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28 de setembro de 2010

Uso da Insulina



Vamos conhecer um pouco mais sobre este medicamento, através da pesquisa a seguir:



Diabetes: orientações para quem usa insulinaA insulina é um hormônio fabricado naturalmente por algumas células localizadas no pâncreas. Pessoas portadoras de Diabetes que necessitam utilizar insulina, o fazem porque seu organismo não a produz ou produz em quantidade insuficiente, necessitando de complementação diária.
A insulina é um MEDICAMENTO!!!
Surgiu para salvar vidas. Antes de sua descoberta, as pessoas afetadas pela diabetes morriam à mingua, sem que se pudesse fazer nada por elas.
Como todo medicamento, a insulina só deve ser utilizada quando prescrita por um médico.
O uso da insulina não cura o Diabetes, pois essa é uma doença crônica, onde a cura ainda não foi descoberta. Assim, ela deve ser administrada todos os dias, às vezes, mais de uma vez ao dia. Sua ação é de redução dos níveis de glicose do sangue, protegendo a pessoa das complicações da doença.
Existem vários tipos de insulina. As mais usadas atualmente são as insulinas humanas tipo NPH, de ação mais lenta e a regular de ação rápida, utilizada para correção da glicemia elevada.
A concentração das insulinas no Brasil vem em U-100, isto é, para cada 1ml correspondem 100 unidades de insulina. Elas se apresentam em frascos de 10 ml, logo, contendo 1000 unidades para utilização em seringas.
Os frascos fechados de insulina devem ser armazenados em geladeira entre 2º a 8ºC, fora da embalagem térmica ou de isopor, longe do congelador, de preferência na gaveta ou próximo a ela, longe da porta também, pois lá não temos como manter uma temperatura adequada.
Uma vez congelada, a insulina perde suas propriedades de tratamento, podendo ser desprezada.
Se a insulina não puder ser guardada em geladeira, procure um lugar fresco, limpo e que não pegue sol diretamente para armazená-la. Ela pode ser mantida em temperatura ambiente, entre 15º e 30ºC.
Uma vez aberto o frasco de insulina, ele deverá ser utilizado no período de 30 dias, por isso, para seu controle, marque a data de abertura no frasco.
Evite transportar o frasco de insulina quando a temperatura ambiente estiver acima de 40ºC e use sempre uma caixa de isopor ou bolsa térmica. Se o transporte for de longa distância, além da embalagem térmica, utilize gelo reciclável separado do frasco de insulina por isolante para evitar seu congelamento. Nunca utiliza gelo seco.

Para a aplicação da insulina:
• Inicialmente, lave suas mãos cuidadosamente;
• Retire o frasco de insulina da geladeira de 10 a 20 minutos antes, pois a insulina gelada causa dor e irritação após a aplicação;
• Separe todo o material que irá utilizar: seringa, agulhas, algodão e álcool 70%;
• Gire o frasco de insulina leitosa (NPH) com movimentos suaves das mãos, sem agitar, pois o excesso de agitação também torna a substância inútil. Ela não deve espumar;
• A insulina transparente (Regular) não necessita de homogeneização prévia;
• Promova a desinfecção da tampa emborrachada do frasco de insulina com algodão embebido em álcool 70%;
• Pegue a seringa de insulina e puxe o êmbolo até a graduação correspondente à dose prescrita, tomando o cuidado de não tocar na parte interna do êmbolo;
• Retire o protetor da agulha e injete o ar dentro do frasco até o final. A introdução de ar no frasco facilita a aspiração e ajuda na retirada correta da dose de insulina;
• Sem retirar a seringa vire o frasco de cabeça para baixo e puxe o êmbolo até a dose prescrita. Se bolhas de ar aparecerem, dê pequenos golpes na seringa com as pontas dos dedos. Quando as bolhas saírem confira se a quantidade de insulina aspirada é a prescrita e, se necessário, corrija;
• Retire a seringa com a agulha do frasco e proteja-as, preparando-se para a aplicação.
Locais de aplicação de insulina:
Face anterior e lateral externa da coxa, face posterior do braço, quadrante superior lateral externo das nádegas e regiões lateral direita e esquerda do abdome, de 4 a 6 cm distante da cicatriz umbilical como na figura:
É muito importante fazer o rodízio do local de aplicação visando a melhor absorção da insulina e a prevenção de complicações como a lipodistrofia.

Deve-se organizar as aplicações por região escolhida, explorando uma determinada área até que se esgote as possibilidades de aplicação, respeitando-se o intervalo de 2 cm entre aplicações em um mesmo local.
A aplicação feita no abdome é a de maior velocidade de absorção, seguida dos braços, coxas e nádegas.
Não é aconselhável realizar a aplicação de insulina logo após a prática esportiva, pois o fluxo sanguíneo está aumentado, o que aumenta a velocidade de absorção.
Técnica de aplicação de insulina:
• Com as mãos limpas e a insulina já preparada, limpe o local escolhido para aplicação com algodão;
• Faça uma prega cutânea na pele do local escolhido e introduza a agulha em ângulo de 90 graus soltando a prega logo após;
• Injete a insulina delicadamente e retire a agulha da pele.
O descarte da seringa e agulha não deve ser feito no lixo normal, pois pode machucar quem recolhe e manipula o lixo.
Arrume uma garrafa plástica usada (a melhor é a de água sanitária) e vá descartando ali suas agulhas e seringas. Quando a garrafa estiver cheia, tampe-a e leve ao posto de saúde mais próximo de sua casa para que eles possam descartar no local apropriado.
Seringas e agulhas descartáveis de insulina podem ser reutilizadas em nível doméstico, desde que guardados alguns cuidados como a higiene das mãos e a proteção da agulha com sua capa própria.
Cuidado para não se machucar na hora de re-encapar a agulha. Se você estiver fazendo a insulina em alguém, peça para a própria pessoa re-encapar a agulha.
O Ministério da Saúde considera possível a reutilização das seringas pela mesma pessoa até oito aplicações em ambiente doméstico. Em caso de hospitais, unidades e postos de saúde exija sempre uso único de seringas e agulhas.
Em casa, as seringas e agulhas podem ser guardadas em local limpo á temperatura ambiente ou junto com a insulina na geladeira.
Na reutilização da agulha, não é necessária a limpeza com álcool, pois este retira a camada de silicone da agulha, o que torna a aplicação mais dolorosa.
Para quem usa canetas para aplicar insulina:
• Prepare a insulina e os materiais como já descrito acima;
• Retirar a tampa da caneta;
• Separe a caneta em duas partes (corpo e parte mecânica);
• Gire o parafuso interno até ficar completamente dentro da parte mecânica;
• Acomode o refil de insulina no corpo da caneta;
• Recoloque a parte mecânica ao corpo da caneta;
• Conecte a agulha na caneta;
• Selecione 2 unidades e pressione completamente o botão injetor. Repita a operação até o aparecimento de uma gota de insulina na ponta da agulha;
• Selecione o número de unidades de insulina necessárias;
• Introduza a agulha no subcutâneo;
• Pressione o botão injetor;
• Após a administração, aguarde 5 segundos antes de retirar a agulha;
• Retire a agulha e pressione o local por mais 5 segundos;
• Retire e descarte a agulha utilizada;
• Recoloque a tampa da caneta;
• Guarde a caneta em uso em temperatura ambiente (nunca poderá ser guardada no refrigerador)
Abaixo você assiste a um filme de aproximadamente 14 minutos sobre a aplicação de insulina, apresentado pelo Dr. Walter Minicucci.
A produção é uma iniciativa da Editora Lua.
http://www.youtube.com/watch?v=YBS_B9I8W54

Dicas úteis no uso da insulina.

Como a insulina deve ser armazenada ? A insulina pode ser armazenada em temperatura ambiente. Ela permanece em boas condições por 30 dias em um lugar frio e seco (2,5°C - 30°C). Ampolas não abertas de insulina devem ser armazenadas em geladeira e são válidas até a data de validade da caixa. Uma vez aberta, a ampola de insulina mantida em geladeira é válida por três meses ou um mês se estiver fora da geladeira.


Quando a insulina se torna "ruim" ? Não utilize a insulina Regular se ela se tornar turva e/ou expirar a validade. Não use a insulina NPH ou Lenta se ela cristalizar ou aparecerem depósitos na parte inferior da ampola, se ela congelar, ou se expirar a validade.


O que acontece se eu trocar a minha insulina ? Mudanças no tipo e/ou fonte da espécie podem resultar na necessidade de uma alteração na dose. Qualquer alteração de insulina deve ser feita apenas sob supervisão médica.

E sobre misturar insulinas ? Regular e NPH - injetar imediatamente após a mistura. Regular e Lenta - injetar imediatamente após a mistura, evite misturar e guardar para uso posterior. Regular e Ultra Lenta - misture e injete em até 5 minutos ou aplique em duas injeções diferentes. Seja coerente em sua escolha.


