele o destino correto, como são obrigados por lei. Se morar na região de São Paulo e cidades vizinhas, veja a lista de locais de coleta de óleo no Instituto Triângulo e na ONG Trevo. No Rio de Janeiro você pode vender seu óleo usado aqui. O Instituto Akatu também dá alguns endereços de entrega nas cidades no Brasil. Quem tem tiver terreno em casa também pode jogar um pouco de óleo na terra, pois será absorvido e utilizado pelas plantas. Mas cuidado para não exagerar na quantidade.
Poupe energiaEste tema é de amplo conhecimento, e muita gente já ouviu falar sobre o quanto é importante gastar pouco e comprar equipamentos cada vez mais econômicos, tanto para o bolso quanto para o planeta. Além disto, experimente adotar novos hábitos no dia-a-dia, como:
desligar os equipamentos da tomada. Assim reduzimos de 5 a 15% o consumo de energia e ainda nos livramos dos efeitos indesejáveis dos campos eletromagnéticos, principalmente à noite. Isso inclui o carregador do celular.
evite utilizar o elevador e opte pelas escadas. Além de poupar mais energia você ainda fica em forma. Se achar muito difícil subir as escadas, tente pelo menos descer. Já é um começo de uma vida mais sustentável e ao mesmo tempo mais saudável.
Allan Lopes -Geobiólogo, autor do projeto Geosounds - Melodias para a Terra, fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Geobiologia (IBG)
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Aqui estão mais dez dicas para deixar sua casa ecologicamente correta:
1. Prefira detergentes biodegradáveis e produtos de limpeza que não agridam o meio ambiente. O cloro da água sanitária gera poluentes que prejudicam a flora e a fauna. Evite aerossóis com CFC, gás responsável pelo buraco na camada de ozônio.
2. Não escove os dentes com a torneira aberta. Gastam-se até 12 litros de água cada vez que se faz a higiene bucal sem fechar a torneira. Na cozinha, ensaboe a louça toda antes de abrir a torneira para o enxágüe.
3. Economize papel. Estima-se que para cada 100 quilos de papel reciclado são poupadas sessenta árvores.
4. Banhos que duram quinze minutos são ecologicamente incorretos: gastam em média 243 litros de água. A ONU diz que cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água por dia para atender às necessidades de consumo e higiene.
5. Pilhas, baterias e lâmpadas contêm substâncias que podem contaminar a terra e o lençol de águas subterrâneas. A Comlurb dispõe de cestas verdes para a coleta de pilhas e baterias. A localização delas está no site www.rio.rj.gov.br/comlurb/
6. Leve sua própria sacola de compras ao supermercado. Isso diminui o consumo de sacos plásticos, reduzindo também o volume de lixo produzido.
7. Separe o lixo para reciclagem. A Comlurb calcula que apenas 5% do lixo da cidade é separado, apesar de haver coleta seletiva em quarenta bairros.
8. Só use a máquina de lavar roupa quando ela estiver cheia. Com poucas peças e lavagens freqüentes, gastam-se mais água e energia. A Light informa que, ligando a máquina dia sim, dia não, a economia é de 9 quilowatts-hora por mês na conta de luz.
9. Não compre nem cozinhe mais alimentos do que vai consumir. Segundo a Comlurb, 61% do lixo carioca é sobra de alimentos. O lixo úmido (restos de comida) deve ser separado do seco (plásticos, vidro, latas, papéis e metais). O material reciclável deve ser posto em sacos transparentes, para facilitar a identificação.
10. A geladeira e o freezer podem responder por 30% do consumo de luz. Compre os que têm o selo Procel (Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica). Evite deixar a porta da geladeira aberta por muito tempo e não guarde alimentos ainda quentes.
Fonte: Guia de Boas Práticas para o Consumo Sustentável do Ministério de Meio Ambiente
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2. Não escove os dentes com a torneira aberta. Gastam-se até 12 litros de água cada vez que se faz a higiene bucal sem fechar a torneira. Na cozinha, ensaboe a louça toda antes de abrir a torneira para o enxágüe.
3. Economize papel. Estima-se que para cada 100 quilos de papel reciclado são poupadas sessenta árvores.
4. Banhos que duram quinze minutos são ecologicamente incorretos: gastam em média 243 litros de água. A ONU diz que cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água por dia para atender às necessidades de consumo e higiene.
5. Pilhas, baterias e lâmpadas contêm substâncias que podem contaminar a terra e o lençol de águas subterrâneas. A Comlurb dispõe de cestas verdes para a coleta de pilhas e baterias. A localização delas está no site www.rio.rj.gov.br/comlurb/
6. Leve sua própria sacola de compras ao supermercado. Isso diminui o consumo de sacos plásticos, reduzindo também o volume de lixo produzido.