Como eu jogo fora as seringas ? Jogue fora imediatamente após o uso em um recipiente opaco, resistente a perfuração e durol. As seringas não devem ser reembaladas antes de serem jogadas fora. Não existe a necessidade de se quebrar a agulha após o uso e não é recomendado, mas se desejar fazê-lo, você deve utilizar um aparelho específico que pode ser comprado em farmácias. Quando o recipiente estiver quase cheio, ele deve ser coberto, lacrado e jogado fora conforme normas de despejo de material hospitalar.


Eu posso reutilizar as seringas ? As seringas devem ser utilizadas apenas uma vez, por causa da esterilização e a seringa reutilizada não é garantida. Entretanto, para alguns esse procedimento parece ser seguro e prático. Se na opinião de seu médico a múltipla utilização da seringa é aceitável, ele não deve durar mais que um dia e os seguintes procedimentos devem ser tomados: Armazene a seringa em temperatura ambiente. Coloque o protetor da agulha quando não estiver usando. Não embeba a agulha no álcool. Mantenha a seringa seca e limpa. Sopre a seringa com ar para evitar que a agulha entupa. Jogue fora se a agulha entortar ou encostar em outra superfície que não a pele. Certifique-se que a região em torno do local da aplicação não possui nenhum tipo de irritação ou infecção.
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O uso de insulina pode causar hipoglicemia. Em terapias que visam a redução abrupta da glicemia ou injetar uma dose e não se alimentar.
A hipoglicemia causa :
Tremores, ansiedade, nervosismo
Palpitações, taquicardia
Sudorese, calor
Palidez, frio, languidez
Pupilas dilatadas
Fome, borborigma ("ronco" na barriga)
Náusea, vômito, desconforto abdominal
Atividade mental anormal, prejuízo do julgamento
Indisposição não específica, ansiedade, alteração no humor, depressão, choro, medo de morrer
Negativismo, irritabilidade, agressividade, fúria
Mudança na personalidade, labilidade emocional
Cansaço, fraqueza, apatia, letargia, sono, sonho diurno
Confusão, amnésia, tontura, delírio
Olhar fixo, visão embaçada, visão dupla
Atos automáticos
Dificuldade de fala, engolir as palavras
Ataxia, descoordenação, às vezes confundido com embriaguez
Déficit motor, parálise, hemiparesia
Parestesia, dor de cabeça
Estupor, coma, respiração difícil
Convulsão focal ou generalizada
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A insulina é uma importante aliada de sua saúde.
Conhecer um pouco mais sobre ela e tirar vantagens desse conhecimento, colocando-o em prática no seu dia-a-dia, contribui para sua auto-suficiência e qualidade de vida.
Insulina é um hormônio necessário ao metabolismo normal de carboidratos, proteínas e gorduras.
A insulina é obtida por extração em pâncreas bovino e suíno ou produzida quimicamente, idêntica à insulina humana, por tecnologia do DNA recombinante, por modificação química da insulina suína. Análogos de insulina são desenvolvidos pela mudança da seqüência de aminoácidos na molécula de insulina.
A insulina é disponível nos tipos de ação rápida, curta, intermediária e longa, que podem ser aplicadas separadamente ou misturada na mesma seringa. Insulina Regular é de curta ação. Insulina Lenta e NPH são intermediárias. Insulina Glargina e Ultralenta, são de longa ação.
Existem preparações que misturam proporcionalmente quantidades predeterminadas de insulina de ação intermediária e de curta ou rápida ação (ex. 70% NPH / 30% regular).
Diferentes tipos e espécies de insulina têm propriedades farmacológicas diferentes. A mudança de espécie de insulina em farmácia ou posto de saúde não deve ser feita sem prescrição de um médico, e deve ser informado ao paciente que tipo de mudança está sendo feita.
Estocagem. A insulina em uso deve ser mantida em temperatura ambiente, para limitar irritação no local da injeção, o que pode ocorrer se a insulina estiver fria. Já os frascos que não estiverem em uso devem permanecer refrigerados, evitando-se temperaturas menores que 22º C ou maiores que 30º C.
Recomenda-se que o paciente inspecione o frasco antes de cada aplicação para verificar mudanças físicas (congelamento, precipitação ou mudança na clareza ou cor). Exame visual deve mostrar que as insulinas rápidas e de curta duração, assim como a Glargina, são claras e transparentes, e os outros tipos, uniformemente turvos (cor de água de arroz).
Seringas. Devem ser utilizadas seringas com graduação para unidades de insulina.
As seringas para insulina possuem capacidade para 0,3; 0,5 e 1 ml; que aplicam até 30; 50 e 100 unidades, respectivamente.
As seringas nunca devem ser utilizadas por duas ou mais pessoas, pelo risco de transmitir doenças (ex. AIDS). Ao se viajar para outro país, leve estoque de seringas, que podem não ser encontradas no país de destino.
Reutilização. Um item importante a ser lembrado, quando se pensa em reutilizar seringas e agulhas, é a possibilidade de não se ter garantida a esterilidade. A maioria das insulinas tem aditivos bacteriostáticos que inibem o crescimento das bactérias comumente encontradas na pele. Portanto esta reutilização pode levar a um maior risco de infecção, em especial para alguns indivíduos.
Alternativas à seringa. Vários tipos de aparelhos parecidos com canetas estão disponíveis no mercado, dentro dos quais se colocam frascos especiais de insulina, para ser administrada através de agulhas especiais.
Em muitos pacientes estes aparelhos têm demonstrado melhor acerto nas aplicações de insulina e na aderência ao tratamento.
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COMO CONSERVAR E TRANSPORTAR SUA INSULINA
Para garantir as propriedades da insulina é necessário que o transporte e o armazenamento seja feito de maneira adequada. Veja as orientações abaixo:
Transporte
Por até 7 dias é permitido transportar insulina sem refrigeração, seguindo as recomendações abaixo:
• Não expor a temperaturas acima de 40ºC;
• Nunca expor diretamente ao sol;
• Preferir transporte noturno;
• Nunca congelar;
• Não transportar com gelo seco;
• Não deixar o veículo estacionado ao sol;
• Colocar na geladeira, logo que chegar ao destino;
Em viagem
• Transportar em caixa de isopor ou bolsa térmica (não colocar gelo);
• Se não tiver isopor ou bolsa térmica, leve a insulina junta a você, onde não receba luz solar;
• A insulina que está em uso deverá ficar no lugar mais fresco da casa, em temperatura ambiente (entre 15º a 30ºC).
Em casa
• Não congelar;
• Não expor à luz solar:
• Não expor à temperaturas altas (ex. 40ºC);
• Armazenar na geladeira (porta ou parte inferior) em temperatura entre 2º e 8ºC.


Fonte: Alguns sites da wrb.


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INSULINA INALÁVEL. VEJA QUE INTERESSANTE:

Insulina Inalável – Já é uma realidade?
A resposta por mais surpreendente que pareça, é sim. Entretanto, não é possível adquirí-la em uma farmácia, associação de diabetes ou loja especializada, pois a Insulina Inalada ainda está em fase de teste.
Diferente do que normalmente ouvimos sobre suprimentos para diabetes que estão em fase de teste, que ninguém nunca viu, poucos têm alguma informação confiável e que aparecerão no mercado em 10 ou 20 anos, a Insulina Inalada já está em fase final de testes e muitas pessoas já estão usando, dentro de protocolos de pesquisa.
No Brasil, a Insulina Inalada que está sendo testada é a EXUBERA, a qual já estou usando há aproximadamente 6 meses. Os investimentos em Insulina Inalada pelo mundo são muito grandes e já existem, pelo menos, quatro diferentes marcas sendo testadas, que são as seguintes:
EXUBERA – Insulina inalada em pó, desenvolvida pela Aventis, Pfizer Pharma em cooperação com a Inhale Therapeutics System.
AERx – Insulina humana líquida em aerosol, desenvolvida pela Novo Nordisk e Aradigm Corporation.
AIR – Droga com tecnologia de dispersão pulmonar, desenvolvida pela Eli Lilly e Alkermes.
AERODOSE – Micropartículas secas dispersas por um sistema de cartuchos, desenvolvida pela Aerogen, Disetronic e Pharmaceutical Discovery.

Decepcionando a expectativa de muitos, a Insulina Inalada não substitui todas as aplicações de insulina, porque esse tipo de insulina é de ação exclusivamente ultra-rápida, como a lispro ou aspart, obrigando seus usuários a continuarem se aplicando a insulina de ação lenta ou basal (NPH, L, U).

Insulinas inaláveis de ação lenta ainda estão em fase de testes mais atrasados. De qualquer forma, para quem prefere evitar algumas aplicações, a Insulina Inalada acaba sendo uma boa opção.

Contudo, o uso dessa insulina não é para qualquer um. Para participar do protocolo de pesquisa é necessário passar por uma série de testes, como o de capacidade pulmonar. Assim, quem tem uma baixa capacidade pulmonar não pode utilizar esse tipo de insulina.

Uma dúvida muito freqüente, também, é a forma de inalação. A Insulina Inalada não é aspirada por via nasal e, sim, por via oral. Quanto aos efeitos colaterais, posso dizer que no meu caso, ao começar a usar essa insulina, como deve ocorrer com a maioria, houve algum incômodo, como: tosses ao inalar e dificuldade de inalar quantidades um pouco maiores. Porém, depois de um mês meu organismo já estava totalmente adaptado e aceitando a inalação sem incômodos.

Mas então, por que a Insulina Inalada ainda não está sendo comercializada? Diversos testes por todo o mundo já foram realizados, o que nos deixa mais tranqüilos em fazer parte do protocolo, e não houveram intercorrências graves descritas.

Contudo, para a aprovação final, está sendo realizado este teste em diversos países do mundo, durante dois anos, para certificar, de uma vez por todas, que o uso prolongado da Insulina Inalada é seguro.

Assim, ficamos aguardando e torcendo para que em breve essa nova possibilidade de tratamento do diabetes seja aprovada e esteja disponível para todos.

Fonte: Jornal da ADJ
www.adj.org.br
Colaboração: Mark Thomaz Ugliara Barone (Diretoria Jovem da ADJ)


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Aqui está uma receita deliciosa indicada também para quem é diabético, experimente! foi enviada por NOURA

BOLO DE BANANA SEM AÇUCAR E SEM FARINHA.

* 4 bananas prata ou nanica bem maduras (quase a ponto de estragar mesmo, tem que ser bem madurinha)
* 1/2 xícara de uvas passas sem caroço
* 3 ovos
* menos que 1/2 xícara de óleo
* 2 xícaras de aveia ( pode ser em grãos finos ou grossos)
* 2 colheres (sopa) de fermento em pó

Bater no liquidificador as bananas, a uva passa, os ovos e o óleo. Numa tigela colocar essa mistura e acrescentar a aveia e o fermento mexendo bem devagar. Untar uma fôrma e levar ao forno por 20 minutos.

O bolo fica bem docinho por causa das bananas bem maduras e da uva passa, por isso não é necessário açúcar, nem adoçante. E para eliminarmos esse carboidrato simples que é a farinha de trigo, substituímos por aveia que contém fibras, é muito mais nutritiva e o melhor: não engorda

21 de setembro de 2010

MEL DE ABELHAS




O mel é a uma substância viscosa, aromática e açucarada obtida a partir do néctar das flores que as abelhas melificam.
Seu aroma, paladar, coloração, viscosidade e propriedades medicinais estão diretamente relacionadas com a fonte de néctar que o originou e também com a espécie de abelha que o produziu.
O néctar é transportado para a colméia, onde irá sofrer mudanças em sua concentração e composição química, para então ser armazenado nos alvéolos. Entretanto, mesmo durante o seu transporte para a colméia, secreções de várias glândulas, principalmente das glândulas hipofaringeanas, são acrescentadas, introduzindo aos materiais originais enzimas como a invertase. A enzima invertase adicionada pelas abelhas transforma 3/4 da sacarose inicial do néctar coletado nos açúcares invertidos glicose e frutose, ao mesmo tempo, que açúcares superiores são sintetizados, não sendo presentes no material vegetal original. Sua ação é contínua até que o "amadurecimento" total do mel ocorra.


Propriedades terapêuticas
Esse item tem a finalidade de informar sobre as diversas pesquisas que já foram e que vêm sendo desenvolvidas a respeito da utilização do mel com fins terapêuticos. Entretanto, qualquer produto ou substância que seja utilizada para fins curativos deve ter o devido consentimento médico.
A utilização dos produtos das abelhas com fins terapêuticos é denominada APITERAPIA, que vem-se desenvolvendo consideravelmente nos últimos anos, com a realização de inúmeros trabalhos científicos, cujos efeitos benéficos à saúde humana têm sido considerados por um número cada vez maior de profissionais da saúde. Países como a Alemanha já a adotaram como prática oficial na sua rede pública de saúde.
Especificamente ao mel, atribuem-se várias propriedades medicinais, além de sua qualidade como alimento. Apesar de o homem fazer uso do mel para fins terapêuticos desde tempos remotos, sua utilização como um alimento único, de características especiais, deveria ser o principal atrativo para o seu consumo.
Infelizmente, a população brasileira, de maneira geral, não o encara dessa forma, considerando-o mais como um medicamento do que como alimento, passando a consumi-lo apenas nas épocas mais frias do ano, quando ocorre um aumento de casos patológicos relacionados aos problemas respiratórios. No Brasil seu consumo como alimento ainda é muito baixo (aproximadamente 300 g/habitante/ano), principalmente ao se comparar com países como os Estados Unidos e os da Comunidade Européia e África, que podem chegar a mais de 1kg/ano por habitante.




A cristalização do mel (popularmente chamado de mel “açucarado”) é uma garantia da pureza do mesmo, podendo ser utilizado desse modo sem perda de nenhum dos seus benefícios; todo mel é originalmente liquido, mas devido à alta concentração de glicose e frutose diluído em 18% ou 20% de água a tendência é esses açucares se concentrarem formando uma pasta ou ate se solidificando totalmente e a baixa temperatura favorece o processo, para torná-lo liquido basta aquecer em banho Maria a no Maximo 40° . a maneira mais correta de se certificar da pureza do mel é com análise laboratorial, que irá identificar se o mesmo foi fraudado com adição de açúcar de cana ou outros.
O mel de abelhas sempre foi considerado um alimento dos mais completos e nutritivos que a humanidade tem noção. É constituído por: vitaminas B, B1, B2, B5, B6, BC, etc; sais minerais: cálcio, fósforo, enxofre, potássio, cloro, sódio, magnésio, ferro, manganês, cobre, silício, bório, nitrogênio, e outros presentes em pequenas quantidades; ácidos: málico, cítrico, fórmico, tânico, cúprico, oxálico, fosfórico, bútrico, acético, láctico, valerânico, e propiônio e outros elementos.
O mel possui, portanto, uma propriedade grandemente EMBELEZADORA já que, se o aplicarmos regularmente sobre o rosto, ele pode reafirmar a pele e prevenir as RUGAS, tornando mais suave a pele seca. Aplique uma máscara de mel sobre o rosto e pescoço, duas vezes por semana, deixando atuar durante quinze minutos, no mínimo. Depois, retire com uma toalha úmida e verá os resultados.



Texto:Por Eduardo Passos da Silva(Apicultor)

14 de setembro de 2010

PÓLEN





O pólen 
é de fundamental 
 é a parte masculina do sistema reprodutivo das flores que com ele fazem a fecundação e a geração de frutos, que por sua vez são sementes para gerar novas plantas e novas flores e novos frutos e perpetuar o ciclo da vida e para contribuir nesse ciclo as plantas necessitam realizar uma fecundação cruzada, ou seja o pólen da flor de uma planta fecundada com a flor de outra planta, há a necessidade do vento, dos pássaros e principalmente dos insetos e em especial das abelhas fazendo uma parceria perfeita, pois as flores oferecem o néctar para atrair os polinizadores que no caso das abelhas o utiliza para fazer mel que é sua fonte de energia e nesse mesmo processo coletam o pólen para na colmeia junto com o mel formar o “pão da abelha” que é a mistura de pólen e mel reunindo a energia do mel com a proteína, vitamina aminoácidos e demais qualidades inerentes ao pólen, “pão” este que é o alimento das abelhas a partir de seu terceiro dia de desenvolvimento ainda no favo de cria e após o nascimento por toda sua vida.
O pólen tem uma grande quantidade de proteína (cerca de 35%) na sua composição, pelo que pode ser um bom complemento para quem tem uma alimentação vegetariana ou macrobiótica. Contém ainda uma grande variedade de aminoácidos, entre os quais se destacam: Triptofano, Metionina, Histidina, Leutina, Isoleudna, Treonina, Fanilalanina; contém igualmente Acido glutâmico, Arginina, Cistína, Lisína, etc.

Segundo pesquisadores do Royal Society of Naturalists, várias gerações de camundongos, que viveram exclusivamente do pólen das abelhas e água, jamais apresentaram sintoma algum de carência ou disfunção, mas sim um grande aumento de fertilidade e desenvolvimento corpóreo.
De acordo com Aschenasy Leru, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, sua concentração de aminoácidos é de cinco a sete vezes superior ao bife, ovos ou queijos.
Para Schmidt e Buchmann (1992) essa superioridade nutricional é constada não só em
relação ao bife e feijões, chegando a ter até dez vezes mais tiamina (vitamina B1) e
riboflavina (vitamina B2), mas também à galinha, pão integral, maçã, repolho e tomate crus. 35g de pólen por dia suprem as necessidades proteicas de uma pessoa.