7. Separe o lixo para reciclagem. A Comlurb calcula que apenas 5% do lixo da cidade é separado, apesar de haver coleta seletiva em quarenta bairros.
8. Só use a máquina de lavar roupa quando ela estiver cheia. Com poucas peças e lavagens freqüentes, gastam-se mais água e energia. A Light informa que, ligando a máquina dia sim, dia não, a economia é de 9 quilowatts-hora por mês na conta de luz.
9. Não compre nem cozinhe mais alimentos do que vai consumir. Segundo a Comlurb, 61% do lixo carioca é sobra de alimentos. O lixo úmido (restos de comida) deve ser separado do seco (plásticos, vidro, latas, papéis e metais). O material reciclável deve ser posto em sacos transparentes, para facilitar a identificação.
10. A geladeira e o freezer podem responder por 30% do consumo de luz. Compre os que têm o selo Procel (Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica). Evite deixar a porta da geladeira aberta por muito tempo e não guarde alimentos ainda quentes.
Fonte: Guia de Boas Práticas para o Consumo Sustentável do Ministério de Meio Ambiente
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Arquitetura Sustentável - O que é um projeto sustentável
Hoje os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados à natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima.
O projeto de arquitetura sustentável contesta a idéia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo , estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Se compromete a difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental e maiores ganhos sociais, sem contudo, ser inviável economicamente.
A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida.
“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável".
Alguns princípios básicos devem nortear o projeto:
• Avaliação do impacto sobre o meio em toda e qualquer decisão, buscando evitar danos ao meio ambiente, considerando o ar, a água, o solo, a flora, a fauna e o ecossistema;
• Implantação e análise do entorno;
•Seleção de materiais atóxicos, recicláveis e reutilizáveis;
• Minimização e redução de resíduos;
•Valorização da inteligência nas edificações para otimizar o uso;
• Promoção da eficiência energética com ênfase em fontes alternativas;
• Redução do consumo de água;
•Promoção da qualidade ambiental interna;
• Uso de arquitetura bioclimática.
Quais as Vantagens de um projeto sustentável
O projeto sustentável, por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes, garante maior cuidado com as soluções propostas, tanto do ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais, culturais e econômicos.
O resultado final dessa nova arquitetura ecológica, verde e sustentável, proporciona grande vantagem para seus consumidores. Quem não quer ter uma casa saudável, clara, termicamente confortável e que gaste menos água e energia?
A casa ecológica, além de beneficiar o meio ambiente, garante o bem estar de seu usuário (faz bem para a saúde, para o bolso e para o planeta.)
Já a prática da arquitetura sustentável em empreendimentos imobiliários pode ser ainda mais vantajosa, uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. Esse nicho de mercado é hoje um diferencial, mas no futuro se tranformará em requisito, pois está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida.
Os principais benefícios são:
• Implantação e análise do entorno;
•Seleção de materiais atóxicos, recicláveis e reutilizáveis;
• Minimização e redução de resíduos;
•Valorização da inteligência nas edificações para otimizar o uso;
• Promoção da eficiência energética com ênfase em fontes alternativas;
• Redução do consumo de água;
•Promoção da qualidade ambiental interna;
• Uso de arquitetura bioclimática.
Quais as Vantagens de um projeto sustentável
O projeto sustentável, por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes, garante maior cuidado com as soluções propostas, tanto do ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais, culturais e econômicos.
O resultado final dessa nova arquitetura ecológica, verde e sustentável, proporciona grande vantagem para seus consumidores. Quem não quer ter uma casa saudável, clara, termicamente confortável e que gaste menos água e energia?
A casa ecológica, além de beneficiar o meio ambiente, garante o bem estar de seu usuário (faz bem para a saúde, para o bolso e para o planeta.)
Já a prática da arquitetura sustentável em empreendimentos imobiliários pode ser ainda mais vantajosa, uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. Esse nicho de mercado é hoje um diferencial, mas no futuro se tranformará em requisito, pois está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida.
Os principais benefícios são:
•redução dos custos de investimento e de operação;
• imagem, diferenciação e valorização do produto;
• redução dos riscos;
• mais produtividade e saúde do usuário;
• novas oportunidades de negócios;
• satisfação de fazer a coisa certa.
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Construção sustentável custa mais caro?