O pólen é um verdadeiro tesouro enzimático de mais de 5.000 enzimas e coenzimas
- moléculas proteicas, sem as quais a vida seria inoperante, por serem fundamentais ao bom funcionamento do organismo.
O pólen contém uma quantidade considerável de rutina, e que confere ao pólen uma das mais preciosas virtudes, o combate à fragilidade capilar. Com efeito, a rutina reforça a parede dos vasos sanguíneos, e é incorporada em suplementos alimentares e produtos farmacêuticos destinados ao tratamento da fragilidade vascular.
O Pólen é bastante rico em vitaminas tendo na sua constituição betacaroteno (provitamina A), e a maior parte das vitaminas do complexo B (B1, B2, B5 ou PP, B6, etc…) e as vitaminas C, D, E e P.
Encontram-se ainda no pólen fermentos, que ajudam à digestão dos açúcares atuando sobre a utilização dos fosfatos pelo organismo; do mesmo modo, o pólen contém ainda substâncias hormonais, em que algumas são fatores de crescimento e outras estimulantes endócrinos.
Uma das principais qualidades do pólen é a sua contribuição na estabilização do equilíbrio nervoso. É recomendado para a astenia, ou neurastenia, depressão e esgotamento, fadiga nervosa e intelectual.
O pólen atua no sentido da estabilização do equilíbrio e da harmonia. Assim, pode ser utilizado, ao mesmo tempo, contra o emagrecimento e no tratamento da obesidade; este fato deve-se, sem dúvida, à sua influência sobre o sistema glandular.
Esta ação harmonizadora nota-se igualmente na regularização das funções intestinais; o pólen actua de uma forma tão eficaz em relação à prisão de ventre, como em casos de diarreia. Graças à sua atividade bacteriostática (especialmente em presença do colibacilo), o pólen é ainda um protetor da flora intestinal, opondo-se as putrefação (entre outros, nos casos de colite).
O pólen é também um elemento protetor, que se opõe ao desenvolvimento de certas variedades microbianas. Estimula as funções gástricas (com efeitos favoráveis sobre o apetite, a digestão e as evacuações). Contribui para a regeneração do sangue, especialmente no aumento da taxa de hemoglobina; assim, pode utilizar-se o pólen com bons resultados em casos de anemia, enfraquecimento e excesso de fadiga.


MODO DE USAR :


* Como preventivo e complemento alimentar : Tomar uma colher de sobremesa pela manhã e outra a noite .
* Para coadjuvante nos tratamento de algum distúrbio : Tomar 03 colheres de sobremesa ao dia de preferência com as principais refeições .
* Para facilitar seu uso e também seu sabor indicamos fazer um composto de mel com pólen a 20% e tomar deste composto como adoçante
Pode ser usado em associação com outros alimentos como c/ cereais , sucos , vitaminas, leite ou saladas .
USO EXTERNO- Tratamento de peles secas e com tendência a escamar .
USO : extrato glicólico de pólen de 3 a 6% em base de creme própria para este tipo de pele.

- Tratamento de cabelos secos, quebradiços e com tinturas.

USO: extrato glicólico de pólen de 3 a 6% em base de shampoo ou condicionador

OBS: Para melhor efeito o paciente deve fazer o uso do pólen em sua alimentação
Devido sua composição observa uma melhora visível da sedosidade da pele e brilho dos cabelos.

* Pólen in Natura, pode ser misturado em saladas, café da manhã, etc. Por apresentar sabor agradável, muitas pessoas utilizam desta forma.

Uma chamada de atenção, o pólen tem pouca resistência à umidade, e por isso deve ser conservado num frasco de boca larga hermético.


EDUARDO PASSOS DA SILVA
Apicultor

28 de agosto de 2010

ALIMENTAÇÃO E CÂNCER

 CARNE E O CANCRO
Reduzir carne vermelha diminui mortalidade, indica pesquisa

- JULLIANE SILVEIRA
CLÁUDIA COLLUCCI da Folha de S.Paulo



Um estudo divulgado hoje no "Jama" (revista da Associação Médica Americana) aponta relação entre o consumo de carne vermelha e carnes processadas e maior número de mortes por câncer e problemas cardiovasculares. A pesquisa, uma das maiores já realizadas, analisou dados de 500 mil norte-americanos de 50 a 71 anos de idade.
Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas -o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 g a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte.
No caso das doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. "A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta chances de doenças cardiovasculares", diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração.


DivulgaçãoPesquisa indica que 11% das mortes em homens e 16% em mulheres poderiam ter sido adiadas com redução de carne vermelha
Para o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade coronária do hospital Albert Einstein, além da gordura da carne, o problema é o preparo e os outros alimentos que são somados à refeição. "Se a pessoa come um bife à milanesa ou um bife com ovo frito, já estourou de longe a cota de colesterol."
Além disso, ele alerta para os condimentos. "O sal aumenta o risco de hipertensão arterial sistêmica. Se a carne for processada, é pior porque, além do sódio, geralmente tem óleos para a conservação."

Câncer

Os riscos de câncer estão principalmente relacionados à forma de preparação de qualquer tipo de carne. Sabe-se que, durante o cozimento em altas temperaturas, são formadas aminas heterocíclicas, substâncias reconhecidamente cancerígenas. As maiores temperaturas são atingidas ao grelhar na chapa e fritar com pouco óleo o alimento. Por esse motivo, indica-se a preparação no forno ou em um cozido.
O churrasco também traz perigo. Durante a preparação, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias também cancerígenas. "A associação é feita principalmente com as carnes vermelhas, porque elas são preparadas mais frequentemente em churrasco ou na chapa", afirma Fábio Gomes, nutricionista do Inca (Instituto Nacional de Câncer).
Segundo o cirurgião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito estabelecida, inclusive no Brasil. A distribuição geográfica do câncer do intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 por 100 mil habitantes.
Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, importante fonte do mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.
Já as carnes processadas, como linguiças, charque e hambúrgueres, são conservadas com nitritos e nitratos, substâncias, que, no estômago, são transformadas em nitrosaminas, que aumentam as chances de ocorrer um câncer no estômago e no intestino. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que a ingestão de carne (excluindo frango e peixe) não ultrapasse os 300 g por semana.


Como a carne vermelha é boa fonte de ferro, é indicado aumentar o consumo de vegetais folhosos verde-escuros.


A relação entre o consumo de carne e a ocorrência de câncer em seres humanos, por sua vez, é estabelecida em diversos estudos publicados em universidades de renome ao redor de todo o mundo. Um estudo realizado na Universidade da Carolina do Norte, por exemplo, publicado no The Journal of Nutrition, mostra que o consumo elevado de carne aumenta risco de câncer de cólon. Já cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, mostram que o consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, Citando ainda pesquisas britâncias, um estudo realizado pela Open University, publicado numa edição do ínicio de 2006 da revista científica Cancer Research, mostra que uma dieta rica em carne vermelha tem mais chances de causar câncer porque o alimento danificaria o DNA, sendo que Estudos anteriores haviam estabelecido a ligação entre o câncer de intestino e a ingestão de grandes quantidades de carne vermelha. Nem mesmo os corantes utilizados em hambúrgueres e salsichas passam pelos testes acadêmicos: num estudo realizado pela Agência Britânica de Padrões Alimentares, o corante Vermelho 2G, presente nesses alimentos, tem o potencial de desencadear o câncer.
Dentro do paradigma que vincula a obesidade à ocorrência de câncer, uma alimentação rica em vegetais ajudaria a prevenir a doença.
A relação entre a alimentação e a ocorrência de câncer em seres humanos tem ganho notoriedade à medida que novas pesquisas apontam que os hábitos dos indivíduos têm mais relância na ocorrência da doença do que os fatores genéticos. Ainda sobre o tema, pode-se afirmar que, de maneira geral, os estudos realizados indicam que uma dieta vegetariana, ou mesmo uma dieta rica em vegetais, poderia prevenir diversos tipos de câncer, enquanto uma dieta rica em carnes teria efeito contrário.


 Consumo de vegetais e prevenção de câncer

Em relação às propriedades preventivas dos vegetais em relação a diversos tipos de câncer, estudos provenientes de diversas universidades indicam que compostos naturais encontrados na maioria dos legumes e também em farelo de trigo e em frutas secas, como o inositol pentaquisfosfato, bloqueiam a atividade da enzima fosfoinositídeo 3-quinase, envolvida no crescimento de tumores. Um estudo com 3 mil pessoas nos Estados Unidos, por exemplo, publicado no Journal of the American Medical Association e realizado pela Universidade do Texas, indicou que as pessoas que consumiam maiores quantidades de soja e feijão tiveram menos risco de câncer de pulmão. O mesmo feijão, juntamente com arroz, foi apontado num estudo elaborado pela Faculdade de Saúde Pública da USP como um fator de diminuição do risco de apresentar câncer oral.
Tais propriedades preventivas são encontradas até mesmo em casos de doenças degenerativas, como o Mal de Alzheimer. De acordo com pesquisas realizadas na Universidade da Califórnia, o ácido fólico, que é encontrado na banana, na laranja e em verduras de folhas verdes, como o brócolis, pode diminuir pela metade o risco de uma pessoa desenvolver tal doença. No caso do brócolis especificamente, seu consumo pode reduzir o risco de desenvolver formas agressivas de câncer de próstata, tal como indica artigo publicado no Journal of the National Cancer Institute. Raphaelle Varraso, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Médica e de Saúde na França, afirma que as frutas, as verduras, os legumes e os ácidos graxos ômega 3 provavelmente são os responsáveis pelo efeito protetor, e que as carnes vermelhas, as carnes processadas e as batatas fritas aumentam significativamente o risco de contrair uma doença pulmonar obstrutiva crônica, o termo genérico para bronquite crônica e enfisema.
Em dezembro de 2007, mais uma vez dois novos estudos, apresentados numa reunião internacional de oncologistas, na Filadélfia, ratificaram os dados previamente apresentados de que verduras e frutas são um importante aliado na prevenção do câncer. Nesse contexto, Laura Kresty, professora de oncologia na Universidade de Ohio, afirmou que "as dietas baseadas em vegetais, e especialmente o maior consumo de frutas, se relacionam estreitamente com uma redução no risco de adenocarcinona esofágico". O segundo estudo, por sua, foi apresentado por Yueshan Zhan, professor de oncologia do Instituto do Câncer de Roswell Park, no estado de Nova York, que afirmou que "a bexiga é como um bolso e ali o câncer se desenvolve principalmente nas paredes internas, provavelmente porque esse tecido fica em contato com as substâncias nocivas da urina". Cabe ressaltar que ambos os estudos repetiram a advertência de que o impacto só se manifesta quando os vegetais são consumidos crus, não cozidos, uma vez que o cozimento pode eliminar até 60% dos isotiacianatos. Isso faz da alimentação crudívora uma aparente alternativa para aqueles que buscam uma vida mais saudável através da alimentação de vegetais crus.

Frutas em destaque



As frutas merecem papel de destaque na prevenção não apenas do câncer mas também de diversas outras doenças. Cultuadas pelos adeptos do frugivorismo (adotado por diversos jainistas, elas possuem diversas propriedades benéficas comprovadas por vários estudos. No caso de frutas como a manga, a uva e o morango, a presença do lupeol se mostrou como uma barreira para a movimentação e o crescimento das células cancerígenas, sendo mais eficaz do que as drogas convencionais como o cisplatin. Já em relação ao câncer de próstata, a Universidade de Wisconsin publicou na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences um estudo mostrando que o suco de romã pode ajudar a diminuir o avanço desse tipo de câncer.

Estudo da USP
Num estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública da USP, averigou-se uma redução de 40% e 60% no risco do câncer oral entre pessoas que se alimentam mais de 14 vezes por semana de arroz com feijão. Ambos têm propriedades de proteção à mucosa bucal. Além disso, neste mesmo estudo uma série de alimentos de origem vegetal são elencados como previnidores de câncer.


Alimento Possível fator de prevenção do câncer:


Arroz

Por possuir proteínas ricas no aminoácido metionina, vitamina A e fibras. Além disso, contém baixo teor de gordura saturada.


Feijão
Por possuir carboidrato rico em lisina, vitamina A, fibra, proteína, ferro e outros minerais. Além disso, assim como arroz, contém baixo teor de gordura saturada.


Estudo diz que comer feijão pode inibir câncer

Fonte: BBBC Brasil.com
Uma dieta rica em feijão, frutas secas e cereais pode prevenir o surgimento de câncer, segundo uma pesquisa realizada pela University College de Londres e publicada na revista Cancer Research.
Os cientistas descobriram que estes alimentos contêm um potente composto anti-câncer que bloqueia uma enzima envolvida no crescimento de tumores.
Segundo os pesquisadores, no futuro pode ser possível reproduzir esse composto em uma droga anti-câncer.
Os cientistas já vêm explorando há algum tempo a enzima fosfoinositídeo 3-quinase como alvo para o tratamento de câncer, mas encontram dificuldades para desenvolver inibidores do crescimento de tumores por problemas relacionados à estabilidade química e à toxicidade.


Composto natural
Os pesquisadores descobriram que um composto natural, chamado inositol pentaquisfosfato, encontrado na maioria dos legumes e também em farelo de trigo e em frutas secas, bloqueia a atividade da enzima.
Quando eles testaram a ação do composto em ratos com câncer de ovário e pulmão, eles descobriram que ele não somente bloqueava o crescimento dos tumores, mas também melhorava o efeito de outras drogas anti-câncer.
Além disso, o composto não é tóxico, diferentemente de agentes quimioterápicos convencionais.
“Nosso estudo sugere a importância de uma dieta rica em alimentos como feijão, frutas secas e cereais para ajudar a prevenir o câncer”, diz Marco Falasca, um dos autores do estudo.
“Nosso trabalho vai se concentrar em estabelecer se o composto pode ser desenvolvido em um agente anti-câncer para terapia humana”, diz.

Tomate
Os tomates são ricos em licopeno e carotenóide, que reduzem o risco de câncer, entre eles o de próstata. Além disso são antioxidantes, laxantes e ajudam o organismo a combater infecções. O licopeno também está presente em frutas como goiaba e melancia.


Brócolis
O brócolis contém sulforafeno, que elimina substâncias químicas das células, responsáveis por mutações cancerígenas.


Salmão

Único alimento de origem animal da lista, o salmão é rico em ácidos graxos e ômega-3, o que ajuda na prevenção de câncer de mama e cólon.

Cebola
As cebolas ajudam na circulação e também no bloqueio das nitrosinas, substâncias tóxicas causadoras do câncer.


Agrião
O agrião é rico em enxofre, potássio, cálcio, fósforo, magnésio, cloro, sódio, ferro, além das vitaminas A, B1, B2 e C.


Cenoura
As cenouras são ricas em potássio, betacaroteno, vitaminas A e C, sendo portanto antioxidantes e anticancerígenas.


Repolho

Os repolhos são ricos em caroteno, vitamina C e B6. Assim, eles contêm ácido fólico e fibras que ajudam a prevenir vários tipos de câncer, principalmente do aparelho digestivo.

Laranja
As laranjas são ricas em vitamina C, antioxidante que reduz o risco de câncer e outras doenças degenerativas. São ainda ricas em fibras, flavanóides e ácido fólico, atuando no combate ao câncer de mama.


Morango

Os morangos possuem ácido elágico, combate doenças degenerativas e sintomas de estresse.

Manga

As mangas são ricas em vitamina A, C e E; contém sais minerais, como ferro.

Uva
Presença do lupeol, um componente presente em frutas como mangas, uvas e morangos que tem a capacidade de destruir e impedir a multiplicação de células cancerígenas da cabeça e pescoço.


Bebidas e ocorrência de câncer
No caso das bebibas, o álcool, os refrigerantes e até mesmo o leite podem ser considerados agentes carcinógenos.
Apesar de muitos estudos indicarem que um baixo consumo de álcool possa trazer benefícios para o ser humano, algumas pesquisas apontam indícios que apontam para a direção contrária. Isso deve ao fato de que o álcool, além de ser um dos responsáveis pelo ganho de peso, afeta as células do corpo humano, interferindo no DNA, o que por sua vez faz aumentar o risco de surgimento de vários tipos de câncer.Uma pesquisa estadunidense constatou que mulheres que tomam três ou mais doses de bebida alcóolica por dia tiveram quase o mesmo risco de desenvolver câncer de mama do que aquelas que fumam um maço de cigarros ou mais diariamente. Das 70.033 mulheres pesquisadas, de diversas etnias, 2.829 foram diagnosticadas com câncer de mama anos depois.


Leite
De acordo com estudos australianos realizados na Universidade de Queensland e ingleses da Universidade de Bristol e da Universidade de Birmingham, o consumo intenso de derivados de leite durante a infância seria capaz de engendrar um câncer de intestino grosso, o cólon, além de ser um tumor com ocorrência mais elevada nos países ricos em comparação as nações em desenvolvimento.

Refrigerantes
Em relação aos refrigerantes, um estudo indicou que o aumento do consumo dessas bebidas gasosas pode estar relacionado com casos de câncer de garganta.

Bebida
Possível agente carcinógeno

Coca-Cola
 Zero
Ciclamato de sódio

Dolly Guaraná
Benzeno

Dolly Guaraná Diet
Benzeno

Fanta Laranja
Benzeno e corantes

Fanta Laranja Light
Benzeno e corantes

Sprite Zero
Benzeno

Sukita
Benzeno e corantes

Sukita Zero
Benzeno e corantes

"Ao se tratar da ingestão de líqüidos mais especificamente, o vilão da história é o álcool, que embora se reconheça que pequenas doses possam ser benéficas na prevenção de outras doenças, no que tange o câncer, a recomendação é evitá-lo totalmente. "


NOURA - Pessoa que também se preocupa muito com a alimentação. Ela é uma seguidora deste blog e aprecia muito minhas postagens, usa o SUCO VERDE diariamente e me enviou a receita, uma bebida que faz muito bem ao organismo das pessoas de todas as idades. Vejam a receita a seguir:

SUCO VERDE

Ingredientes (rende cerca de 300ml)
• 1 pepino ou 1bobrinha verde ou 1chuchu
• 1 maçã
• 1 beterraba pequena ou 1 inhame ou 1 pedaço de abóbora
• 1 cenoura
• Alternar folhas (couve, rúcula, agrião, alface, repolho, acelga, etc…) Pode ser 3 tipos, cerca de 3 folhas de cada.
• Para diferenciar o sabor, alterne os temperos: salsa, gengibre, etc.
• Sementes germinadas (trigo, aveia, gergelim) ou castanhas hidratadas (nozes, amêndoas, castanha do Pará, semente de linhaça).