A adoção de soluções ambientalmente sustentáveis na construção não acarreta em um aumento de preço, principalmente quando adotadas durante as fases de concepção do projeto. Em alguns casos, podem atéreduzir custos. Ainda que o preço de implementação de alguns sistemas ambientalmente sustentáveis em um edifício verde gere um custo cerca de 5% maior do que um edifício convencional, sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e ocupação do imóvel.
Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.
O estudo inglês Costing sustainability, “How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings (2004)”, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.
“A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.”
Antônio Setin (presidente da construtora Setin)
“Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos”
Alexandre Melão (Esfera)
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Conceito de Sustentabilidade
A primeira definição de desenvolvimento sustentável foi cunhada pelo Brundtland Report, em 1987, afirmando que desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer o atendimento às necessidades das gerações futuras.
Nas décadas seguintes, grandes conferências mundiais foram realizadas, como a Rio’92, no Rio de Janeiro, em 1992, e a Rio+10, em Johannesburgo, em 2002. Nessas reuniões, protocolos internacionais foram firmados a fim de rever as metas e elaborar mecanismos para o desenvolvimento sustentável. O desafio global de melhorar o nível de consumo da população mais pobre e diminuir a pegada ecológica e o impacto ambiental dos assentamentos humanos no planeta foi o grande tema em debate.
No final da década de 1980 e início da década de 1990, as questões de sustentabilidade chegaram à agenda da arquitetura e do urbanismo de forma incisiva, trazendo novos paradigmas.
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Cenário da Construção Civil
As cidades e seu metabolismo são as grandes responsáveis pelo consumo de materiais, água e energia, sendo assim razoável pensar que, em um futuro próximo, continuarão a produzir grande impactos negativos sobre o meio natural.
Muitos destes impactos negativos são gerados pelo setor da construção civil, que responde por 40% do consumo mundial de energia e por 16% da água utilizada no mundo. De acordo com dados do Worldwatch Institute, a construção de edifícios consome 40% das pedras e areia utilizados no mundo por ano, além de ser responsável por 25% da extração de madeira anualmente. É natural que a sustentabilidade assuma, gradualmente, uma posição de cada vez mais importância neste cenário.
O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de modelos que permitam à construção civil enfrentar e propor soluções aos principais problemas ambientais de nossa época, sem renunciar à moderna tecnologia e a criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários.
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Certificação e Avaliação Ambiental
A questão ambiental vem sendo debatida em todo o mundo, e tornou-se necessário adequar a arquitetura a esta demanda. Diversos países criaram critérios de avaliação para construções sustentáveis.
Os métodos para avaliação ambiental de edifícios surgiram na década de 1990 na Europa, EUA e Canadá com a intenção de encorajar o mercado a obter níveis superiores de desempenho ambiental. Pelo fato das agendas ambientais serem diferenciadas, os métodos empregados em outros países não devem ser utilizados sem as devidas adaptações, incluindo a definição dos requisitos de sustentabilidade que devam ser atendidos pelos edifícios no Brasil.
Atualmente, praticamente cada país europeu, além de Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e Hong Kong, possui um sistema de avaliação de edifícios. No Brasil, o atestado de boa conduta ambiental e social mais difundido é a Certifcação LEED do USGreen Building Council (GBC) [Conselho Norte Americano de Prédios Verdes]. Mas outros sistemas de certificação estão começando a despontar. Em abril de 2008 foi lançada a certificação para empreendimentos sustentáveis Alta Qualidade Ambiental (AQUA),que foi adaptada para atender as características ambientais do país.
Certificação e Avaliação Ambiental
A questão ambiental vem sendo debatida em todo o mundo, e tornou-se necessário adequar a arquitetura a esta demanda. Diversos países criaram critérios de avaliação para construções sustentáveis.
Os métodos para avaliação ambiental de edifícios surgiram na década de 1990 na Europa, EUA e Canadá com a intenção de encorajar o mercado a obter níveis superiores de desempenho ambiental. Pelo fato das agendas ambientais serem diferenciadas, os métodos empregados em outros países não devem ser utilizados sem as devidas adaptações, incluindo a definição dos requisitos de sustentabilidade que devam ser atendidos pelos edifícios no Brasil.
Atualmente, praticamente cada país europeu, além de Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e Hong Kong, possui um sistema de avaliação de edifícios. No Brasil, o atestado de boa conduta ambiental e social mais difundido é a Certifcação LEED do USGreen Building Council (GBC) [Conselho Norte Americano de Prédios Verdes]. Mas outros sistemas de certificação estão começando a despontar. Em abril de 2008 foi lançada a certificação para empreendimentos sustentáveis Alta Qualidade Ambiental (AQUA),que foi adaptada para atender as características ambientais do país.