Modo de Preparo

No copo do liquidificador, coloque o pepino, as maçãs, o inhame ou beterraba ou abóbora picados. Ligue o liquidificador e soque os ingrediente com a cenoura. Se houver necessidade, coe. Acrescente as folhas, o tempero e as sementes e/ou as castanhas. Bata novamente no liquidificador. Coe.


PARA GERMINAR – trigo em grão, aveia em grão, semente de girassol, etc. Deixe, á noite, as sementes de molho em água. No dia seguinte, escorra a água e deixe as sementes em uma peneira ou escorredor e regue de 6 a 8 horas. No outro dia, as sementes estão apontando um “narizinho”. Estão germinadas.

PARA HIDRATAR – deixe as castanha ou semente de linhaça de molho, á noite, em água. No dia seguinte, use-as no suco.

PARA COAR – Será necessário um coador de vual. O vual é encontrado em qualquer casa de tecidos. Corte o tecido deixando um círculo, queime as bordas com uma vela. Fure as bordas com um incenso (deixando buracos para passar o elástico). Passe o elástico e dê um nó. Está pronto o coador.

PARA BEBER –. Depois de coar, acrescente um fio de azeite extra-virgem ao suco (para absorção das vitaminas lipossolúveis).


18 de agosto de 2010

DIABETES




Leiam com atenção, este artigo:

DIABETES O QUE É?DIABETES ocorre, quando há falta de insulina ou ela não atua de forma eficaz, causando um aumento da taxa de GLICOSE no sangue (HIPERGLECEMIA). A INSULINA é produzida pelo PÂNCREAS. Todos nós precisamos de insulina para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose (açúcar) como principal fonte de ENERGIA .



TIPOS MAIS FREQÜENTES DE DIABETES

Tipo 1 - DIABETES INSULINODEPENDENTE
Geralmente ocorre em crianças, jovens e adultos e necessita de insulina para o seu controle.
Tipo 2 - DIABETES NÃO INSULINODEPENDENTE
É o tipo mais freqüente de diabetes e aparece geralmente após os 40 anos de idade

Diabetes Gestacional-
É o tipo que aparece na gravidez, sobretudo se a mulher:
• tem mais de 30 anos,
• tem parentes próximos com Diabetes,
• já teve filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer,
• já teve abortos ou natimortos,
• é obesa ou aumentou muito de peso durante a gestação.

COMO SE MANIFESTA
(Sobretudo no diabetes tipo I e no tipo II descontrolado)
Tem muita fome
(Polifagia)
No diabetes tipo I ou tipo II descontrolado: perda de peso
No diabetes tipo II: ganha peso
Urina muito (Poliúria)
*urina doce*
Desânimo, fraqueza, cansaço físico. Estes sintomas são os mais freqüentes e eles não aparecem isolados.
No diabetes tipo I eles surgem de maneira rápida e no diabetes tipo II eles podem estar ausentes ou aparecem de forma lenta e gradual.
Tem muita sede
(Polidipsia)
Lesões nas pernas ou nos pés de díficil cicatrização
Infecções freqüentes
(pele, urina e genitais)
Alterações visuais

SISTEMA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

Diabetes como doença tratadora para um sistema de vigilância epidemiológica para doenças crônicas não transmissíveis:
1 - Atinge todas as faixas etárias, inclusive a mulher grávida, sem distinção de sexo, raça e condições sócio-econômicas.

2 - Trata-se de uma doença de alta prevalência, que requer vários procedimentos para o seu controle. Quando bem controlada evita complicações agudas e crônicas. Para seu controle é necessário o trabalho de equipe multidisciplinar.
3 - Existem meios cientificamente comprovados para prevenir a doença (diabetes tipo 2) e suas complicações agudas e crônicas.
4 - Está associada a várias outras doenças crônicas não transmissíveis (hipertensão arterial, doença coronariana e cerebrovascular, dislipidemias, neuropatias periféricas e autonômicas, lesões renais, levando até a insuficiência renal crônica terminal, retinopatia diabética.
5 - A sobrevida tem aumentado significamente o que favorece o surgimento das complicações crônicas com custos econômicos e sociais elevados.
6 - A prevalência no mundo inteiro vem crescendo, sendo considerado pela Organização Mundial de Saúde - OMS, como uma epidemia (estimativas mundiais para o ano 2000 são de 175,4 milhões de pessoas).
7 - Dispõe de tratamento clínico definido.
Diante destes fatos o diabetes representa uma nosologia que para preencher os requisitos necessários para funcionar como um modelo na área das doenças crônicas não transmissíveis.

SINAIS DE ALERTA :
MUITAS PESSOAS TÊM DIABETES- E NÃO SABES POR QUE NÃO APRESENTAM NENHUM SINTOMA. ISTO É BASTANTE FREQÜENTE NO TIPO DE DIABETES QUE APARECE NO ADULTO (TIPO II).
ATENÇÃO! SE VOCÊ
- TEM PARENTES (pais, irmãos, tios,etc) COM DIABETES;
- TEM EXCESSO DE PESO (especialmente do tipa abdominal);
- TEM VIDA SEDENTÁRIA:
- TEM MAIS DE 40 ANOS E AINDA:
• FAZ TRATAMENTO PARA PRESSÃO ALTA E TEM COLESTEROL E TRIGLICERÍDIOS ELEVADOS;
• É MULHER E TEVE FILHOS pesando mais de 4 kg ao nascer ou abortos e/ou natimortos;
• É HOMEM E TEM IMPOTÊNCIA SEXUAL.
Estas são as principais condições de risco que favorece o surgimento do Diabetes Tipo ll.
Manter o peso normal e atividade física regular são importantes para prevenir o surgimento do Diabetes Tipo II.

ORIENTAÇÃO GERAL PARA A DIETA DO DIABÉTICO

Ingerir a quantidade desejada:   

• Acelga, agriao, alface, almeirao, mostarda, bertalha, brócolis, taioba, chicória, repolho, couve, espinafre
• Pepino, pimentão, tomate, rabanete, couve-flor, abobrinha
• Palmito, aspargo, broto de bambu, aipo, jiló, maxixe, berinjela
• Cebola, cebolinha, coentro, hortelã, salsa, chás e suco de limão com adoçante

Ingerir conforme planejamento alimentar

• Abóbora, beterraba, cenoura, chuchu, nabo, quiabo, vagem
• Ervilha fresca ou seca, feijão, grão-de-bico, lentilha, milho-verde
• Leite, manteiga(bem moderado), queijo, iogurte, coalhada
• Pão, arroz, macarrão, farinhas, biscoitos de sal ou água
• Mandioca, batata inglesa, batata doce(moderado), inhame
• Carne bovina (magras), aves, peixes,ovos, vísceras e moluscos
• Frutas em geral, suco de fruta natural.
• Produtos -dietéticos tipo: pudim, "flan", chocolates, geléia, gelatina,etc.

Você deve evitar

• Doces, bolos, leite condensado, chocolate e biscoitos não dietéticos
• "Nescau", farinha láctea
• Carnes salgadas e toucinho, frituras
• Bebidas alcoólicas. Refrigerantes, etc.


COMO USAR A INSULINA1 - Escolher o local para aplicar a insulina. Limpar a pele, usando algodão com álcool e deixar secar. Manter uma distância de mais ou menos 2cm do local onde você tomou a injeção anterior, se a área do corpo for a mesma.
2 - Fazer uma prega na pele onde você vai aplicar a insulina.
Pegar na seringa como se fosse um lápis. Introduzir a agulha na pele, num ângulo de 90º, soltar a prega cutânea.
OBS: Em pessoas muito magras ou crianças menores, a injeção poderá ser feita num ângulo de 45º, para evitar que seja aplicada no Músculo.

3 - Ao iniciar a aplicação de insulina, se for constatada a presença de sangue na seringa, seguir as seguintes orientações:
1- Sangue em pequena quantidade: continuar a aplicação.
2- Sangue em grande quantidade: para a aplicação .Jogue fora a seringa com insulina e prepare outra dose.
4 - Injetar a insulina, empurrando o êmbolo até o final.
Retirar a seringa e fazer uma levre pressão no local, usando o algodão com álcool.


Novo método de controle do diabetes melhora o dia-a-dia dos pacientes

Uma nova abordagem para o controle do diabetes, desenvolvido pelo Grupo de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), tem conseguido normalizar as taxas de glicemia de 70% dos diabéticos com descontrole glicêmico, principalmente os portadores de diabetes tipo 2. O estudo clínico que comprovou a eficácia do método recebeu o Prêmio Procópio do Valle 2009 durante o Congresso Brasileiro de Diabetes como o melhor trabalho apresentado na área de monitorização e controle do diabetes.
Por meio de estratégias diagnósticas e terapêuticas, a normatização das taxas glicêmicas é atingida num prazo médio de quatro semanas, ao invés de ter que aguardar até três meses para a avaliação dos resultados, como sugere a maioria das diretrizes nacionais e internacionais sobre o tratamento do diabetes. Mesmo aqueles pacientes que apresentam níveis altos de glicemia na primeira consulta (300-400 mg/dL), como acontece na maioria dos casos, conseguem alcançar as metas desejadas ao final, até a obtenção das taxas desejadas de 150 mg/dl (forma de expressão bastante conhecida dos resultados de glicemia e significa “miligramas por decilitro).
Um estudo clínico recente desenvolvido no Brasil, mostra que apenas 10% dos diabéticos tipo 1 e 26% dos diabéticos tipo 2 apresentam controle adequado da doença. O descontrole glicêmico pode causar complicações crônicas (como doença arterial, derrame cerebral, cegueira e amputação de pés e pernas) e agudas (coma e infecções). Quando os níveis de glicemia oscilam muito, acabam se tornando fatores de risco para possíveis complicações crônicas.
O objetivo principal é proporcionar serviços especializados de atenção intensiva aos pacientes, portadores de diabetes com mau controle glicêmico e com doenças concomitantes, nos quais o controle clínico da doença é geralmente difícil. Para pacientes com predisposições às infecções, a recuperação é mais lenta e o tempo de internação é maior. Com esse novo método é possível tratar os pacientes de forma bem mais adequada.
O método, aparentemente simples, é realizado por meio de um medidor digital de glicemia, em que a pessoa dosa os níveis de açúcar no sangue seis vezes ao dia (antes e após as três principais refeições e na madrugada), durante três dias.
Os dados ficam armazenados no aparelho e são transferidos para um computador, no qual um programa especial de análise de dados calcula a glicemia média semanal e a variabilidade glicêmica, além de gerar um gráfico de desempenho glicêmico que mostra, de maneira didática, os dias e horas de melhor ou pior controle da glicemia. Os ajustes de tratamento são implementados conforme as necessidades, sendo que as razões para essas alterações são plenamente explicadas aos pacientes, levando-se em consideração modos de exibição de tendência glicêmica (variações da glicemia no decorrer dos dias) e de dia glicêmico padrão (variação da glicemia nos diversos horários do dia). “Após o período de avaliação glicêmica intensiva, os pacientes são orientados a realizar os testes apenas ocasionalmente, cerca de duas ou três vezes por semana ou quando sentirem que alguma coisa não vai bem”, conclui o Dr Augusto Pimazoni, Coordenador dos Grupos de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão.
A maior parte da população assistida consiste de pacientes com diabetes tipo 2, de baixa renda, baixo nível educacional, na faixa etária entre os 50 e 70 anos, recebendo tratamento insulínico e apresentando diferentes complicações do diabetes, com níveis de hemoglobina glicada A1C variando de 8% a 15% e com graus distintos de insuficiência renal. O teste de A1C serve para medir o controle glicêmico durante os 2 a 3 meses anteriores ao teste. Segundo Pimazoni, este método é uma opção prática para a avaliação do controle glicêmico, em curto prazo e em tempo quase real.
O desenvolvimento do controle ganhou rapidamente a atenção de profissionais de saúde no Brasil e no exterior, exatamente por se tratar de um método prático e de baixo custo para a avaliação, quase em tempo real, do controle glicêmico e da adequação do esquema terapêutico utilizado. Essa nova forma de tratamento vem também sendo utilizada com amplo sucesso no Centro de Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, estando em período de implantação no Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná e no Centro de Diabetes do Centro de Endocrinologia e Diabetes do Estado da Bahia. Além disso, várias palestras já foram apresentadas em diversas cidades brasileiras, tendo recebido ampla aceitação por todas as categorias de profissionais de saúde.
O Grupo de Educação e Controle do Diabetes (GECD) iniciou suas atividades em setembro de 2007. Desde então, vem desenvolvendo importantes atividades de formação e especialização para vários profissionais de saúde que atuam em equipes multidisciplinares, tais como enfermeiras, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e outros.

Fonte: Comunicação Unifesp

4 de agosto de 2010

A Linhaça



É considerada como um alimento funcional, ou seja, que contém, além de seus nutrientes básicos (carboidratos, proteínas, gorduras e fibras), elementos que podem diminuir o risco de algumas doenças pois seu uso contínuo pode proporcionar aumento da defesa orgânica e redução do ritmo de envelhecimento celular.

Na composição da semente de linhaça estão presentes proteínas, fibras alimentares e ácidos graxos poliinsaturados (Ômega 3 e Ômega 6), que lhe conferem a propriedade de alimento funcional. A semente de linhaça é a mais rica fonte de Ômega 3 existente na natureza.

Os investigadores do INSTITUTO CIENTÍFICO PARA ESTUDO DA LINHAÇA no Canadá e nos Estados Unidos, têm enfocado sua atenção no rol desta semente na prevenção e cura de numerosas doenças degenerativas.

Muitos estudos estão sendo desenvolvidos para confirmar os benefícios do consumo regular da semente de linhaça. Alguns desses estudos afirmam que a linhaça poderia ajudar a baixar os níveis de colesterol, pois é rica em fibras solúveis. Também esta sendo estudada outras funções e tem benefícios como:

-- Rejuvenescedor
-- Baixa de peso
-- Auxilia no combate a anemia
-- Auxilia no combate ao câncer: de mama, de próstata, de cólon, de pulmão, etc...
-- Auxiliar no combate à acne.
-- Auxiliar no equilíbrio hormonal, amenizando distúrbios causados pela TPM e menopausa;
-- Auxiliar na diminuição do risco de arterosclerose;
-- Auxiliar no controle Diabete - da glicemia

O consumo regular de linhaça favorece o controle dos níveis de açúcar no sangue.
Esta é uma excelente notícia para os insulina dependentes.
-- Vitalidade Física
-- Sistema Digestivo
-- Sistema Nervoso
-- Doenças Inflamatórias
--Retenção de Líquidos
-- Sistema Imunológico
-- Sistema Cardiovascular
-- Funcionamento Intestinal
-- Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa
-- Para combater a agressividade e a obesidade
-- Condições da Pele e do Cabelo

Veja a composição nutricional de 15 g da Semente de Linhaça:


Valor calórico 43 Kcal
Carboidratos 1 g
Proteínas 2 g
Gorduras totais 3 g
Gorduras Saturadas 0 g
Gorduras Trans 0 g
Fibra alimentar 3 g
Ômega-3 58%
Ômega-6 16 %
Sódio 7,8 mg


Além disso, é a maior fonte alimentar de lignanas, compostos fotoquímicos parecidos com o estrogênio, que teriam propriedades anticancerígenas, principalmente em relação ao câncer de mama e cólon. Ainda contém vitaminas B1, B2, C, E e Caroteno e minerais como ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.
A semente de linhaça moída trás mais benefícios nutricionais que a semente inteira, que possui uma casca dura, difícil de digerir. Portanto, uma forma fácil quebrar as sementes é passá-la em um processador ou liquidificador na tecla pulsar, para que não vire pó. Depois, guarde-a em refrigerador, e deixe fora da luz. Desta forma, a utilização será ainda melhor.
As sementes podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, misturada à cereais, massas de pães e bolos e em todos os outros alimentos. Também pode substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita. Por exemplo, se uma receita pedir 1/3 xícara (chá) de óleo, use 1 colher (sopa) de semente de linhaça moída, em substituição.

Vitalidade Física:
Um dos mais notáveis indicativos de melhora devido ao consumo de linhaça é o incremento progressivo na vitalidade e na energia.
A linhaça aumenta o coeficiente metabólico e a eficácia na produção de energia celular. Os músculos se recuperam da fadiga do exercício.
Baixa de Peso:
A linhaça moída é excelente para baixa de peso, pois elimina o colesterol em forma rápida .
Ajuda a controlar a obesidade e a sensação desnecessária de apetite, por conter grandes quantidades de fibra dietética, tem cinco vezes mais fibra que a aveia. Se você deseja baixar de peso, tome uma colher a mais pelas tardes.
Combate ao Cancer:
de mama, de próstata, de colon, de pulmão, etc...
A semente de linhaça contém 27 componentes anti-cancerígenos , um deles é ; a LIGNINA.





A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais.Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades. Protege e evita a formação de tumores. Só no câncer se recomenda combinar semente de linhaça moída com queijo cottage baixo em calorias.
Condições da Pele e do Cabelo:
Com o consumo regular de sementes de linhaça você notará como sua pele volta-se mais suave . É útil para a pele seca e pele sensível aos raios do sol. É ideal para problemas na pele , tais como: psoríase e eczema .
Recomenda-se também como máscara facial para uma limpeza profunda do cútis. Ajuda na eliminação do pano branco, manchas, acne, espinhas, etc. É excelente para a calvície.

Sistema Digestivo:
Prevêem ou cura o câncer de colon. Ideal para artrite, prisão de ventre, acidez estomacal.
Lubrifica e regenera a flora intestinal .
Expulsão de gases gástricos .É um laxante por excelência.
Previne os divertículos nas paredes do intestino. Elimina toxinas e contaminadores.
Sistema Nervoso:
É um tratamento para a pressão. As pessoas que consomem linhaça sentem uma grande diminuição da tensão nervosa e uma sensação de calma.
Ideal para pessoas que trabalham sob pressão. Melhoras funções mentais dos anciãos , melhora os problemas de conduta
(esquizofrenia).
A linhaça é uma dose de energia para teu cérebro, porque contém os nutrientes que reduzem mais eurotransmissores (reanimações naturais).

Doenças Inflamatórias:
O consumo de linhaça diminui as condições inflamatórias de todo tipo.
Refere-se a todas aquelas doenças terminadas em "TITE", tais como: gastrite, hepatite , artrite, colite, amidalite, meningite , etc.

Retenção de Líquidos:
O consumo regular de linhaça, ajuda aos rins a excretar água e sódio. A retenção de água (Edema) acompanha sempre à
inflamação de tornozelos, alguma forma de obesidade, síndrome pré-menstrual, todas as etapas do câncer e as doenças cardiovasculares.

Sistema Imunológico:
A linhaça alivia alergias, é efetiva para o LUPUS.
A semente de linhaça por conter os azeites essenciais Omega 3, 6, 9 e um grande conteúdo de nutrientes que requeremos constantemente, faz com que nosso organismo fique menos doente, por oferecer uma grande resistência às doenças.

Sistema Cardiovascular:
É ideal para tratar a Arteriosclerose, elimina o colesterol aderido nas artérias, esclerose múltipla, trombose coronária alta pressão arterial , arritmia cardíaca , incrementa as plaquetas na prevenção da formação de coágulos sanguíneos.
É excelente para regular o colesterol ruim .
O uso regular de linhaça diminui o risco de padecer de doenças cardiovasculares.
Uma das características UNICAS da linhaça é que contém uma substância chamada taglandina, a qual regula a pressão do sangue e a função arterial e exerce um importante papel no metabolismo de cálcio e energia.
O Dr. J H. Vane, ganhou o prêmio Nobel de medicina em 1962 por descobrir o metabolismo dos azeites essenciais Omega 3 e 6 na prevenção de problemas cardíacos.
Uma outra forma de conseguir os benefícios da linhaça é consumir o óleo de linhaça, que é extraído da semente inteira, usando métodos de extração desenvolvidos especialmente para este fim (a frio). O produto obtido é engarrafado (para ser usado em saladas ou pratos frios) ou colocado em cápsulas gelatinosas, sendo utilizado como suplementação de ômega-3.
Funcionamento Intestinal:
Para a melhora do funcionamento intestinal: de uma noite para o dia, coloque 1 colher (sopa) de semente de linhaça em ½ copo de água e deixe "descansar" por 12 horas, tome somente a água em jejum pela manhã.
Para evitar o desperdício as sementes podem ser adicionadas sobre saladas, iogurtes vitaminas...
Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa:
Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa.... Consuma diariamente 1 colher (sopa) de semente de linhaça preferencialmente triturada (como uma farofinha) sobre os alimentos. Evite que as sementes passem por processos térmicos de aquecimento para que sua gordura boa não oxide.

Para combater a agressividade e a obesidade:
Duas colheres de sopa de linhaça trituradas no liquidificador. Coloca-se água ou suco para adoçar. Todos os dias; tomados em intervalos durante o dia na média de 4x ao dia; essas duas colheres.
1 colher de sopa de sementes de linhaça moídas (moa uma xícara no liquidificador e guarde o restante no freezer) - 3 colheres de sopa de água

Modo de preparo:
Misture a farinha e a água em uma tigela pequena. Deixe descansar por 1 a 2 minutos. (Torna-se muito espessa se ficar mais tempo). Em algumas receitas abundantes em líquidos, as sementes de linhaça moídas podem ser adicionadas diretamente aos ingredientes secos.

Modo de Usar na maioria dos casos:
Duas colheres de sopa por dia, batidas no liquidificador, se mistura em um copo de suco de fruta, ou sobre a fruta, ou com a aveia, ou iogurte no café da manhã ou no almoço. Podem tomar pessoas de todas as idades (crianças, adolescentes e anciãos). Inclusive mulheres grávidas.

Os poderes do Óleo de Linhaça

Os alimentos são os veículos dos nutrientes que fornecem ao organismo a matéria-prima para o seu equilíbrio e funcionamento. Existe uma classe de nutrientes que possuem ações especiais sobre as células, tecidos e órgãos, que são os nutracêuticos. Eles agem estimulando a função destas estruturas, muito semelhante a uma ação “farmacológica”. Ainda com relação aos alimentos, diz-se que de uma maneira ideal deve-se comer “sol”, isto é, ingerir os nutrientes provenientes da fotossíntese, ou seja, comer as plantas que realizaram a fotossíntese, ou então, comer a carne do animal que ingeriu estas plantas com todos os seus nutrientes, isto porque o organismo, ao longo de sua evolução, se adaptou a estas condições.
Os óleos vegetais atendem muito bem a estas recomendações. A linhaça é uma planta linum usiotatissimum, que é utilizada quase na sua totalidade. Do caule retira-se as fibras para fazer o linho, tecido nobre usado para confeccionar roupas. Das sementes, por sua vez, extrai-se o óleo, que é utilizado nas indústrias de tintas e resinas. Contudo, além destas aplicações, o óleo de linhaça é usado como um nutracêutico, por ser rico em ácidos linolêicos, conhecidos como Ômega 3. As sementes da linhaça são utilizadas como complemento alimentar, sendo adicionadas a massas, pães, bolos e cereais. As sementes podem ser usadas, ainda, como laxativas.
O óleo de linhaça é extraído de suas sementes por compressão a frio, fato que preserva suas propriedades nutritivas. Os gregos e romanos fazem uso da linhaça como alimento. Thomaz Alves Edson disse: Teu alimento, teu remédio”. Claro que não pode ser tomado ao “pé da letra” porque os remédios medicamentosos são de suma importância para a saúde e para salvar vidas. No entanto, a alimentação adequada pode prevenir e até mesmo curar determinadas doenças.
O óleo de linhaça é rico, como se disse, em Ômega 3 e fitoestrógeno. O Ômega 3 promove uma ação protetora para o coração e vasos sangüíneos. Estudos demonstram que o óleo de linhaça reduz o colesterol total e o mau colesterol, conferindo uma proteção cardiovascular. Age ainda como antiinflamatório ao lupus-eritematoso e como antialérgico. O óleo de linhaça possui substâncias parecidas como os estrogênios (hormônios femininos) somente que de ação mais atenuada, melhorando a absorção de cálcio, prevenindo, por exemplo, a osteoporose.
Paradoxalmente, estes fitoestrógenos parecem ter, também uma ação antiestrogênica, fato este que deve conferir uma ação contra os tumores dependentes do estrogênio, prevenindo sobretudo o câncer de mama, através de uma ação nutracêutica direta nos receptores dos órgãos alvos. O óleo de linhaça, como já referido, exerce ação protetora sobre o sistema cardiovascular pela ação do Ômega 3 e, também, pelo fitoestrógeno que faz parte da sua composição, melhorando a elasticidade das artérias, e desta forma a irrigação sangüínea.
O óleo de linhaça possui ademais ação antioxidante contra os radicais livres, que quando em excesso, provocam doenças crônico degenerativas e envelhecimento precoce. Como se vê, trata-se de importante aliado na suplementação alimentar, ajudando a promover o equilíbrio orgânico. Como pode-se observar, o óleo de linhaça é um importante nutracêutico, que quando bem indicado, pode ser de grande valia para a sua saúde.

Dr.Celso Fernandes Batello - Mestre em Homeopatia e Nutrologia


Bolo de Laranja, Gengibre e Linhaça
Ingredientes:
1 pedaço pequeno de gengibre ralado
5 colheres (sopa) de margarina
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo
1 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de suco de laranja
200 g de iogurte desnatado
1/2 xícara (chá) de sementes de linhaça
3 claras batidas em neve

Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura média. Bata na batedeira o gengibre com 4 colheres (sopa) de margarina e o açúcar mascavo por 5 minutos. Sem parar de bater, adicione as farinhas peneiradas com o fermento, alternando com o suco de laranja e o iogurte. No final, acrescente as sementes de linhaça (reserve 1 colher de sopa). Incorpore as claras e mexa delicadamente até a massa ficar homogênea. Despeje a massa numa assadeira de 25 cm de diâmetro, untada com a margarina restante e polvilhe as sementes de linhaça reservadas. Leve ao forno por 35 minutos, ou até que enfiando um palito no bolo ele saia limpo. Retire do forno, desenforme o bolo e deixe esfriar. Se preferir, decore o bolo com frutas cristalizadas cortadas em lâminas finas.

Fonte: Tudomania